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# Poesia messiânica

WFEO poeta de Nazaré, versava com rimas de humor divino, falando com graça sobre o amor e a sabedoria, sobre o reino de seu Pai, permitindo a seus ouvintes e seguidores vivenciarem a falta de sede, mesmo em meio ao deserto humano.

Por isso, acabou por contrariar a religiosidade a sua volta, engrandecida que estava por suas formas orgulhosas. Vasos lindamente adornados, mas sem água alguma; estanques.

A poética de sua realidade subsistiu não pelas instituições religiosas, mas, pela essência que há em suas palavras, retomadas em momentos esparsos da história.

Rimas eternas. Sem tempo de começo ou fim. Impossíveis de serem perdidas. Tanto que, nem mesmo as mais fortes distorções, conseguiram roubar-lhe o espírito, a substância.

Como não entendê-las, ou absorver seus pensamentos mais sutis, ou ainda, deixar de enxergar com seus olhos de poesia, além da tragédia humana?

Que nossa seja versada pelo caminho, pela verdade e pela vida.

Sadi – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# Poesia messiânica

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