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#EleSim, #EleNão – Parte I

Após 21 anos de Ditadura Militar, em nosso país, ocorreram as primeiras eleições diretas (15/11/1989). Várias eleições ocorreram desde então, mas nunca se viu uma disputa como vemos hoje. Difícil é dizer o que está mais acirrado, se a disputa ou os ânimos entre os defensores de cada um dos lados.

Desde o início da campanha, destacou-se a figura, até folclórica, de Jair Bolsonaro. Enquanto crescia nas pesquisas, criado por seus opositores, surgiu o bordão #EleNão, que se generalizou e se espalhou. Restando apenas dois candidatos para a disputa final no segundo turno, mais que nunca o bordão é repetido à exaustão por seus opositores e seus aliados se contrapõe com o #EleSim.

Dias atrás soube de uma séria discussão ocorrida num grupo familiar de uma rede social, entre “opositores” dos dois candidatos. Muito maior que o fenômeno Bolsonaro foi a “guerra” que estabeleceu, entre aliados e opositores, em todos os segmentos sociais em nosso país, o amor ao próximo foi esquecido e o ódio cresceu a tal ponto que até mortes, e tentativas, se espalharam pelo país.

Os que me conhecem, pessoalmente ou apenas por aqui, sabem que jamais me utilizaria desse espaço para difundir ideias e ideais políticos, quero apenas fazer uma breve reflexão sobre o momento em que vivemos.

Os que conhecem as Escrituras precisam se lembrar que nenhum dos candidatos, por melhor que seja, dará jeito na situação em que nos encontramos. Listo duas razões básicas, fundamentadas na Palavra de Deus. A primeira é que a incerteza, o medo e o sofrimento, tão comuns em nossos dias, foram preditos por Cristo, quando discorreu sobre os acontecimentos que precederiam Seu retorno ao nosso planeta e não são poucos os textos que falam disso; a segunda é que apenas o Senhor é confiável e pode “dar jeito” em qualquer situação, por pior que seja.

O texto bíblico começa com a alegria de um Jardim e termina com a alegria de uma Nova Terra, mas entre esses dois momentos existe toda a sorte de dor e sofrimento e no meio de tudo, exatamente no centro/meio da Bíblia, o salmista declara: “É melhor confiar no Senhor do que confiar nos príncipes” (Salmo 118:9, ACF), apenas Ele é digno de confiança.

No próximo dia 28 as urnas dirão quem será o novo presidente do Brasil, mas hoje, para sua vida, o que você diz? Escolha Deus, #EleSim, só Ele nos traz esperança e pode garantir um futuro cheio de paz, alegria e segurança.

Gelson De Almeida Jr.#EleSim, #EleNão – Parte I

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