Publicações com Cura

#vamos pescar?

“Esforçando-nos a noite inteira e não pegamos nada. ”   Lucas 5:5

O que você tem procurado pescar?…Você sabe o que é passar uma noite em claro sem pegar peixe algum? Claro que sabe…

Fé? “Eu quero acreditar, mas…” sempre tem um mas….

Cura? “Estou doente há muito tempo.”

Um casamento feliz? “Por mais que eu me esforce…”
Você se sentou no mesmo lugar que este homem, um pescador chamado Pedro.
E agora Jesus está pedindo a você que vá pescar.

Ele sabe que suas redes estão vazias…

Ele sabe que seu coração está esgotado…

Mas mesmo assim Ele insiste: “Não é tarde demais para tentar outra vez.”

Adriano Vargas#vamos pescar?
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Subindo e descendo carregado para sair andando III

O relato da cura do paralítico (Lucas 5:17-26) mostra que nada deve nos impedir do encontro com o Eterno e que, quando vamos ao Mestre, Ele não cura apenas o corpo, Ele cura a alma também. Mostra ainda que o homem foi descido por um buraco no telhado, pois não conseguira passar pela multidão. Mesmo sendo portador de necessidades especiais, ninguém lhe deu valor ou respeitou sua situação, mas após se encontrar com Jesus, ser curado foi restabelecido na sociedade, abriu-se um lugar para ele no meio da multidão, de tal modo que apanhou sua cama e saiu glorificando a Deus.

Muitos se sentem rejeitados ou marginalizados, sentem-se invisíveis, mesmo em meio a uma multidão. O relato do paralítico mostra que se a sociedade nos rejeitar Deus nunca nos rejeitará, mais ainda, para aqueles que se encontram com Ele e por Ele são curados e restaurados sempre haverá espaço na sociedade. Quem sabe você não alcance a posição que gostaria, mas, com toda certeza, você será reconhecido por onde quer que vá como alguém que teve um encontro com o Eterno e se tornou uma nova pessoa, pois sempre ocorre uma mudança positiva para os que “estão em Cristo” (II Cor. 5:17).

Todos que presenciaram a cura do paralítico deram glória a Deus, não seria bom se as pessoas dessem glória a Deus pelas coisas que Ele tem feito em sua vida? Pois então busque seu encontro com Ele mostre aos que o cercam o Seu poder, o resto Ele fará.

Gelson de Almeida Jr.Subindo e descendo carregado para sair andando III
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Entre os mortos

Lucas 8:1 diz que Jesus andava de cidade em cidade e de aldeia em aldeia. No mesmo capítulo vemos que chegou a vez de Gadara. O comitê de recepção da cidade para Jesus e seus discípulos foi um (ou dois, conforme Mateus) endemoninhado que vivia num estado deplorável. Nu, vivia no cemitério da cidade “clamando” por entre os túmulos e se ferindo.

Ao restituir aquele homem a uma condição de dignidade, Jesus ganhou a inimizade dos gadarenos. Eles sofreram um prejuízo econômico com a destruição de uma manada de porcos para onde os demônios que atormentavam aquele homem se transferiram; então, eles preferiram continuar com seus doentes e aflitos, mas com seus rebanhos intactos, a ter Jesus ali por mais tempo.

Na sequência acontece o único episódio de que me lembro em que Jesus diz “não” a alguém que quer segui-lO. Aquele homem, curado, restituído à razão e cheio de gratidão, quer continuar seguindo Jesus, mas Jesus ordena que continue ali. O nome disso é graça. Os gadarenos não queriam mais Jesus, mas Jesus continuava querendo os gadarenos. Ele deixou no meio deles um lembrete eloquente do que acontece quando Ele entra em um lugar: libertação e cura, coisas melhores do que porcos.

Com quem você seria capaz de se identificar nessa história? Com os criadores de porcos? Com os discípulos indignados com o tratamento que recebem dos gadarenos? Deixe-me dar uma outra sugestão: que tal o endemoninhado?

Quando estamos longe de Jesus também andamos nus, porque a nossa justiça própria é “como trapos de imundícia” (Isaías 64:6). Quando estamos longe de Jesus nós também andamos entre os mortos, preferimos estar com os mortos espirituais, aqueles que “têm fama de que vivem mas estão mortos” (Apocalipse 3:1). Para estes, Jesus diz “deixe que os mortos enterrem seus mortos” (Lucas 9:60). Quando estamos distantes dEle, nós nos ferimos sem perceber, nos machucamos, nos fustigamos, nos vilipendiamos e diminuímos a uma situação de degradação – e o triste disso é que muitas vezes em nossa ignorância e cegueira chegamos a nos orgulhar desse estado. Somos loucos, dementes, e não percebemos.

Talvez haja, perto de você, alguém que estava nessa situação mas não está mais. Saiba que ele é um lembrete de Jesus a respeito do tipo de sonho que tem a seu respeito. Saiba que ele é uma pergunta ambulante para você: “e aí? O que realmente vale a pena neste mundo? Seus porcos ou a presença de Jesus?”

Marco Aurélio BrasilEntre os mortos
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