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O Pecado Mais Antigo – Parte I

“Eu te agradeço, ó Deus, porque não sou pecador como as outras pessoas…” (Lucas 18:11 – NVI)


O fariseu sobe ao templo para orar, mas gasta a maior parte do tempo falando quão bom ele é, mas que, segundo Cristo, voltou para casa sem estar justificado perante o Pai. Como ele era um estrito cumpridor da “Lei”, mas, mesmo seguindo os mandamentos da melhor maneira possível, se perdia em todo o seu orgulho.

O orgulho fez com que o mais alto anjo na Corte celeste, desejasse posição superior à que ocupava, orgulho levou Eva a caminhar sozinha pelo jardim, resultando no seu pecado. O orgulho fez com que Adão, quando confrontado pelo Eterno, acerca do seu pecado, não assumisse a culpa pelo erro cometido e transferisse ao Criador, que lhe dera a mulher.

Vejamos algumas características perversas do orgulho, infelizmente, muito presentes em nossa vida.

Transferência de Culpa: Assim como Adão, o orgulhoso não assume a culpa por seus erros, pode até concordar que tenha errado, mas a culpa é do outro, que o levou a errar.

Não é “Ensinável”: É muito difícil, até impossível, ensinar o orgulhoso, pois, não reconhecendo que está errado, ele nunca aceitará que alguém lhe diga/ensine o que fazer. A esse tipo de pessoa Paulo diz: “Se alguém pensa que sabe todas as respostas, está apenas mostrando a sua ignorância” (I Coríntios 8:2 – BV).

Recusa a autoridade do outro: O orgulhoso não aceita que outros mandem nele, segue seu caminho enfrentando a tudo e a todos, não aceita que digam o que fazer, ele sabe de tudo e se considera acima da lei e da ordem pré-estabelecidas.

Quantas vezes você, como eu, ao entrar em contato com esse trecho da oração do fariseu pensou em como ele era muito arrogante e presunçoso e que, felizmente, não é como ele. Ao assim proceder estamos sendo exatamente como ele, nos considerando superiores a outrem e criticando a quem entendemos ser piores que nós, traços característicos do orgulhoso. Que o Eterno tenha misericórdia de nós e nos ajude a não mais agirmos dessa maneira.

Gelson de Almeida Jr.O Pecado Mais Antigo – Parte I

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