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O Pecado Mais Antigo – Parte II

Semana passada apresentei como traços característicos do orgulhoso a “transferência de culpa”, a “dificuldade em aprender” e a “não aceitação a uma autoridade superior”. Concluo me detendo em mais algumas características da pessoa orgulhosa:

Autoimagem “distorcida”: O orgulhoso se vê de modo excessivamente bom, acha-se o melhor de todos, não perde uma única oportunidade de se vangloriar das oportunidades e conquistas obtidas, acredita que endireitará o “mundo”. A esses Paulo escreve: “Que é que faz vocês superiores a qualquer outra pessoa? Que é que vocês têm que Deus não lhes tenha dado? E, se tudo quanto vocês têm vem de Deus, por que proceder como se fossem tão grandes e como se tivessem realizado algo? ” (I Coríntios 4:7 – BV).

Espírito de Crítica:  Por se achar melhor que os outros, por acreditar estar num plano mais elevado que os demais, o orgulhoso acredita ter o direito de criticar/falar mal dos outros. Conheço pessoas que, na maioria das vezes em que falam de situações do seu cotidiano, é para se referir, de modo depreciativo, aos outros. A esse tipo de pessoa Tiago diz: “Não falem mal uns dos outros…” (4:7). Há muito ouvi de uma sábia pessoa: Se você não tem nada de bom para dizer de alguém, não diga nada.

Egocentrismo: Para a pessoa orgulhosa o centro de sua vida é ela mesma, ama-se tanto que não tem tempo/espaço para amar a mais ninguém, nem ao Eterno. Sendo o centro de seu universo a pessoa orgulhosa não foca em mais ninguém. Esquece que Cristo nos aconselha amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos (Mateus 22:37, 39).

O Eterno não consegue atingir um orgulhoso e salvá-lo, pois, não sentindo necessidade de nada, nem de ninguém, ele jamais O buscará e se renderá a Ele. Portanto, antes de elencar qualquer uma dessas características a outrem, busque-as em si mesmo e, encontrando alguma delas, peça ao Eterno uma transformação imediata.

Gelson De Almeida Jr.O Pecado Mais Antigo – Parte II

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