Publicações com Escolhas

#O que é o amor? #GuerradosSexos

Não se preocupe com o que aconteceu no passado, pense e reinvente seu futuro… não é algo tão sentimental, embora isso não seja um defeito…estou no ritmo do tema de nossas reuniões “Guerra dos Sexos..”. Mas vamos encarar os sentimentos em outro plano, mais racional.

É natural sentir, mas é vital saber. E na guerra do sentir versus saber, o que eu sei pode anular o que eu sinto. Digo que pode não que seja simples ou que haja fórmula mágica. Acredito no poder da escolha, eu escolhi acreditar no amor.

É certo que sentimentos são bonitos, colorem a vida. Mas eles só se encaixam nas molduras que nós lhes damos.

Sentimentos são como crianças. Não sabem direito quem são. Só sabem que sentem. Nascem pequenos, mas crescem, e ganham a força que lhes damos. Dependem de nós… Só invadem o espaço que lhes permitimos ter. Sentimentos são regidos por escolhas, por isso traçam destinos, escolhem fins e finais. Sentimentos somos nós escolhendo como viver. Sentimentos que decidem que desistem que resistem que permitem que outros – sentimentos – vençam.

Se preparem… vai ai então…os devaneios que tenho é que o amor vem com o tempo, vence com o tempo, quando os erros dão à luz seus acertos. Amor é uma escolha sentida e sabida. É a soma de sentimentos escolhidos – a dedo e sem medo. É escolher o que faz sentir bem o outro. O amor prefere esquecer quem é. Não sabe bem o que vem, mas sabe bem o que quer. Muitas vezes – e quase todas – desconhece os ‘porquês’, pois está além das explicações… o amor vence o tempo, a distância, o cansaço e os outros sentimentos.

“O amor jamais acaba” I Cor. 13:8, ainda que mude sua direção.

O amor não se inventa, não se diz não se pede, não se compara, não se aprisiona. Amor é uma pessoa, uma ação, um tempo, um fim. Em uns, é uma palavra, em outros, a própria vida. E o melhor de tudo: amor é uma força que produz amor

 

Adriano Vargas#O que é o amor? #GuerradosSexos
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Escolhas

Alan J. Pakula, em seu filme “A escolha de Sofia” (1982), retrata o drama de uma mãe polonesa, presa num campo de concentração, durante a Segunda Guerra Mundial, ao ouvir que deve escolher um dos seus dois filhos para morrer, se não escolhesse nenhum os dois seriam mortos. Que situação desesperadora!

Há muito, um pai passou por situação parecida, pois dois filhos teriam que pagar com a vida a sua desobediência. Ele tinha duas escolhas, deixar que tivessem uma vida miserável e, finalmente, pagassem o preço maior que seria a morte ou enviar para a morte outro filho, que nada fizera de errado. Decisão difícil para qualquer um de nós, mas não para este pai, que, por amor aos desobedientes, decidiu enviar para o castigo o filho inocente. Uma grande prova de amor deste pai e do filho que se ofereceu para salvar os irmãos.

Você deve ter identificado que o pai é o Eterno e o filho é Cristo. Graças a Sua escolha você e eu temos o direito à vida, não à morte que é o castigo para os transgressores. Mas esta escolha não o livra definitivamente do castigo, pois, diariamente você tem que fazer escolhas, são elas que mostrarão se você aceita ou não este maravilhoso presente do Pai. Escolha corretamente, pois vitória e a vida são para os fizerem a escolha correta.

Gelson De Almeida Jr.Escolhas
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E o que é que Deus quer?

Quando eu era menino queria ser falador, como não havia tal profissão, com o tempo amadureci e novas opções surgiram: jornalista, publicitário, pastor, professor, jogador de volei; mas acredite, nunca sonhei tão real como agora, nunca mesmo.

As pessoas mudam, o mundo dá suas voltas como dizem por aí. Agora, uma coisa é certa e imutável: a gente passa pela vida em busca de respostas, e para aqueles que crêem em Deus, a resposta mais procurada é para a famosa pergunta: Senhor, qual teu plano para minha vida?

Temos dificuldade para tomar decisões. Queremos sempre algo claro, um sinal, um caminho que brilhe e outro que se apague, uma voz, uma pista, mas nem sempre é assim que funciona. Deus trabalha para aqueles que Nele esperam, o difícil é esperar, e como sabemos o que é isto???

Ao fazermos escolhas, nosso cérebro passa por um longo processo, realizado em indivisíveis frações de segundos, até a tomada da decisão. Para isso, usamos nosso raciocínio, que é tido como o encadeamento de argumentos ou juízos para se chegar a uma conclusão…farei isto ou aquilo. Minha pergunta é: Deus também raciocina?

A bíblia me revela um Ser perfeito, que sabe o final de todas as coisas, desde o princípio > Isaías 46:9 e 10, que é Onisciente, Onipotente, Onipresente; um Ser que me conhece e me ama pessoalmente > Salmo 139, interessado em cada detalhe insignificante da minha vida, que para Ele, significa tudo. Nenhuma folha sequer desprende-se de seu galho, sem que Deus tome conhecimento. Raciocina comigo: será que Ele precisa mesmo raciocinar?

Então me diz, por que tanta dificuldade em confiar num Deus assim? Por que tanta dúvida em meio ao Seu aparente silêncio? Já lhes escrevi semana passada sobre “o que é que a gente quer”, aqui de longe (estou em Londrina-PR), sei que você está passando por um momento de decisão e tem como eu também, algumas dificuldades para confiar nessas palavras, só quero te dizer duas coisas para finalizar. A primeira é que vou orar sempre por vocês, sem que me peçam; eu creio no poder da oração. A segunda é: em momentos assim, lembre-se que Deus não raciocina; Ele sabe. > Jeremias 29:11-13 > Isaías 55:8 e 9

Adriano VargasE o que é que Deus quer?
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Escolha certo para não se arrepender depois.

Diariamente nos defrontamos com situações que exigem de nós uma escolha. Algumas são bem simples como escolher qual roupa vestir, qual alimento ingerir, etc., mas há momentos em que somos colocados diante de decisões difíceis, e, dependendo da escolha feita, poderemos causar prejuízo a outros ou a nós mesmos.

Ontem um garoto pegou emprestada a motocicleta do irmão, e saiu para dar uma pequena volta perto de sua casa. No caminho encontrou uma viatura policial e um policial que lhe pediu para parar. Como não possuía habilitação tentou fugir, e acabou atropelando o policial que entrou em sua frente. Perdeu o equilíbrio, caiu, causou estragos na moto e em um veículo estacionado, o meu, e ainda feriu o policial. Resultado, a moto, instrumento de trabalho do seu irmão, foi apreendida, foi algemado na frente de vários amigos e conduzido para a viatura policial, foram lavradas duas multas e a família arcará com o conserto do meu veículo. Uma escolha que parecia simples tornou-se num grande problema para ele e sua família.

Se seguíssemos o exemplo de Cristo, que nunca tomava uma única decisão sem orar ao Pai, com certeza deixaríamos de passar por muitos problemas em nossa vida. Sendo Deus, tendo contato íntimo com o Pai, Cristo, antes de escolher, dentro de um vasto grupo de seguidores, os doze que o acompanhariam de modo mais próximo, passou a noite em oração (Lucas 6:12 e 13). Que exemplo! Quanta sabedoria!

Não importa o tipo de escolha ou a decisão a ser tomada, não faça nada sem antes conversar com o Eterno em oração. Se Cristo assim procedia porque não fazermos o mesmo?

Gelson De Almeida Jr.Escolha certo para não se arrepender depois.
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Se arrependimento matasse…

Aquele dia amanhecera com outro qualquer na vida do casal, tudo perfeito e em ordem como sempre fora até então, não havia um só motivo para a tristeza ou preocupação. Mal sabiam, porém, que, em breve
tudo mudaria, a calma, paz e tranquilidade da manhã, dariam lugar um profundo sentimento de medo, angústia e terror. Em poucas horas a alegria daria lugar à tristeza, a confiança daria lugar ao medo a doce expectativa pela chegada de ilustre visitante, agora se transformara em pavoroso medo, medo que os levou a se esconder. Este era o pior dia da vida de Adão e Eva, o dia em que desobedeceram ao Eterno.

Tudo perdido por apenas uma triste escolha. Poucos minutos de prazer e uma vida inteira para se arrepender. Haviam sido alertados do perigo que os rondava, haviam sido aconselhados, mas, como
qualquer ser humano, confiaram tanto em si que deixaram os conselhos do Criador de lado. O desejo de satisfação própria levara-os à ruína e miséria. Uma coisa totalmente nova e desconhecida para eles, agora faria parte do seu cotidiano por todos os dias, o pecado e seus efeitos.

Não importa que horas seja agora ou quanto do seu dia tenha transcorrido, você terá escolhas a fazer, e o Criador espera que escolha corretamente. Seja qual for a sua escolha, voce colherá os frutos da mesma, portanto, faça a melhor escolha possível e colha os melhores frutos possíveis.

Gelson De Almeida Jr.Se arrependimento matasse…
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Deus e 11 de Setembro

Onde Ele estava?!
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Passados dez anos desde os atentados terroristas em Nova York, em 11/09/2001, muitas lembranças vieram à tona após os especiais de reportagens na mídia. Um evento tão insano e trágico nos leva a questionar muitas coisas e uma deles é sobre o papel de Deus naquele dia. Onde Ele estava? Por que Ele permitiu tamanha maldade?

 O Pastor Rick Warren apresenta um ensaio interessante sobre o tema e argumenta que a resposta pode ser encontrada naquilo que é nossa maior bênção e também pior maldição: nossa capacidade de fazer escolhas.

 Deus nos concedeu o livre arbítrio para fazermos escolhas morais e para decidirmos como agir. Fomos feitos à imagem e semelhança do Criador para refletirmos o Seu caráter de amor. Mas também temos a opção de tomarmos decisões más ou cometermos atos egoístas e maldosos.

Ele poderia ter evitado a tragédia ao remover o livre-arbítrio dos terroristas, transformando-os em marionetes. Mas, para ser justo, Deus também teria que fazer o mesmo com todos os demais seres humanos. Num mundo de livres escolhas, raramente a vontade de Deus é feita.

A Bíblia indica a raiz da maldade: “a luz de Deus veio ao mundo, mas os homens abraçaram as trevas, porque não tinham interesse em agradar a Deus.” (João 3:19 – The Message).

A questão reside no que decidimos hoje. Quais serão nossas escolhas? Vamos fazer o que agrada a Deus e amar ao nosso próximo? Ou vamos ignorar Seu apelo e escolher agradar a nós mesmos, magoando ou ferindo àqueles que nos cercam?

Artigo Original: http://blog.pastors.com/blogs/pcom/sept-11-why-does-god-allow-evil-by-rick-warren/

 

ComunicaçãoDeus e 11 de Setembro
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Que tal um feriado na praia?

Obedecendo a uma ordem divina, Abrão saiu do meio de sua parentela, perambulou sem destino conhecido por centenas de quilômetros, durante vários anos. É fácil afirmar que ele fez a escolha certa, pois sabemos o final da história, mas não refletimos no que realmente implicava a sua decisão. Afinal, obedecer ao Eterno implicava em sair de um dos lugares mais prósperos da época, um lugar onde prosperidade, riqueza, conforto, respeito e status faziam parte de seu dia a dia. Mas ele nunca quis saber o que ganharia em largar tudo para trás, apenas obedeceu a uma ordem divina. Como recompensa, seu nome tornou-se conhecido e respeitado em várias nações, sua riqueza tornou-se muito maior que antes, recebeu o bem mais precioso que um pai poderia desejar na época, um filho, e, ainda de quebra, tornou-se o grande patriarca do “povo de Deus”.

Sequer podemos imaginar o que pode acontecer na vida dos que decidem fazer a vontade do Eterno. Comparando o que temos com aquilo que o Eterno nos quer dar, C. S. Lewis (O Peso da Glória) afirma que somos como um garoto de favela, que prefere fazer “bolinhos de barro” a passar um feriado na praia. Por não conseguir olhar além dos bolinhos, o garoto fica com eles. Criticamos o garoto, mas fazemos como ele, nos os contentamos com muito pouco, pois nossa curta visão de futuro nos impede de escolher coisas maiores.

Deixe de lado os bolinhos de barro e aceite a proposta do Eterno, com certeza será muito melhor que sua realidade atual.

Gelson De Almeida Jr.Que tal um feriado na praia?
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