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Às armas soldado

capacete e espadaDurante uma batalha, na luta pela independência dos EUA, um rapaz aproximou-se de George Washington e disse-lhe que acreditava muito nele e na causa que defendia, G. Washington agradeceu e perguntou ao rapaz em qual regimento servia. O jovem disse que não servia em nenhum, pois era um civil. O general disse-lhe solenemente: “Se você realmente crê em mim, como diz, e também na causa que defendo, una-se ao exército imediatamente, pegue uma farda e suas armas e venha para a luta”.

No Grande Conflito, na batalha do Bem contra o Mal, temos a oportunidade de mostrar ao mundo em qual lado estamos, a qual exército pertencemos e em quem acreditamos, somos um espetáculo ao mundo (I Coríntios 4:9). Muito mais que falar, temos que agir. Lembro-me de uma frase que minha mãe sempre dizia: “Falar é fácil, fazer é que são elas”.

Na Baixa Idade Média a Igreja organizou expedições militares/religiosas para o Oriente, tendo como pretexto a retomada da Terra Santa das mãos dos povos muçulmanos. Essas expedições receberam o nome de Cruzadas, pois seus participantes traziam estampada no peito uma cruz e se denominavam “soldados de Cristo”.

O Mestre deseja que sejamos soldados de Seu exército, mas, muito mais que carregar uma cruz no peito, devemos carregar Sua cruz em nosso coração. Você não é aquilo que fala, aquilo que afirma ser, você é aquilo que faz. Palavras, por mais belas e concatenadas que sejam não mostram quem realmente somos ou em quem acreditamos, são as atitudes que comprovam se o que dizemos é digno de crédito. Você acredita no Eterno e em Sua Causa? Seja um soldado de Seu Exército.

Gelson De Almeida Jr.Às armas soldado

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