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Amor de Pai

A dor de perder um filho para ganhar outros

Por muito tempo, a figura de um pai foi estereotipada como a do homem, chefe de família, que se sacrificava no trabalho e era ausente da família, para que pudesse receber o salário que sustentava a mesma. Um homem bruto e duro, que não demonstra sentimentos, mas nem por isso deixa de amar os seus. No entanto, qualquer pai é capaz de fazer o impensável para salvar um filho e evitar que este sofra ou tenha dor.

Uma história bem conhecida na Bíblia é de Abraão, a quem Deus desejava provar a fé e pediu o sacrifício de seu filho. Ele estava prestes a concluir tal absurdo quando foi impedido pelo Senhor. A Deus, bastou a intenção demonstrada por Seu servo. Não há dor maior para um pai do que perder seu filho. Imagine então oferecer Seu próprio filho em sacrifício? Torna-se ainda mais doloroso.

Isto nos leva a refletir o amor de Deus por nós, que enviou Seu Filho único para morrer em nosso lugar. Se o Pai tivesse se oferecido no lugar do Filho, o impacto não seria o mesmo. Imagine a aflição de Deus caso Jesus falhasse em Sua missão. Esta é a medida do amor do Pai por nós. Ele nos ama tanto que foi capaz de abrir mão de Cristo para que nós pudéssemos ser salvos. Jesus assinou com Seu sangue a nossa adoção e guarda perante o Divino: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus” – 1 João 3:1.

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