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Cavalo de Troia

Tradicionalmente 24 de abril é considerado o dia em que os gregos invadiram a cidade de Troia.  Como o fizeram não se sabe, mas é bem conhecida a narrativa de que só conseguiram penetrar na, até então, inexpugnável cidade após deixarem um grande cavalo de madeira para o inimigo. Os troianos, sem saber que o mesmo escondia vários inimigos em seu interior colocaram-no dentro da cidade. À noite, enquanto os troianos dormiam, soldados saíram do interior do cavalo, foram até o portão da cidade e o abriram para que o exército entrasse e destruísse a cidade. Não existe nenhuma prova de que o cavalo realmente tenha existido, mas a história deu origem a duas expressões: “cavalo de Troia , um engodo altamente destrutivo, muito utilizado na atualidade na área de informática, designando um vírus devastador no sistema da máquina e “presente de grego”, algo, de aparência agradável, que recebemos, mas que traz consequências funestas.

Não existe momento de maior vulnerabilidade que quando estamos dormindo, nos desligamos, por completo, do mundo que nos cerca. Num momento como este os troianos, hábeis guerreiros que habitavam uma fortaleza, foram dominados pelo inimigo. Quando mais se achavam seguros foram destruídos. O mesmo pode ocorrer conosco, principalmente no plano espiritual. Nos momentos de maior segurança, quando nos sentimos mais fortes e prontos a enfrentar todo  e qualquer tipo de prova é que somos derrotados. Foi assim com Eva, que deixou de lado pequenos conselhos do Eterno como não andar sozinha pelo jardim, não parar diante da árvore e nem nela tocar e caiu, de modo tão fragoroso, que os efeitos de sua desobediência são sentidos até hoje.

É impossível estar seguro se brincarmos com os  “cavalos de Troia”  do inimigo. Ele e seus “brinquedos”, por mais inocentes que nos pareçam, devem ficar bem longe de nossa vida. Eis o segredo da vitória.

Gelson de Almeida Jr.Cavalo de Troia

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