Publicações com Cristo

Acabando Com a Injustiça Social

Há 50 anos, (02 de maio de 1968), uma medida tomada pela reitoria da Universidade de Paris, em Nanterre foi o estopim do maior movimento estudantil na França. Com a adesão dos estudantes da Sorbonne e, dias mais tarde, de grande parte da população francesa, o movimento culminou com a maior greve geral europeia, com 9 milhões de participantes. Numa grande manobra política o general Charles De Gaulle acalmou os ânimos com uma série de promessas e a convocação de eleições gerais. Até hoje os anseios da época ainda não foram plenamente atendidos.

Há pouco mais de dois mil anos um povo dominado e oprimido por intrusos viu surgir um homem com ensinamentos estranhos e ousados. Com frases como: “Ama o teu próximo como a ti mesmo”, “Felizes os mansos, os misericordiosos, os pacificadores…”, “Bem-aventurados os que são perseguidos…”, e defendendo princípios como “dar a outra face” ao agressor, orar pelos inimigos e a ser honesto nas mais simples coisas, foi odiado pela liderança religiosa e mal interpretado pela liderança política.

Mesmo assim foi fiel à Sua Missão de tornar o caráter do Pai conhecido e trazer esperança e salvação, a um mundo que estava completamente desesperançado. Acerca disso afirma o profeta: “O povo que caminhava em trevas viu uma grande luz; sobre os que viviam na terra da sombra da morte raiou a luz” (Isaías 9:2 – NIV).

A História mostra que os grandes movimentos sociais que surgiram foram passageiros, com pouco efeito prático e, pior ainda, o tempo mostrou que muitos líderes tinham um discurso muito diferente da prática, enquanto no discurso defendiam as minorias, na prática se tornavam iguais ou piores aos que afirmavam combater. Não por acaso o “meio literal” da Palavra de Deus traz a profunda verdade de que é melhor confiar no Senhor do que nos homens ou nos governantes (Salmo 118:8 e 9).

Muito mais antigo que o movimento estudantil francês, o movimento social iniciado por Cristo, é o único confiável e que verdadeiramente combate a injustiça social, pois dá aos seus participantes uma vida melhor agora e a certeza de uma vida eterna perfeita ao lado do único e verdadeiro líder social que já viveu nesse mundo.

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O Pecado Mais Antigo – Parte I

“Eu te agradeço, ó Deus, porque não sou pecador como as outras pessoas…” (Lucas 18:11 – NVI)


O fariseu sobe ao templo para orar, mas gasta a maior parte do tempo falando quão bom ele é, mas que, segundo Cristo, voltou para casa sem estar justificado perante o Pai. Como ele era um estrito cumpridor da “Lei”, mas, mesmo seguindo os mandamentos da melhor maneira possível, se perdia em todo o seu orgulho.

O orgulho fez com que o mais alto anjo na Corte celeste, desejasse posição superior à que ocupava, orgulho levou Eva a caminhar sozinha pelo jardim, resultando no seu pecado. O orgulho fez com que Adão, quando confrontado pelo Eterno, acerca do seu pecado, não assumisse a culpa pelo erro cometido e transferisse ao Criador, que lhe dera a mulher.

Vejamos algumas características perversas do orgulho, infelizmente, muito presentes em nossa vida.

Transferência de Culpa: Assim como Adão, o orgulhoso não assume a culpa por seus erros, pode até concordar que tenha errado, mas a culpa é do outro, que o levou a errar.

Não é “Ensinável”: É muito difícil, até impossível, ensinar o orgulhoso, pois, não reconhecendo que está errado, ele nunca aceitará que alguém lhe diga/ensine o que fazer. A esse tipo de pessoa Paulo diz: “Se alguém pensa que sabe todas as respostas, está apenas mostrando a sua ignorância” (I Coríntios 8:2 – BV).

Recusa a autoridade do outro: O orgulhoso não aceita que outros mandem nele, segue seu caminho enfrentando a tudo e a todos, não aceita que digam o que fazer, ele sabe de tudo e se considera acima da lei e da ordem pré-estabelecidas.

Quantas vezes você, como eu, ao entrar em contato com esse trecho da oração do fariseu pensou em como ele era muito arrogante e presunçoso e que, felizmente, não é como ele. Ao assim proceder estamos sendo exatamente como ele, nos considerando superiores a outrem e criticando a quem entendemos ser piores que nós, traços característicos do orgulhoso. Que o Eterno tenha misericórdia de nós e nos ajude a não mais agirmos dessa maneira.

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Restauração

Em uma das dependências da Basílica de São Pedro está Pietá (foto ao lado), uma das mais conhecidas obras de Michelangelo Buonarroti, feita em mármore (174cm X 195cm) retrata Maria tendo em seus braços Jesus, após Sua morte. Tamanha é a sua perfeição que muitos duvidaram que o jovem Michelangelo, 23 anos à época, a tivesse esculpido.

Em 21/05/1972, Laslo Toth, um geólogo húngaro com distúrbios mentais, aos gritos de “Eu sou Jesus Cristo”, atacou a obra com uma marreta. Apesar do dano severo foi realizada uma restauração perfeita, não se notando os efeitos do ataque. Desde então a obra está protegida por um vidro à prova de balas.

Há muito, na parte final de sua atividade criadora em nosso planeta, o Criador criou aquilo que foi a “obra coroadora” da Criação, o homem. Dotou-o das melhores e mais nobres habilidades e faculdades intelectuais, era perfeito, nada poderia ser melhorado. Tempos mais tarde, porém, o inimigo atacou a “obra coroadora” do Criador e fez com que o ser humano entrasse em rebelião contra o seu Artífice, tornando-se irreconhecível, muito aquém do alto propósito para o qual fora criado.

Do alto de Sua misericórdia o Criador assumiu a forma humana afim de nos restaurar e, através do precioso sangue de Cristo, derramado por cada pecador no Calvário, fomos resgatados de nossa vã maneira de proceder (I Pedro 1:18-19). Mais que Criador, agora Ele era o Resgatador. Foi o início do trabalho de restaurar no ser humano a imagem divina, destruída por ocasião do pecado. Essa obra ainda não está completa, terminará quando Ele vier em glória e majestade buscar os Seus queridos. Aí então, seremos completamente transformados e iremos encontrar o Senhor nos ares (I Coríntios 15:51; I Tessalonicenses 4:17).

A obra de Michelangelo foi restaurada por artistas que sequer o conheceram pessoalmente, mas nós seremos transformados e restaurados pelo próprio Criador, este será um dia será inesquecível e memorável. Consegue imaginar como será isto? Prepare-se, esse dia está muito próximo.

Gelson De Almeida Jr.Restauração
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Adeus 2017

“(…) esquecendo as dificuldades do passado, avanço para o fim que está proposto diante de mim” (Filipenses 3:13 – O Livro)


2017 está acabando e leva consigo uma série de derrotas, mas leva também as conquistas. Aquilo que um dia foi alvo e foi alcançado agora é passado, hora de criar novas metas afim de continuar a crescer, as derrotas não devem passar de lições a ser aprendidas.

Talvez 2017 tenha sido um ano de revelações para você, descobriu amizades, quem sabe até um amor, onde nunca imaginou, pode ser também que de onde mais esperava amizade, carinho e cumplicidade tenha vindo tristeza, ódio e desconfiança. Quem você imaginava ser eterno desapareceu e quem você imaginava ser indiferente mostrou-se aquele em quem podia confiar. A vida não foi maravilhosa para ninguém, cada um teve seus bons, mas também seus maus dias, o importante é não valorizar demais, nem uma coisa nem outra.

Muito do que lhe aconteceu em 2017 não foi culpa sua, mas o que levará para 2018, isto sim, é de sua inteira responsabilidade. O sucesso em 2018 poderá ficar comprometido se você não o iniciar da maneira correta. No verso de hoje Paulo afirma que seu foco principal não era o passado, mas o presente e o futuro, e termina sua mensagem dizendo que deixava o passado para trás e sempre seguia em frente, pois tinha diante de si um alvo, a “recompensa a receber no céu, por Cristo Jesus” (verso 14).

O que você levará para 2018? Amizades ou inimizades, alegria ou tristeza, sucesso ou insucesso, vitória ou derrota? Se, como Paulo, deixar as dificuldades para trás e seguir em frente, mirando a recompensa a ser recebida das mãos de Cristo não tem como ter um 2018 ruim, provações poderão vir, mas a certeza de ter o Eterno ao seu lado em todo os momentos tornará tudo melhor.

Que venha 2018, mas que ele traga Cristo com ele.

Gelson De Almeida Jr.Adeus 2017
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Natal

Papai Noel, árvore de Natal, presentes, viagem, festas, comilança, alegria, amigo secreto, amigo ladrão, reencontro, etc., estas são palavras de ordem na maioria das comemorações de Natal em nossos dias. Talvez, com espanto, você esteja me censurando e pensando, “Como ele faz uma lista de Natal e não coloca Jesus!!!”. Confesso que havia escrito “Jesus” na lista, mas apaguei de propósito, e porque o fiz? Pelo simples fato de que muitos lembram-se de tudo no Natal, menos do motivo do Natal.

Talvez, você me censure dizendo que Jesus não nasceu nesta época do ano e, como historiador e teólogo, concordo plenamente com você, mas pergunto: “O que se comemora no Natal, não é o nascimento de Cristo? ”, sim, não importa se é uma data festiva, se é uma data criada por uma entidade religiosa, o fato é que o Cristianismo, de modo geral, adota a data.

Perdoe-me o saudosismo, mas sou da época em que o principal enfeite do Natal era um presépio, onde a figura de destaque era um bebê, representando o infante, nascido em Belém para salvar a humanidade. Quantos presépios você viu até agora? Já viu alguma referência ao “aniversariante”?

Muito mais que mostrar azedume em minhas palavras, quero que ao ler estas linhas você, não importando sua relação com o Natal, se lembre de que, há pouco mais de dois mil anos, as profecias messiânicas se cumpriram, conforme afirma Paulo (Gálatas 4:4). Se possível, pare agora, feche os olhos e gaste um tempo a meditar no que realmente foi e o que representa a vinda de Cristo à Terra. Uma autora evangélica contemporânea afirma que faríamos muito bem em gastar cerca de meia hora por dia para meditar na vinda, na vida e no sacrifício de Cristo por nós.

Ainda dá tempo, corra para terminar os preparativos para o Natal. É gostoso comemorar o Natal, mas de nada adiantará você comemorá-lo sem lembrar de Cristo. Natal sem Cristo é apenas uma festa, como qualquer outra, mas Natal com Cristo é vida, é esperança, é certeza. Passe o Natal com Ele e faça desse o melhor Natal de sua vida.

Gelson De Almeida Jr.Natal
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O Senhor é… Salvação

“O Senhor é”. Quando falou a Moisés na sarça ardente o Eterno ordenou-lhe que fosse diante de faraó pedindo que libertasse os hebreus e que lhes anunciasse a libertação, titubeante Moisés perguntou-Lhe quem ele deveria dizer ao povo que o havia enviado, e ouviu: “Diga que o Eu Sou me enviou a vós” (Êxodo 3:14). Dentro dessa série de mensagens trazidas pelo Salmo 18:2 acerca de quem é o Eterno para nós, hoje veremos que Ele é Salvação, sempre foi e sempre será o único meio de salvação dos homens.

Dias atrás comentei o diálogo entre Cristo e os fariseus, quando Lhe disseram nunca haverem sido escravos de ninguém (João 8:33), logo, não precisavam de libertação. Quanta arrogância! Ao falar que o Eterno é nossa Salvação, espero que você não tenha atitude parecida com a deles e afirme não estar perdido e não precisar de um Salvador, pensamento muito comum em tempos de Pós-Modernismo.

Paulo disse que todos estavam perdidos e, como tal, condenados à morte, pois haviam pecado (Romanos 3:23 e 6:23). Falando aos líderes religiosos da época Pedro afirmou que não existia a menor possibilidade de salvação senão através do Filho (Atos 4:12).

Portanto, se você é um pecador, e é, está condenado à morte, a não ser que o Eterno intervenha, como já fez ao enviar o Filho para salvar o seu povo dos seus pecados (Mateus 1:21). Não importa quão longe tenha ido em sua vida de pecados, quão escuro seja seu passado ou até o presente, não importa nada, o Senhor é Salvação e o melhor de tudo é que essa maravilha é completamente gratuita, o preço já foi pago no Calvário.

Em breve, muito em breve, o Deus da Salvação virá buscar os que aceitaram Sua graciosa oferta. Naquele dia dois grupos estarão presentes diante dEle, os que fizeram o bem para a Salvação e os que fizeram o mal para o castigo “eterno”. Escolha certo, escolha o Deus da Salvação.

Gelson De Almeida Jr.O Senhor é… Salvação
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O Senhor é… Libertador

Continuando a série de mensagens sobre o texto de Salmo 18:2, intitulada “O Senhor é”, quero me deter hoje em Deus como nosso Libertador. Após perdoar a mulher apanhada em adultério, que muitos, erroneamente, afirmam ser Maria Madalena e falar de Sua Missão e autoridade Cristo afirmou que “(…) se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8:36).

Momentos antes de proferir as palavras acima os fariseus, do alto de sua arrogância, haviam dito a Cristo não serem escravos de ninguém (v.33), assim mesmo Ele afirma que a verdadeira libertação só Ele, como Deus, poderia conceder.

Num mundo caótico, onde o pecado cada vez mais aprisiona suas vítimas, é essencial termos um Libertador. Muitos, como os fariseus, sequer imaginam ser prisioneiros. Nossa prisão pode ser de vários tipos, vícios, sejam eles de qual tipo for, relacionamentos pobres ou destruídos, negativismo, obsessões, amargura e rancor, etc., mas não importa o que seja, podemos ser libertos.

Quando se referiu a esse tipo de cativeiro Cristo foi além, afirmou que somos escravos e escravos do pecado (v. 34). Um escravo tem apenas duas maneiras de se tornar livre, se o seu senhor o libertar ou se outro senhor, com poder maior que o seu, proporcionar a libertação. Em nosso caso, como escravos do pecado, jamais seremos libertos pelo “senhor do pecado”, mas nosso caso não é perdido, existe Alguém que quer nos libertar e Seu poder é muito maior que o dele

Mas nunca seremos livres se não seguirmos algumas regras:

  1. Reconhecer que somos escravos do pecado (o primeiro passo para a cura é o reconhecimento da doença).
  2. Reconhecer que o inimigo e suas armadilhas são fortes demais para nós.
  3. Reconhecer que somente um Poder muito maior que o nosso poderá nos libertar por completo (João 8:36).
  4. Reconhecer que o segredo da libertação está em conhecer a Verdade (João 8:32).
  5. Reconhecer que uma vez libertos devemos permanecer em Cristo para não cairmos novamente (João 15:5 e 7).

Busque o Eterno, seja livre e desfrute da verdadeira liberdade.

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Fé Vacilante

Homem de pequena fé, porque duvidou? ” Mateus 14:31 (NVI)


Era madrugada e o dia fora intenso. Os discípulos, navegando no Mar da Galileia, percebem um vulto que se movia sobre as águas. Pedro indaga quem é e tranquiliza-se ao ouvir a voz do Mestre, mas, duvidando, pede para andar sobre as águas. Ouve o convite e desce do barco, mas, ao sentir o vento forte, teme, começa a afundar e clama ao Mestre por socorro. Nesse instante ouve as palavras do texto acima.

O homem que testemunhara a cura de sua sogra, a transformação de água em vinho, a cura de leprosos, de endemoniados, de um paralítico, a tempestade no mar que se acalmara, a ressurreição de uma menina e que, horas antes, participara da multiplicação dos pães, agora, frente a frente com o Mestre, teme o vento. Teve coragem para descer do barco, sentiu o mar se tornar sólido sob seus pés, mas temeu o vento!

Convivendo com o Doador da vida temeu afundar no mar. De nada adiantara o tempo passado com o Mestre, ainda possuía uma fé vacilante. Em realidade sua fé nada mais era que uma demonstração clara da confiança que tinha no Mestre. Confiava tanto que desceu do barco. Todavia, entre confiar no Mestre e temer o vento, escolheu temer o vento.

Achava-se forte espiritualmente, mas era fraco, medroso e temeroso. Na verdade Pedro nunca experimentara de verdade o poder transformador do Mestre em sua vida. Conhecia de ouvir e testemunhar, não de experimentar.

Situação parecida é a de muitos hoje em dia. Dizem confiar no Eterno, mas na primeira prova mais aguda sua fé desfalece. Como Pedro, passam tempo com Cristo, mas a fé continua vacilante. Não entendem que para alcançar uma fé inabalável é necessário mais que ficar ao Lado dEle, é necessário viver com Ele e torná-Lo o Senhor das ações. J. Stott, em O Discípulo Radical, afirma que o tamanho da nossa fé está diretamente relacionado ao “tamanho” do nosso Cristo. Nossas ações no dia a dia e nosso comprometimento com o Seu trabalho mostrarão o tipo de Cristo em quem confiamos.

Sua fé não é adequada? Busque conhecer o Eterno de forma empírica e profunda, viva de forma plena e abarcante a fé que professa ter. Não permita que a dúvida e o medo o assaltem. Cristo é maior que tudo e todos e estará ao seu lado até o fim (Mateus 28:20).

Gelson De Almeida Jr.Fé Vacilante
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Testemunhando

Há muitos anos, na cidade de Bedford, três mulheres conversavam à porta de uma residência acerca de sua experiência espiritual. Muito entretidas, não perceberam a chegada de um homem, que ficou a ouvir o que falavam. Aquilo marcou-o tanto que decidiu conhecer mais acerca do Jesus de quem falavam as mulheres, afim de ter experiência parecida com a delas. Se converteu, seu nome, John Bunyan, autor da célebre obra “O Peregrino”. E as mulheres, quem eram? Nunca se soube quem eram, mas, com certeza, deram testemunho eficaz da fé que abraçavam.

Provavelmente aquelas mulheres morreram sem imaginar o valor de um verdadeiro testemunho e a extensão do que fizeram naquele dia. A verdade, porém, é que somente a eternidade revelará o tamanho e a extensão do testemunho que deram em sua vida.

Ao longo da vida tenho encontrado pessoas que, em tom de desânimo, afirmam saber do seu dever de levar almas aos “pés de Cristo”, mas que se sentem incapazes de fazer isto, dizem “não ter jeito para a coisa”. Sempre digo que, muito mais importante que pregar Cristo para as pessoas, é viver Cristo para as pessoas.

O mundo precisa conhecer Cristo, apresente-O ao mundo, fale de Seu amor, mas mostre o Seu poder, poder que vivifica e transforma todos os que a Ele se achegam. Um exemplo de vida vale mais que muitos sermões pregados na mais imponente igreja.

Gelson De Almeida Jr.Testemunhando
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Cansou, pegue uma carona!

Anos atrás, quando o acesso a bicicletas com marchas era muito restrito, inúmeras vezes vi garotos pedalando ladeira acima quase que sem forças para terminar o trajeto, até que aparecia um caminhão ou um ônibus e, sem pensar duas vezes, agarravam na lateral do veículo ladeira acima. Era interessante ver o sorriso de alívio e alegria quando chegavam ao alto da rua.

Nos evangelhos encontramos uma grande quantidade de homens e mulheres que estavam a subir a “ladeira” de sua vida quase sem forças, prestes a desanimar, até encontrarem o Salvador, que lhes deu uma “carona” ladeira acima. Desânimo, desesperança, tristeza, pesar, dor, nada resistia à presença do Salvador, a vida triste e sem sentido tinha um novo colorido, um novo sentido, Cristo operara a mudança.

As bodas de Caná, Marta e Maria, a mulher com fluxo sanguíneo, Jairo, a viúva de Naim, Bartimeu, o paralítico junto ao tanque de Betesda e o endemoninhado de Gadara são apenas alguns exemplos de situações onde a presença e atuação do Salvador mudou completamente o rumo das coisas. Mesmo para aqueles que achavam que a vida estava boa e tranquila, como Zaqueu, as coisas melhoraram.

O Homem que deu novo sentido à vida de seus contemporâneos quer fazer o mesmo na sua. Não importa o problema pelo qual esteja passando, não importa o tipo de vida que tenha ou a situação em que se encontre Ele pode mudar a sua sorte. Ele pode, e quer dar, um novo sentido à sua vida. Neste exato instante Sua mão está estendida em sua direção, apenas confie e pegue-a. A promessa é clara, o seu fardo se tornará leve e o seu jugo suave (Mateus 11:28-30).

Gelson De Almeida Jr.Cansou, pegue uma carona!
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