Publicações com Cristo

O quanto ele me ama?

Foto tirada numa rodoviária de nosso país.

Você gosta de feijoada ou de churrasco? Foi meio pesado, sei..então gosta de saladas ou de massas? Acho que não mudou muito, rs #gordices

Mas vou me redimir: você prefere caminhar ou jogar bola? Saiba que nada disso interfere no amor que o Eterno tem por você. Ele nos ama do jeito que somos.

Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.” Filipenses 2:5

É arriscado definir grandes verdades em uma frase apenas, mas eu tentarei. Se eu fosse escolher uma afirmação capaz de revelar o plano de Deus conosco, diria o seguinte:

Deus te ama da forma como você é, mas não aceita deixá-lo do jeito como está. Ele quer que você seja simplesmente como Jesus.”

Você está muito enganado se pensa que o amor divino varia de acordo com a força de sua fé. Não compare o amor do Eterno com o amor expressado pelas pessoas que conhece. Em geral, o amor das pessoas muda conforme os resultados. Ele pode ser grande se a performance for boa e pequeno à medida que os erros aumentam.

O amor de Deus NÃO funciona assim. Ele o ama da forma como você é.

O amor de Deus não aumenta com as coisas boas nem diminui com os erros que você comete. Não esqueça disso é decida amá-lo.

Adriano VargasO quanto ele me ama?
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O objetivo não é o Céu

Em quase todas as religiões, denominações e filosofias (sejam elas cristãs ou não) existe o pensamento comum de que temos um objetivo a atingir. Seja um Céu, um estado elevado de espírito ou uma boa reencarnação. E, para isso, se ensina que temos que nos esforçar para ser bom, ajudar o próximo, tomar cuidado com o que fala, etc.  Mas o que Jesus realmente ensinou sobre nossa caminhada aqui na Terra? Todas as Palavras e mandamentos que Ele nos deixou só servem para nos ajudar a receber algum tipo de recompensa?

A Bíblia fala de um porvir melhor. O próprio Jesus disse uma vez: “Na casa de meu Pai há muitos aposentos; se não fosse assim, eu lhes teria dito. Vou preparar-lhes lugar” [João 14:2]. Em Apocalipse 21:10-27 encontramos o relato de como é a Nova Jerusalém e vemos o quão incrível ela é. Ellen White, escritora norte americana do século XIX que recebia mensagens de Deus, teve o privilégio de conhecer este Céu e, quando ela voltou de sua visão, ela escreveu: “Oh! quão escuro pareceu-me este mundo! Chorei quando me encontrei aqui, e senti saudades. Eu tinha visto um mundo melhor, e o atual perdeu o seu valor.” [Visões do Céu, pág. 7, Casa Publicadora Brasileira]. Não há dúvida de que o que nos aguarda é algo realmente grandioso e maravilho.

Mas Jesus, ao vir a este planeta, nos ensinou algo mais profundo do que um mero conquistar o Céu. Temos que ter a esperança de herdar o Céu, mas não podemos focar somente nele e menosprezar o nosso tempo presente nesta Terra como se fosse de pouco ou nenhum valor. O objetivo do cristão deve ser o próprio Cristo e Este já está ao lado dos Seus seguidores [Mateus 28:20]. Aquele que segue a Jesus obedece Suas palavras não para merecer algo melhor, mar porque O ama [João 14:15]. Aquele que segue a Jesus ajuda o próximo não para receber algo em troca, mas porque o Seu mestre disse que este era o grande mandamento [Mateus 22:39]. O Céu, na verdade, começa no momento em que aceitamos a Cristo em nossas vidas e, como resposta ao amor dEle por nós, passamos a seguir seus mandamentos. Claro que este momento que estamos passando ainda não é o ideal, mas chegará o dia em que, finalmente, veremos o nosso Mestre face a face em um lugar onde não existirá mais dor e nem choro [Apocalipse 21:4]. Enquanto este dia não chega, vamos viver o Céu (que é o próprio Jesus) aqui na Terra e mostrá-Lo às pessoas a nossa volta.

Que Deus nos ajude a ter esta consciência mais profunda sobre os mandamentos de Cristo e que possamos segui-los não para receber uma recompensa, mas como uma resposta ao amor dEle por nós.

 

ComunicaçãoO objetivo não é o Céu
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Pau que nasce torto nunca se endireita…?

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Não! Não! Isso não será um remake dum certo grupo musical baiano da década de 1990. Na realidade cada dia mais refletimos e analisamos mais o fator determinante dos atributos humanos. O Salmo 51:5 “Sei que sou pecador desde que nasci, sim, desde que me concebeu minha mãe.” se mal interpretado [ele é mal interpretado], gera uma geração de crentes freudianos com Síndrome da Gabriela [Eu nasci assim, eu cresci assim, e sou mesmo assim, vou ser sempre assim…].
No passado, acreditava-se que grande parte dos problemas do homem tinha origem no mundo espiritual. Os doentes mentais eram sempre vistos como possuídos por um espirito mau. Com advento do método científico e com o nascer das ciências, a realidade humana passou a ser interpretada principalmente a partir do ambiente e da genética. Calma, já vai entender onde quero chegar…estou dizendo que nosso comportamento ou procede da influência do ambiente onde vivemos ou está determinado pelos nossos amiguinhos genes.
Já vivemos várias fases, houve uma tendência de valorizar o ambiente como principal fator determinante do comportamento do homem. Se nasci em terras tupiniquins “jogo bem futebol, gosto de samba e sou corrupto“. Assim, muitos antropólogos, psicólogos e sociólogos [eu não sou nada disso, sou apenas um estagiário, rs] enfatizam muito que o contexto à nossa volta molda o nosso jeito de ser. Aparentemente, o enfoque tem sido mudado nos últimos anos. Os avanços tecnológicos, estudos sobre DNA e outras pesquisa genéticas mais recentes tem valorizado a base genética do comportamento do homem. “Filho de peixe,peixinho é!” é a tona da vez. A partir daí, muitos tem dito que “engordar muito” pode ser mais genético do que por falta de bons hábitos. As doenças graves tem hora marcada para aparecer, já definidas no próprio DNA. E por aí tem celebridade “cortando os peitos” para não sofre esses males. Para surpreender muitos tem surgido sugestões de que “trair o cônjuge”, “ser estuprador”, “ser assassino”, “possuir tendência heterossexual, homossexual, bissexual ou pansexual” [não sei mais onde vamos parar] é fator determinado pelo código genético. É essa história de genes ainda vai dar muito pano pra manga nos próximos anos…
Enquanto isso, os religiosos, entre eles, muitos “adv” [adv: Adventista do Sétimo Dia], ficam assustados diante da possibilidade de muitos dos comportamentos rejeitados pelo cristianismo histórico dos homens de barbas longas e roupas pretas venham ser “finalmente explicados e justificados pela ciência”. A verdade é que muitos estão realmente confusos, e como estão confusos…
Voltando nossa atenção para o texto do Salmo 51, certamente encontramos muita luz sobre o assunto [prá variar!]. Quando lemos o Salmo, notamos que a poesia do Davi é uma confissão de pecado. O salmista confessa duplamente sua situação de pecado perante Deus. No versículo 4, ele afirma que pecou contra Deus, isto é, cometeu um ato que fere o padrão moral divino. A frase do verso 5, não traz a ideia que ele nasceu de um ato pecaminoso em si, mas que o seu problema não foi apenas determinado pelo ambiente, o problema mais sério é que “nascemos” pecadores.
O pensamento bíblico não precisa temer nenhuma ciência. De fato, creio eu [digo de novo um “simples estagiário”], que nosso comportamento tem origem espiritual, ambiental e genética. Os três fatores interagem de modo complexo nessa experiência louca de ser “ser humano”. Um fator não exclui o outro. Por isso, digo que ainda que se possa comprovar [e provavelmente farão] que muitos comportamentos perversos possam estar relacionados diretamente com um fator genético, isso jamais exclui o “erro objetivo”, jamais “exclui a culpa” e nunca “pode ser justificado”.
Será que a presença de muita testosterona num homem deveria “justificar” um estupro? Talvez ajude a explicar em parte o ocorrido. Hormônios que favoreçam nossa agressividade poderiam “justificar” um homicídio? Podemos afirmar que uma tendência humana perversa ou a pratica de um comportamento nocivo deve ser “redimido” por ser considerado “natural” ou “biologicamente explicável”? É claro que não, para nenhuma das questões! Assim adultério, práticas homossexuais, dependências de drogas, alcoolismo, etc. permanecem como práticas indesejáveis.
É por essa razão que nossa única esperança é Jesus [como diz a música]. Ainda que tenhamos feito mal e nossas tendências pecaminosas existam desde nascimento, podemos orar como Davi e crer que seremos perdoados e ganharemos forças para lidar com nossa fragilidade. Isso é extraordinário, pois, finalmente podemos contar com a realidade de que apesar do que somos, da criação que recebemos, das limitações culturais e de toda a carga genética legal que tenhamos herdado [eu por exemplo, queria ser mais alto], por causa de Cristo e de seu evangelho “pau que nasce torto não precisa morrer torto.

adaptado texto Luiz Sayão

Adriano VargasPau que nasce torto nunca se endireita…?
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#A viagem

31 de Agosto de 2013, esta é a última data para quem quiser se inscrever no site Mars One (símbolo ao lado) para concorrer a uma viagem a Marte. Com certeza muitos se sentirão tentados a fazer sua inscrição para concorrer ao sorteio. Há, porém, um pequeno detalhe que fará muitos desistirem, esta é uma viagem sem volta, isto mesmo, os que forem selecionados deverão residir, a partir de 2023, de modo definitivo, em Marte para iniciar um processo de colonização do planeta. Mesmo assim existem mais de cem mil inscritos para participar da missão.

Quando você nasceu seu nome foi inscrito em uma lista para participar de uma viagem interplanetária, isto mesmo, para participar, sem sorteio sem nada. Viagem comumente chamada de salvação. Ao nascer seu nome passou a figurar entre os habilitados a esta viagem (Efésios 1:11), mas o direito de participar somente será concedido após análise do conjunto de atitudes tomadas ao longo de sua vida. Resumindo, suas escolhas é que dirão se você quer ou não participar desta viagem. Dia a dia, momento a momento, cada decisão tomada, garante ou não a permanência do seu nome na lista. O simples fato de você ter nascido já o colocou na lista de pretendentes, mas, estar inscrito não é sinônimo de participar da viagem. O preço já foi pago por Cristo quando morreu por nós no Calvário, mas a escolha da salvação é pessoal e intransferível.

Para quê Marte quando você tem o Universo à sua disposição? O quê mostram suas atitudes, um desejo ardente de participar desta viagem ou despreocupação com a mesma? Escolha certo, participe dela, você não irá se arrepender.

Gelson De Almeida Jr.#A viagem
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Altruísmo

As vezes penso demais, mas acho que nesta semana exagerei.

Certo dia ouvi minha mãe dizer que, se fosse preciso, morreria em meu lugar. Disse que preferiria perder a vida a viver sem mim. Isso não foi nenhuma novidade. Sei que ela estaria disposta a sofrer tudo o que fosse preciso em meu lugar e sei que eu faria o mesmo. Para mim, pior do que sofrer é vê-la sofrer.

Aí que tá. Se sofrer por quem ama é melhor do que ver a pessoa amada sofrer, o altruísmo verdeiro não estaria em deixar aquele que gosta de você sofrer em seu lugar? Se a dor maior está em ver quem gostamos padecer, deixar a pessoa apegada a nós padecer em nosso lugar não seria melhor para ela? O altruísmo real não estaria em suportar a dor de ver quem você aprecia amargando em seu lugar? (eu disse que havia pensado demais nesta semana)

Ao pensar nessas coisas lembrei de Jesus, que morreu em nosso lugar. Teoricamente, esta minha ideia vai contra o plano da redenção. Mas, ao pesquisar o assunto na Bíblia, encontrei um texto:

“Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” [João 3:16]

O Pai também sofreu com Cristo na cruz. Como ambos são Um (João 10:30), podemos concluir que Deus, além de ter morrido e sofrido por nós, também suportou toda uma dor de pai vendo Seu Filho sofrer.  Chega a dar um certo “nó” em nossas cabeças, mas o amor de Deus é isso mesmo: incalculável, impensável, incompreensível, fora da nossa capacidade de entendimento e outros tantos adjetivos a mais.

A cada dia percebo que o amor de Deus é muito mais profundo do que imagino. Já que não é possível compreendê-lo, queria convidá-lo a aceitá-lo junto comigo, pois é a única coisa que podemos fazer.

Que este carinho incondicional possa transbordar nossas vidas a ponto de ser derramado em outras.

ComunicaçãoAltruísmo
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Pão

16 de outubro, “Dia Internacional do Pão”. Ontem, assistindo um jornal à hora do almoço vi vários padeiros distribuindo pão à população, em comemoração à data. A reportagem fez com que eu sentisse vontade de comer um “pão fresquinho”.  Ao retornar para casa, à noite, não resisti a tentação, parei em uma padaria e comprei pão. Caminhei satisfeito para o caixa sentindo o calor que vinha dos pães.

Esta data me fez lembrar de Cristo que tendo alimentado uma faminta multidão com pães, viu, no dia seguinte, a multidão à sua procura questionando porque não estava no mesmo local que no dia anterior. Sabedor de que muitos estavam interessados apenas no pão material, Jesus disse-lhes que tinha um pão que, caso comessem, nunca mais teriam fome. Eles pediram que lhos desse, enquanto eles pensavam no pão material Cristo falava do pão espiritual, foi neste contexto que Ele disse,  “Eu sou o Pão da Vida”, disse ainda que quem dEle se alimentasse viveria eternamente. Alimentar-se de Cristo é se apropriar de Seus ensinamentos e praticá-los.

Como você se sente ao ouvir falar de Cristo, como eu ao ouvir falar do pão? De quanto pão (Cristo) você se alimenta diariamente? O pão é um dos alimentos mais antigos e básicos na dieta alimentar dos seres humanos. Dificilmente encontramos uma dieta que deixe o pão de lado, do mesmo modo, não existe dieta espiritual sem o pão (Cristo). Você já se alimentou dEle e de Sua Palavra hoje?

Gelson De Almeida Jr.Pão
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Imitando para ser imitado

Coisa muito comum nos dias atuais é imitarmos alguém, no jeito de falar, de agir, cantar o refrão de alguma canção, etc. Em 2002 um famoso jogador da seleção brasileira fez um corte de cabelo, que ele mesmo achava ridículo, mas que se tornou uma febre, principalmente no Brasil. Atualmente, outro jogador brasileiro é imitado em o seu corte de cabelo, afinal não importa o quê se copia, mas de quem se copia.

Durante sua viagem a Damasco, o apóstolo Paulo teve um encontro com o Salvador e isto lhe causou uma impressão tão forte que cada dia mais ele procurava ser como o seu Mestre, chegou ao ponto de afirmar que poderia ser imitado, pois ele imitava o Mestre (I Coríntios 11:1). Era um exemplo aos que o cercavam.

Certa feita, ao chegar em casa, foi-me dito que deveria ir, sorrateiramente, ao meu quarto. Qual não foi minha surpresa ao ver meu filho mais velho, na época com 3 anos de idade, recostado em minha cama com uma publicação em suas mãos, fazendo de conta que estava lendo. Sorri ao notar que a revista estava de cabeça para baixo, mas muito me preocupei quando, após ser perguntado sobre o que fazia, ele responder, com a fisionomia mais séria do mundo, estou lendo como o meu pai faz todo dia.

Querendo ou não, somos um espetáculo aos que nos cercam. Que grande responsabilidade! Só existe um meio de não sermos envergonhados quando alguém disser que é nosso imitador, é, antes de tudo, sermos imitadores de Cristo.

Gelson De Almeida Jr.Imitando para ser imitado
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Filho Adotivo

“E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade” Efésios 1:5

Que grande declaração! Ser adotado pelo Eterno, antes da fundação do mundo (v. 4), para herdar a salvação. Somos mais que simples “criaturas”, somos “filhos” por adoção, por escolha livre, espontânea e amorosa do Pai.

Em sua obra “Compreendendo o Filho Adotivo”, Luiz Schettini Filho, afirma que para que o filho adotivo veja o pai adotivo como “verdadeiro pai”, é preciso que haja convivência entre ambos, pois, só assim, ocorrerão as trocas, como o tocar e ser tocado, o falar e ser ouvido, o chorar e ser consolado. É interessante notar como isto é uma realidade em nossa relação com o Pai. Quando aqui esteve, Cristo mostrou ser a expressão do Pai (João 14:9), o “Caminho” para o Pai (14:6) e disse que voltaria para o Pai, mas não nos deixaria órfãos, enviaria o Consolador (João 14:16). O Pai se deu a todo este trabalho porque nos ama e quer o nosso melhor.

Muitos não reagem bem à notícia de que são filhos adotivos, tanto que se criou o termo “filho do coração” para designar este tipo de relação. Voce é “filho do coração” do Pai, portanto não se rebele, ame-O, conviva com Ele e conheça-O. Assim procedendo voce terá dias mais felizes aqui e a certeza de que em breve Ele virá para buscá-lo, para as morar com Ele em Sua casa (João 14:1 a 3).

Gelson De Almeida Jr.Filho Adotivo
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