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Haja Paz na Terra

Em 17 de setembro, quando escrevi essa reflexão, comemorava-se o Dia da Compreensão Mundial uma das datas mais importantes, mas também uma das mais ignoradas datas do calendário mundial. Criada pela Organização das Nações Unidas, tem como objetivo fazer com que a humanidade se lembre de, pelo menos em um dia no ano, buscar a paz com o seu semelhante, deixar de lado o ódio, o preconceito, o desrespeito e a intolerância.

Acerca do nascimento de Cristo Isaías disse que Ele seria conhecido, entre outras coisas, por “…Príncipe da Paz” (Isaías 9:6, NVI). Sobre Seu nascimento anjos cantaram a um grupo de pastores uma melodia que dizia: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens” (Lucas2:14, ACF).

Se Cristo é o Príncipe da Paz, se o Seu nascimento trouxe paz ao mundo, onde foi que a humanidade se perdeu a ponto de ser preciso a criação de um dia para ser lembrada da necessidade de compreensão mútua? Muitos diriam que foi com a entrada do pecado com Adão e Eva, a esses faço uma pergunta mais direta: Quando foi que você deixou de amar o seu próximo como a você mesmo, quando se tornou tão superior, a ponto de julgar seus semelhantes ou de desprezar tanto um filho de Deus, chegando ao ponto de não querer mais falar com ele ou de colocá-lo de lado?

O dia do nascimento de Cristo poderia muito bem ser chamado de Dia da Tolerância Universal, mas será um dia como qualquer outro se você e eu não tomarmos medidas efetivas para aceitar nosso semelhante como nosso próximo, como um igual a nós, merecedor de todo o nosso respeito, de todo o nosso carinho e da vida eterna.

“Assim como o corpo sem espírito está morto, também a fé sem obras é morta” (Tiago2:26, NVI). Você pode professar a fé que for, mas se não a traduzir em ações em favor dos que o cercam ela de nada valerá. O Dia da Compreensão Mundial já passou, mas a oportunidade de agir como Cristo agiria em seu lugar ainda não passou.

Gelson De Almeida Jr.Haja Paz na Terra
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Mestres

Nesses tempos de incerteza, em que chegamos a invejar secretamente os convictos (ainda que sua convicção esteja impregnada de ingenuidade), costumo lembrar da promessa grafada em Isaías 30:21: “Quanto te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai por ele.” Gosto desse verso há muito tempo. Costumava pensar nele como uma coisa meio sobrenatural, tipo a força de Star Wars (“desligue o computador, Luke…”), uma voz do além me dizendo claramente o que fazer nas encruzilhadas da vida.

Ai topei com Jeremias 17:9, com sua veemente advertência contra se apoiar na intuição e nos desejos: “Enganoso é o coração, mais que todas as coisas, e perverso; quem o poderá conhecer?” E os dois versos ficavam brigando um com o outro. A crença na “força” contra a razão fria, uma briga feia. Aí esses dias notei o verso que vem bem antes de Isaías 30:21: “Embora o Senhor vos dê pão de angústia e água de aflição, contudo, não se esconderão mais os teus mestres; os teus olhos verão os teus mestres”. Logo, a tal voz que fala atrás de mim é a voz dos mestres, que, conforme a promessa feita por Deus a Israel, é a voz dos mestres, e não a de um Obi Wan Kenobi esverdeado e translúcido. Apelar para a razão ativa nossa necessidade de confiar em um semelhante e confiança é o objetivo maior de Deus. Ele quer que identifiquemos os mestres, que manejam com sabedoria e honestidade intelectual Sua palavra e vivem de acordo com seu discurso.

Fico pensando se essa promessa era específica para a Judá do Velho Testamento ou se ainda está de pé. Em tempos de informação em excesso, a oferta de “mestres” está superabundante. E assim como informação de mais é informação nenhuma, mestres demais são mestres nenhuns. Desconfiamos dos acadêmicos, porque a academia produz muita bobagem. Preferimos crer nas palavras de ordem, nos clichês confortáveis e nas fake news nossas de cada dia e as passamos adiante.

Talvez, portanto, a oração para este tempo, a verdade presente, é rogar que Ele nos abra os olhos para ver. Para ver os mestres. A quem ouvir. Antes de se desviar para a direita ou para a esquerda.

Marco Aurélio BrasilMestres
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Sarau São Paulo tem sua segunda edição neste próximo domingo

O Sarau São Paulo é um projeto parceiro do Instituto Nova Semente realizado sob a direção artística do maestro Jean Reis e produção de Bianca Molina e visa promover e incentivar orquestras e grupos de música erudita da cidade de São Paulo.

A segunda edição desse evento acontecerá neste domingo dia 16/SET às 17h no Espaço Nova Semente, e contará com a apresentação de um quinteto de metais, um quarteto de cordas e duetos de violino e viola.

O ingresso tem valor simbólico: R$ 5,00 e poderá ser adquirido na hora do evento, na recepção do Espaço Nova Semente.

Se você gosta de música erudita uma opção para sua tarde deste Domingo é o Sarau São Paulo.

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Vida Em Grupo

Mais um ciclo do programa vida em grupo se iniciou e se você ainda não esta engajado em um PG, veja a lista com as casas/bairros disponíveis aqui no telão ou no banner que esta em nosso hall e qualquer dúvida envie um email para [email protected]

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Bazar Do Bem 2018

Já começamos a receber em nossa lojinha, doações para o nosso tradicional bazar, vale lembrar que toda nossa arrecadação vai para o Instituto Nova Semente. Você pode doar roupas, acessórios, sapatos, objetos de decoração.

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Curso Menu Para Um Dia

O Ministério Mais Amor, junto com o restaurante Semente Natural Food, esta promovendo o curso de Menu para Um Dia. Uma aula especial focada na comida saudável. Dia 18 de setembro da 19h às 21h. Mais informações diretamente no restaurante ou através do e-mail: [email protected]

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Aula de Culinária

A nova Semente juntamente com o restaurante Sementes Natural Food esta promovendo mais uma edição do seu curso de culinária saudável, no dia 13/11 das 19h às 21h. Desta vez com A AULA CULINÁRIA VIVA, você vai aprender a preparar saladas nutritivas, técnicas de germinação e sobremesas. Para saber mais informações ou fazer sua inscrição escreva para [email protected] ou diretamente no restaurante.

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Equilíbrio – Quartas 19h

Pensando no crescimento emocional da saúde física, relacional e espiritual das pessoas a Nova Semente criou um espaço grupal de convivência baseado na leitura de livros que focam o equilíbrio emocional em busca uma vida melhor.

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Maranata

Você caiu num buraco fundo, escuro e úmido. Lá fora, só silêncio, sonidos distantes de cigarras e outros típicos da floresta. Tente imaginar o seu estado de espírito nessa situação, acho que não seria muito difícil. Mas atenção! Apareceu alguém lá em cima, deu um belo sorriso e disse que vai tirá-lo dali. Só precisa pegar uma corda. É alguém que inspira muita confiança. O seu estado de espírito continua o mesmo? Você vai viver aqueles últimos momentos de expectativa da mesma forma e com as mesmas perspectivas de até então ou vai parar de arrancar os cabelos e de se angustiar?

Agora tente imaginar outra situação hipotética. Você está no trânsito de São Paulo, dirigindo pelas marginais, quando sintoniza no rádio um alerta: está chegando à cidade uma enorme tempestade. Em poucos instantes vai cair um dilúvio, com perigos de transbordamento dos rios e córregos da cidade, enfim, caos à vista. O que você faz? Continua dirigindo serôdiamente, assobiando e fazendo o caminho que havia planejado ou tasca o automóvel no primeiro hipermercado ou shopping que aparecer?

Pois bem, a Bíblia diz que Jesus Cristo está voltando. Ela não faz rodeios para falar disso, ao contrário, a mensagem a respeito desse evento está repetida cerca de 1.500 vezes. Para cada verso com uma profecia a respeito do primeiro aparecimento de Cristo, há oito falando do segundo aparecimento dEle e o mais lembrado é o que está em João 14:1-3: “Não se turbe o coração. Credes em Deus, creiam também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas… vou preparar-vos lugar, e se eu for, voltarei e os buscarei, para que onde eu estiver vocês estejam vós também”. A última profecia da Bíblia é esta (“Certamente cedo venho”, Apoc, 22:20).A Bíblia é clara ao dizer como isso acontecerá: será de forma inequívoca, “todo olho o verá” (Apoc 1:7), será um evento
literal (At 1:11), audível (I Tess. 4:16 e 17) e universal (Mat 24:27). Quando isso acontecer, haverá apenas dois grupos de pessoas na Terra: aqueles que esperavam isso acontecer e se prepararam para isso, saudando Jesus, para quem aquele será o dia mais glorioso de todos, e os outros, que, segundo Apocalipse 6:16, pedirão às rochas e aos montes que caiam sobre eles para os esconder de Jesus, num misto de vergonha e medo.

A volta de Jesus é um fato bíblico, dito e repetido como nenhum outro. Tudo o que a Bíblia previu para acontecer até agora aconteceu à risca, daí a confiabilidade do rosto que apareceu lá em cima, no buraco em que caímos. Podemos confiar nele! E, se confiamos que alguém está vindo com a corda para nos tirar do buraco de dor, separação, solidão, angústia e culpa em que caímos, já vivemos diferente da forma como vivemos até ouvir essa mensagem. Você expressa essa alegria no rosto?

Ou vai continuar vivendo como sempre, rumando para a tempestade que foi anunciada porque não quer desviar do seu conveniente caminho?

Marco Aurélio BrasilMaranata
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Declaração de dependência

Um tempo houve nesta terra em que as leis eram feitas por pessoas que não nasceram aqui. Pior, pessoas que jamais haviam pisado aqui. Nesse tempo, as leis visavam quase que exclusivamente proteger os interesses deles, os de lá, d’além mar. Os barcos chegavam, entupiam-se do melhor que por aqui havia, e rumavam de volta para lá. Por caprichos do destino os tais legisladores locupletadores vieram dar aqui, terra de muita luz, mosquito e calor, mas nada mudou, o sumo da terra continuava a ser canalizado para eles e os que protegiam. Assim foi até o dia em que declaramos nossa independência.

É a data mais importante de nosso calendário cívico, feriado nacional, cantada em vetustos e imponentes versos logo no começo do hino nacional, merecedora até de um hino próprio, onde se canta a plenos pulmões que “já raiou a liberdade no horizonte do Brasil”.

Agora estamos livres. Livres para não ser mais espoliados por outros. Agora podemos nos espoliar nós mesmos. Agora os que se locupletam são filhos desse solo, não temos mais a vergonha de
entregar o ouro ao estrangeiro. E os filhos da terra se mostram exímios nessa arte, não devemos nada a ninguém. A liberdade deste mundo é sempre precária.

Ainda assim, independência é algo que nos soa positivamente, ao passo que dependência tem sempre um aspecto negativo. Ser dependente de alguém é ser fraco, é não ter personalidade.

E, no entanto, é o único caminho para salvação e para vida eterna. “Sem mim nada podeis fazer”, diz Jesus Cristo (Jo.15:5). A diferença para a dependência ruim que estamos acostumados a
encontrar é que Jesus não nos espolia. Temos um “colonizador” que quer efetivamente nosso melhor, quer que nosso ouro, o ouro que Ele mesmo planta em nós, reverta para nossa vida e dos que nos rodeiam. Mais que isso, Ele quer que retenhamos o ouro que vale a pena reter.

A ilusão da liberdade é que ela nos faz usá-la para coisas altamente perecíveis. Submetendo-a a Jesus, somos verdadeiramente independentes da morte e de seus sub-produtos. Nesse caso, amigo, é
dependência ou morte.

Esta é minha declaração de dependência. Confesso ante todos que sem Cristo eu não sou nada e que O seguirei por onde pedir, porque experimentei a Vida e me apaixonei por ela.

Marco Aurélio BrasilDeclaração de dependência
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