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Quando vierem os problemas…

Em minha sala de trabalho existe um quadro de uma mãe que caminha por uma pequena estrada, seguida poe seus filhos. Como o quadro já estava lá quando me instalei, nunca prestei atenção aos seus detalhes, mas esta semana uma adolescente fez com que eu o olhasse de modo mais cuidadoso. Ela parou à porta da sala e perguntei-lhe se queria entrar para conversar, ela não pestanejou e entrou, perguntei como estavam as coisas em sua vida, e ela respondeu: “Está tudo muito mal, uma droga”. Foi aí que, apontando para o quadro, disse que qualquer dia entraria nele e seguiria a mãe e os filhos. Sua fala me chocou, pois ela é amada por toda a família e admirada pela maioria dos alunos por sua inteligência e beleza, mas se sentia muito atormentada pelos “problemas” do dia a dia.

Infelizmente, o sentimento dela é comum a muitos hoje em dia. Alguns porque tendem a aumentar o tamanho ou o número de seus problemas, outros porque realmente os tem, mas, em ambos casos, é fácil perceber a falta de esperança e a falta de fé em um Pai de amor. Muitos há que padecem por se esquecerem, ou mesmo desconhecerem, a existência de um Pai que cuida incansavelmente de Seus filhos. Um Pai que poderia muito bem ter o o nome trocado para “Amor” e ter como complementos do nome, “Desprendimento”, “Trabalho”, “Bondade”, “Mansidão”, etc.

Nos momentos mais tristes e difíceis de nossa vida podemos sentir de modo forte e intenso Sua atuação em nosso favor. É como se estivesse a nos dizer: “Filho, relaxe um pouco, deixe que eu continuo daqui” e luta em nosso favor nos concedendo a vitória. É muito conhecida a frase de que não devemos dizer a Deus o tamanho do nosso problema, mas devemos dizer ao problema o tamanho do nosso Deus. Não deixe que o desânimo se abata sobre você, lebre-se que ao seu lado existe um Deus que tudo pode. Um Deus que nunca o abandona.

Gelson De Almeida Jr.Quando vierem os problemas…

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