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MATIAS: Mas antes de comerem o cordeiro, eles precisavam recolher o seu sangue e, com um raminho de ervas como se fosse um pincel, passar o sangue nos batentes das portas. Naquela noite, o anjo de Deus, ao ver o sangue na porta, passaria pela casa sem fazer mal algum aos primogênitos! Aquela foi a primeira páscoa! O povo de Israel foi liberto naquela noite e agora eles não precisavam mais cantar aos sussurros. Eles podiam cantar a plenos pulmões! Moisés pediu que o povo de Israel comemorasse a páscoa todos anos do jeitinho que foi na primeira vez para que o povo nunca se esquecesse que haviam sido cativos no Egito e Deus os havia libertado…

CRIANÇA 1: Mas por que a gente não comemora, então?

MATIAS: Ah, porque não era só isso o que a Páscoa lembrava. Ela lembrava que a salvação e a libertação de cada pessoa dependiam do sacrifício de um inocente, um cordeiro…

CRIANÇA 2: Você está falando de Jesus, senhor Matias?

MATIAS: hehehe, boa, Tito. Como disse meu bom amigo Paulo, “Cristo é nossa páscoa”. A páscoa apontava para o passado, quando o povo foi libertado do Egito, mas também para o futuro, quando viria o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Agora nós, cristãos, temos outra celebração que aponta para o passado e também para o futuro: a ceia. A ceia nos lembra da última páscoa, quando Jesus a instituiu, mas aponta também para o dia em que vamos estar todos juntos, comendo com Ele outra vez!”

(do roteiro original do musical “Ele Vive”, da Comunidade Adventista do Morumbi, exibida no último sábado)

Que nesta páscoa, a celebração pelo que passou na cruz robusteça sua confiança no que ainda está para acontecer.

Marco Aurélio BrasilPascoalina

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