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Lei da liberdade

Dois grandes pensadores, J. Locke e Montesquieu, defensores do liberalismo, tentaram resolver o problema ao afirmarem: “Onde não há lei, não há liberdade” e “Liberdade é o direito de fazer tudo o que a lei permite”, respectivamente. Em sua obra “Amor um sentimento a ser aprendido”, Walter Trobisch afirma que se olharmos com atenção uma vida destruída veremos que tudo começou com a transgressão da Lei de Deus. Parece que ele entendia claramente o sentido do termo “lei da liberdade”. Ele afirma que quando o Eterno nos pede, até nos proíbe alguma coisa, é porque nos ama e quer o nosso melhor.

Mesmo uma análise superficial dos Dez Mandamentos (Êxodo 20:3-17) mostra que todos estão calcados em uma palavra, relacionamento. Na primeira seção os três primeiros mandamentos tratam da nossa relação de respeito com o próprio Deus, o quarto mandamento mostra a importância de separar um dia para aprofundar essa relação, e recarregar as energias através do descanso e meditação. O quinto mandamento inicia a segunda seção falando da nossa relação com as maiores autoridades terrestres abaixo do Eterno, nossos pais, a partir daí temos cinco mandamentos que orientam nosso comportamento em relação ao outro ou àquilo que é seu.

É muito fácil achar quem não goste de seguir a lei, seja ela qual for, mas como é difícil, talvez impossível, achar alguém que não se incomode ao ver o outro desrespeitando a lei. Quando nos deixou Sua Lei o Eterno queria apenas o nosso melhor e queria que, ao segui-la, vivêssemos em pé de igualdade, satisfação e harmonia plena. Ao povo de Israel foi prometido força, longevidade, segurança, prosperidade e moradia se guardassem os mandamentos (Deuteronômio 11:8-10, 13-15, 21-25). Se o Eterno não muda (Malaquias 3:6a), porque conosco seria diferente? O Eterno quer o seu melhor, faça a sua parte, o restante é com Ele.

Gelson De Almeida Jr.Lei da liberdade

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