Últimas Publicações

# Experiência real com Deus

A semana santa vai chegando ao seu final. Ela tem relação, para cada dia que a compõe, a uma lembrança entre os fatos mais significativos ocorridos depois do domingo que Cristo entrou em Jerusalém e foi saudado com folhas de palmeiras, poucos dias antes de sua morte e ressurreição.

Instituída pela igreja católica à época do Concílio de Nicéia, no século IV, tornou-se a data mais significativa no calendário cristão, iniciando no domingo de ramos e tendo seu ápice no domingo de páscoa, em que se comemora a ressurreição de Cristo. No entanto, de semelhante importância para os cristãos, é a lembrança de sua paixão e morte.

Há muitos que não creem na ressurreição de Cristo. Quanto à sua existência, seria tolice desacreditar, pois até mesmo o historiador judeu, Flávio Josefo, escreveu sobre ele à época, sendo o livro de sua autoria, um dos atuais best-sellers no mundo.

O fato é que, os episódios da vida e morte de Jesus, registrados pelo Novo Testamento, foram incrivelmente marcados pela exatidão do que já se encontrava predito nas passagens do Antigo Testamento, até então livros da religião judaica, tão somente. A possibilidade de alguém manipular o cumprimento de todas aquelas profecias é tão insignificante, que se pode dizer até mesmo impossível, pois em muitas, as circunstâncias humanas nunca poderiam influenciar.

Para poder se falar sobre a vida de Cristo, seja recusando ou aceitando de fato, é preciso conhecer a história, todo o encadeamento que há nos registros das escrituras. Também, levando-se em conta que, quanto aos livros que compõem o Antigo Testamento, quais sejam livros essencial e originalmente judaicos, em todos eles está harmonizada a obra de redenção a que ele veio para cumprir, e cumpriu.

Sua vinda, assim como seus feitos e sua ressurreição foram fatos sobrenaturais de quem esteve em plena comunhão com o Eterno, e em nenhuma outra religião, com todo respeito a elas, há qualquer semelhança de obra feita por um deus em prol do homem que é limitado à efemeridade da vida, submetido a humilhações, injustiças e toda sorte de infortúnios.

O motivo verdadeiro de toda possibilidade de religação, ou seja, de religião do homem com o Eterno, a partir do povo judeu, a quem foram confiadas as escrituras e as promessas, é justamente para que haja o retorno de uma convivência perdida no passado remoto.

Foi movido por um amor pelo mundo que excede ao entendimento humano, pela misericórdia aos que sofrem e pelo desprezo à miséria, que Deus entregou seu único filho para que todo aquele que em sua mensagem creia, possa ser salvo deste que é um contexto de dor e lágrimas.

Fatos como ressurreição dos mortos por ocasião da segunda vinda de Jesus e vida eterna nada têm a ver com contos fantásticos e utopia. Para chegar a esta conclusão, a humanidade precisa conhecer o real significado da existência desse processo de religação com o Eterno. Só há uma chance para isso. Aqui e agora. Durante o espaço de século que se tem para viver.

É preciso dar ouvidos à pregação do evangelho; não a que o distorce e o denigre por atitudes vis da parte de sacerdotes sem escrúpulo e temor de Deus, mas por aqueles que atendendo a um chamado verdadeiro, entregaram-se a uma vida simples, comum, a fim de esclarecer a mensagem e apontar o caminho, testemunho exemplar do que seja ter uma experiência real com Deus.

Ninguém tem maior amor do que aquele que dá sua vida por outra pessoa.

Shabbat Shalom!

Sadi – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# Experiência real com Deus

Artigos Relacionados