Publicações com Fé

# Líderes e desafios transformadores

Líderes e transformaçõesOntem escrevi um texto para o blog da Nova Semente tratando sobre a singular tecnologia à disposição do Pastor Ted Wilson, reeleito presidente mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Essa tecnologia, que restou provada ao longo de milênios não haver nada que a torne obsoleta, trata-se da escritura sagrada, apresentando-se como manual de instruções que nos leva ao convívio diário com o único Software capaz de atualizar o Hardware onde é instalado.

Pois bem, continuo aqui por esta analogia, pois ao tema cabem inúmeras possibilidades. Meditemos em liderança.

O que caracteriza, sobretudo, a vida daqueles que se diferenciam neste mundo? Respondo: O desafio. Essa foi a resposta do Pastor Ted Wilson quando perguntado sobre o que significa a sua recente reeleição para dirigir a IASD mundial. Um instante desafiador.

Assim como as mentes brilhantes sentem-se desafiadas a aperfeiçoarem tecnologias que melhorem a vida das pessoas, me chega à lembrança o exemplo do pastor Kleber Gonçalves. Na última década, ele se mostrou um líder movido pelo mesmo espírito que o pastor Ted Wilson, ambos envolvidos com o melhor dos projetos já colocados à disposição da transformação da vida humana.

Aos olhos do mundo, estes dois pastores testemunham o quanto o posicionamento pela fé, a necessidade do conhecimento correto da palavra de Deus e a utilização dos dons em favor da obra fazem com que vidas se tornem vasos de honra na obra de Deus.

O pastor Kleber não descansou sobre a conquista que se tornou a Nova Semente, bem confessando ser uma obra realizada por Deus, e ele apenas um instrumento para a sua realização. Cumpre dizer, devidamente reconhecida inclusive pelo pastor Ted Wilson em visita à sede há alguns anos.

Da mesma forma, o pastor Ted Wilson teve a postura admirável ao dizer sobre sua renovação para a nova administração da IASD mundial. Há de ser realizada pelos dons que Deus lhe deu, disse ele, confiando apenas no Criador para a condução boa, perfeita e agradável dos resultados que apresentarão frutos de transformação.

Assim são os líderes, em especial os que se formam pelo Espírito de Deus. São movidos por desafios, zeram o ponteiro do relógio quando ouvem o novo chamado e recomeçam como que do princípio, quando na verdade estão apenas mais maduros pelas reais experiências vividas com Deus, podendo alçar novos voos, contudo muito mais altos.

É o que os convido a meditar. Tornemo-nos líderes talhados pela compreensão e vivência da Palavra de Deus, avançando sempre, com foco na transformação pela palavra de Deus, positivos enquanto revestidos pelos frutos do Espírito e prontos para a ação em tudo o que fizermos para a honra e a glória do Eterno.

Saia e seja um vencedor. Como disse o pastor Ted Wilson, recentemente: “Levante-se e brilhe!”

Sadi – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# Líderes e desafios transformadores
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# Decisões e compreensões

tyEm diversos lugares onde vemos pessoas publicando vídeos ou textos que falem sobre determinada passagem bíblica, em uma abençoada tentativa humana de explicar a mensagem, ou somente expressar o entendimento da palavra do Eterno, bendito seja o Seu nome, vemos também comentários de pessoas que se ocupam em combater a ideia, ou o simples gesto, infelizmente.

Atribuo-o por um momento infeliz, pois, ou não sabem o que dizem, talvez movidos por testemunhos que deturpam a mensagem do evangelho, ou se souberam um dia, dizem-no movidos por alguma resultante de experiências com a igreja. Sim, com a igreja, pois com a palavra homem nenhum que a conhece e a aceita se volta contra ela, mas, antes, se por alguma recusa, apenas se afasta. Claro que para toda a situação, a existência da exceção. A estes, a compreensão e a misericórdia.

Contudo, dizemos, a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus, segundo a sabedoria de Deus, dita por Paulo. E, ainda, visto como na “sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria. Mas nós anunciamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos”, arrematou Paulo.

Sim, pregamos a Cristo crucificado pelo que a mensagem significa, justificando-a a quem desconheça a razão de tamanho sacrifício. Contudo, cumpre-me dizer como crente na mensagem e, sobretudo como testemunho vivo da experiência real com Deus, eu, de minha parte, anuncio, sobretudo o Messias ressurreto, sentado à direita do Eterno, nosso Deus, bendito seja o Seu nome, afirmando que sua volta é iminente, quando crentes e descrentes receberão a compreensão de tudo, inclusive de suas vidas e decisões, importando com isso que entrem para viver o reino pela eternidade ou sejam extintos para todo o sempre.

São decisões pessoais. Que sejam respeitadas e jamais julgadas para que se lhes condenem; contudo, que também suportem as consequências de seus atos, pois o amor está à disposição de todos, sendo tudo aquilo o que de fato importa.

Tenha uma linda semana e anuncie o amor de Deus.

Sady Folch# Decisões e compreensões
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A música

Você pode acreditar que Deus não existe. Principalmente porque, a toda evidência, se Ele existe, lhe dá esse direito. Você pode acreditar que Ele é uma invenção humana, a criação de Algo sobre o qual jogar todas as perguntas sem resposta, uma muleta psicológica ou uma ferramenta de dominação sobre as massas, qualquer coisa assim. O que fico pensando é: como optar por essa saída e ainda assim continuar dando o lugar para um velhinho que sobe no ônibus?

C.S. Lewis dá outros exemplos: por que os nazistas são vilões? Por que o que eles fizeram estava errado? Ou, por que todas as nações em guerra usam os serviços de traidores do outro lado e até os recompensam com dinheiro e outros favores mas no fundo os desprezam? Ou será que há alguma nação que tenha orgulho de seus traidores? E é normal alguém orgulhar-se de ferir, maltratar e trair aos que ama? violin_player_by_chrbet-d4to984

O fato de você se indignar ao ver um corrupto no último escândalo do noticiário ou quando alguém fura uma fila na sua frente, ou o fato de você não achar que deve quebrar a cara de alguém que acabou pisando no seu pé no metrô acabam apontando para a existência de um padrão, uma regra moral que é coletiva e praticamente inconscientemente aceita. Quem gravou esse padrão no coração de todo homem? E o que você faz quando percebe que é incapaz de cumprir esse padrão todo o tempo, que de quando em vez você desliza?

Claro que algumas coisas são certas num tempo e erradas no outro, isso é dinâmico, mas de uma forma geral existem , em todos os tempos e lugares onde houver mais de um ser humano coexistindo, coisas que, mesmo sem punição ou recompensas imediatas espera-se que sejam feitas daquele jeito. Esse padrão não pode ser algo atrelado a nosso instinto de sobrevivência da raça, porque uma fila indiana para comprar ingressos pro cinema não tem nada a ver com sobrevivência da raça e ainda assim é inaceitável que alguém a fure. Vai além de sobrevivência, atinge o âmago do certo e do errado, do justo e do injusto – e, se não vem de fora, quem determina o que é justo e o que é certo?

Você pode continuar acreditando que Deus não existe, mas o que você faz quando percebe que o anseio mais profundo de seu coração não pode, simplesmente não pode, ser satisfeito neste mundo? Tornando a Lewis: “aquele anseio que nasce em nós quando nos apaixonamos pela primeira vez, quando pela primeira vez pensamos numa terra estrangeira, quando começamos a estudar um assunto que nos entusiasma, é um anseio que nenhum casamento, viagem ou estudo pode satisfazer.”

Você pode acreditar que Deus não existe, mas o que provavelmente vá acontecer é que em algum momento você vai notar que há uma música sendo tocada. É uma linda música. Tem uma melodia irresistível. E que talvez você tenha estado fora do tom ou fora do ritmo dela.

Marco Aurélio BrasilA música
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# Mundos diferentes

agapeAo tempo de criança e meninos conhecemos a vida através dos olhos da descoberta, e nossas relações eram como que naturais, quase inexistindo preconceitos ou julgamentos, a não ser diante daqueles que se pretendiam egoístas.

À medida que crescíamos, tornando-nos adolescentes, as antigas convicções passaram a ser confrontadas, haja vista desajustadas ao novo contexto. Não mais haveria espaço para a naturalidade do comportamento de outrora. Agora é o tempo de opção por tribos específicas. É a fase dos julgamentos tanto frágeis como impiedosos. A fase da autoafirmação imposta.

O adolescente segue lapidando suas convicções ou reforçando-as. A fase seguinte pede rapidez de adaptação. É chegada a fase adulta. Se você não acompanhou o processo de transposição, sente-se mais perdido do poderia estar na fase anterior. Estamos definitivamente neste que é o mais longo contexto de nossas vidas.

Seguimos confirmando novas convicções que se acrescentam, sem muito tempo para pensar; tão somente alguns valores predeterminados são apresentados para servirem de parâmetros para as novas escolhas. O tempo urge. Os novos rumos são a realidade. Ou os vivemos conforme as poucas fórmulas dispostas, ou nos tornamos párias.

Responsabilidades que se bem percebidas, mais se parecem com opressão; de um mundo totalmente conturbado – mais ainda que ao tempo da adolescência – pois há um sistema de valores ao qual se você não está inserido, é desprezado, restando-lhe as migalhas que por ventura caíam das mesas.

É chegada a fase sinônimo de inutilidade. Já não servimos nem mesmo como conselheiros. Percebemos que o tempo passou e com ele uma vida de incertezas. Contudo, há algo que se apresenta como certo. Um sentimento pelo qual nunca antes o tivemos por experimentado tão de frente, ainda que o conhecido subliminarmente.

Vemos a vida com os olhos da verdadeira descoberta do que seja o mundo. Um oceano profundo e escuro desde o primeiro metro na superfície, repleto por vaidades e descaminhos, imposições e desequilíbrios, conceitos que só servem para formar indivíduos mecanizados, frios e totalmente vazios, ainda que cheios de si.

Todas as coisas são trabalhosas e o homem não as pode exprimir, afirma o sábio rei do Eclesiastes. Não há nada debaixo do sol, continua ele, arrematando que, pregador, ele foi rei sobre Israel em Jerusalém, e ao aplicar o coração ao esquadrinhar da sabedoria, encontrou apenas aflição de espírito.

Este, um texto de lamentações? Não! Antes uma constatação da vida vivenciada pelos padrões do mundo. E o que então serve-nos como descoberta fora do mundo? A nós que somos resgatados pelo chamado do Eterno?

Duas vertentes se revelam por frutífero descobrimento: A fé constante em Hebreus 11 e o amor referido por 1 Coríntios 13. A fé, sim; no entanto, sobretudo o amor. Esse amor, o verdadeiro fundamento de nosso relacionamento com o Eterno – ágape pelo que se deve apresentar.

Digo isso, por conseguinte, termos sido criados à imagem e semelhança daquele que nos amou primeiro, o que nos convoca a compreendermos o que seja encontrarmos propósito no que afirma antes sermos pelo outro do que pelo simples obtermos para nós tão somente. Há riqueza nestes recursos; sirva-se deles sem medida e conheça o que seja viver de forma equilibrada. Feliz sábado do peregrino da palavra!

Sady Folch# Mundos diferentes
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# Perfeitos como Ele!

Perfeitos como Ele!Há uma passagem no evangelho de Lucas que afirma que o discípulo não é superior a seu mestre, mas que todo aquele que for perfeito, será como o seu mestre. Esta é uma mensagem maravilhosa, pois nos enche de esperança para seguirmos rumo à transformação proposta pelo evangelho, sobretudo porque está alinhada à vontade do Eterno, bendito seja o Seu nome.

Quando li este verso, pensei logo em todo o tipo de discípulo, especialmente nos que tendem a buscar o conhecimento que é capaz de transformar a si e ao mundo à sua volta em um lugar melhor, em algo que ofereça respostas positivas mesmo diante de diversidades.

Ao tomarmos o exemplo de um esportista, pensemos em alguém nas artes orientais. Seu mestre normalmente será um homem bem preparado, conhecedor de todas as técnicas. Um discípulo pode pensar nas vantagens em se tornar alguém com a autoestima mais elevada, contudo, se não agir com sabedoria, esse caminho de bem pode se transformar em arrogância, distorcendo todo o propósito do aprendizado, envergonhando a seu mestre.

Assim é com um discípulo que atende ao chamado do Eterno, e que por meio do modelo de Cristo se entrega à transformação de sua vida, beneficiando-se ainda nesta vida, contudo, que ele se atente às ações que o permitam estar entre os escolhidos para ingressarem ao reino, pois, se por ventura agir com indiferença a tudo o que se relacione ao amor de Deus, certamente ouvirá o Mestre lhe dizer naquela hora: Não os conheço.

O verdadeiro campeão, o melhor lutador será aquele capaz de desligar-se de suas paixões, ao mesmo tempo em que se concentra na força que está dentro de si, esta que é fruto da sabedoria entregue pelas sementes ao longo de todo o treinamento que teve.

Assim também é com o verdadeiro discípulo. Ele se concentra nos mandamentos e mantém a fé no Messias, mediante a sabedoria colhida das sementes plantadas pelo Mestre; por exemplo, ao nos atentarmos a ouvir a voz do Espírito Santo que um dia, assim tenha sido, permitimos ter feito morada em nosso interior.

O Mestre, sabemos, agia com uma simplicidade fora do comum, sem os arroubos dos que precisam se mostrar, e ainda assim sua sabedoria era sobrenatural; portanto, assim como ele permitiu que o Pai fosse exaltado por meio de suas ações, o segredo é sermos um com o Pai como ele foi; logo, que possamos nos diminuirmos, no sentido em que o seu ensinamento, este sim, é que se aperfeiçoe em nós.

Que esta sexta-feira seja um dia propício para esta meditação. O por do sol estará às portas em algumas horas, momento em que podemos vivenciar a excelência do descanso, qual seja, estarmos por completo diante do Eterno, bendito seja o Seu nome, em busca das colunas que sustentam a perfeição pela qual se apresenta nosso Mestre, a quem seguimos para sermos perfeitos.

O peregrino da palavra.

Sady Folch# Perfeitos como Ele!
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Fé que salva II

A fé de Raabe salvou-a e a sua família quando sua cidade foi completamente destruída e a população exterminada. Continuando a série hoje veremos aquele que é conhecido o “pai da fé”, Abraão. Famoso na história bíblica e personagem de destaque nas três maiores religiões existentes, Cristianismo, Islamismo e Judaísmo.

Antes de receber o título de “pai da fé”, obedecendo ao Eterno, saiu de uma das regiões mais prósperas e desenvolvidas da época e peregrinou, sem destino aparente, por terras e em meio a povos desconhecidos. Só isso já bastaria para incluir seu nome na galeria dos heróis da fé, mas, durante sua peregrinação, entre outras coisas, enfrentou a morte do irmão mais velho, uma terrível seca em Canaã, a “deserção” do sobrinho que criara e uma guerra contra quatro reis.

Mas, como em qualquer ser humano, sua fé teve altos e baixos, os momentos em que sua confiança no Eterno fraquejou e ele cometeu deslizes. Duas vezes mentiu a um governante estrangeiro com medo de perder a vida, com receio de não ter o filho prometido adulterou com uma serva e, com receio do que sua mulher pudesse falar, saiu escondido para oferecer o filho em holocausto. Para muitos ele seria apenas um covarde, mentiroso, adúltero e pusilânime. Felizmente Deus não vê como vê o homem. Ele sonda e examina à procura do que há de melhor em cada um de nós e é nisso que trabalha, que efetua a Sua obra.

Tamanha foi sua fé e os frutos por ela produzidos que quando se fala de Abraão sobram apenas elogios. Paulo afirma que Abraão foi quem foi e fez o que fez, pois aguardava a cidade eterna, a Nova Jerusalém (Hebreus 11:10). A esperança de herdar a Nova Terra modificou a vida deste homem. Sua fé no Eterno baseava-se na esperança de tomar posse das coisas celestes, como recompensa recebeu as terrestres.

Talvez você nunca chegue a ser um “Abraão”, mas se o foco de sua fé for o mesmo que o dele com certeza a eternidade lhe estará assegurada.

Gelson De Almeida Jr.Fé que salva II
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Fé que salva

Amanhecia o dia e o sol iluminava a vasta campina do Jordão. Como nos seis dias anteriores os moradores de Jericó mais uma vez viam com curiosidade e apreensão a marcha do temido povo de Israel. Temido porque se afirmava que tinham um Deus que lutava por eles. Há dias a cidade estava literalmente fechada, ninguém entrava ou saía de Jericó, numa inútil tentativa de proteção. Nem todos, porém, partilhavam do medo coletivo. Havia esperança no coração de uma família que se reunira numa casa construída sobre os muros da cidade, era a família de Raabe, conhecida prostituta local.

A cada marcha empreendida por Israel Raabe se assegurava de que o cordão escarlate estava pendurado na janela. Ele era a segurança de que ninguém naquela casa seria destruído. Conforme prometido assim aconteceu, no dia em que Jericó foi destruída Raabe e todos os seus foram preservados. De toda a cidade apenas eles sobreviveram. O conhecimento que Raabe tinha do Eterno e Seu poder fez com que abrigasse os espias, mesmo ameaçada de morte pelos soldados do rei. O conhecimento gerou a fé que fez com que mantivesse o cordão na janela e garantisse a sobrevivência de sua família.

Além da sobrevivência no dia da destruição Raabe foi agraciada com outros presentes. Pode morar no meio do povo de Deus, casou-se com um íntegro homem e gerou a Boaz. Embora ela não saiba, de sua linhagem vieram Davi e, séculos mais tarde, o Messias, o Salvador da humanidade. Duas mulheres se destacam na vasta galeria de heróis da fé (Hebreus 11), Raabe é uma delas.

A história de Raabe mostra que ninguém é insignificante para o Eterno. Mostra que Ele não olha para aparência, porte físico, profissão, ou seja lá o que for, Ele olha para nossa fé e a disposição para o serviço. Você quer que o Eterno se agrade de você? Busque-O com fé e creia que Ele é galardoador dos que assim procedem (Hebreus 11:6).

Gelson De Almeida Jr.Fé que salva
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# Posicionamento é ser um com o Pai

nenhum-obstaculo-sera-grande-se-a-sua-vontadeDiz o ditado que trabalhar com o que se gosta é a decisão mais sábia quanto ao que se relaciona à área profissional. Nem sempre isso acontece e não raras são as ocasiões em que o homem se pega questionando sua capacidade para empreender algo que esteja relacionado a seu sonho de vida. Assim, o tempo passa e ele deixa de realizar ao que talvez estivesse relacionado ao dom que lhe foi dado desenvolver e servir ao Senhor.

Este assunto sobre realização de sonhos e alegria de viver deve ser buscado e vivenciado, contudo, antes de dar um passo nessa direção é preciso compreender que sua perfeição se assenta na comunhão com Deus. Adquirir intimidade com o Eterno, bendito seja o Seu nome, significa adquirir capacidade sobre-humana para viver, enxergar e compreender o mundo e as coisas espirituais.

Reflita esta questão – Por que Cristo, afinal, teria dito: “na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas”. Sim, fazer coisas maiores que as que ele fez. Entenda o contexto a que se refere.

Afirmava ele que as palavras e as obras vinham do Pai que estava nele, e não dele mesmo. Afirmava estar no Pai e o Pai nele. Em sua oração intercessora, testemunhada pelo evangelho de João, ele repete essa assertiva e roga ao Pai que o mesmo se dê conosco, para que sejamos um com eles, perfeitos em unidade.

Assim, tudo o que pedíssemos seria nos dado, pois a comunhão nos leva a compreender a vontade boa, perfeita e agradável de Deus para a nossa vida, e aí se inclui conhecer o dom que nos fora dado para viver e desenvolver, tornando nosso trabalho algo além de prazeroso. Isso é comunhão total, intimidade, ser um com o Pai é do que se trata.

Conhecendo essa realidade, não duvidamos da possibilidade de vivermos capacitados para realizarmos nossos sonhos, afinal, eles serão, sobretudo, os sonhos de Deus. O ditado popular diz que quem procura, acha. E Cristo afirma que se pedirmos, nos será dado, se buscarmos, nós encontraremos, e se batermos à porta, ela nos será aberta.

O que está esperando para realizar e viver o melhor na sua vida? Busque o reino de Deus e tudo lhe será acrescentado. Creia. Busque ser um com Cristo e com o Pai, assim como ele disse que o seríamos enquanto orava por nós.

Que seja esta uma semana que iniciará uma vitória eterna na tua vida, a ser testemunhada diante dos homens, é o que te deseja o peregrino da palavra.

 

Sady Folch# Posicionamento é ser um com o Pai
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Gosto da ilustração do rapaz que, antes de se deitar, orou ao Pai pedindo um emprego e uma mulher que o amasse muito. No dia seguinte abriu o jornal nos classificados e viu um anúncio de emprego. – É a resposta às minhas preces pensou ele. Quando chegou ao local viu que havia uma fila enorme e, pensando que muitos seriam melhores que ele, foi embora. No caminho um garoto lhe deu uma rosa e ele, sem saber o que fazer com a mesma, jogou-a pela janela assim que sentou-se no ônibus.

À noite, em oração, disse ao Eterno: – É assim que você me trata, eu não pedi muito e você não me atendeu. É esse o amor que tens por mim?

Em seguida foi dormir e, num sonho, o Eterno lhe diz: – O emprego era seu, devia ter esperado na fila, mas você desistiu antes de lutar. A rosa, inspirei o menino a lhe entregar, mas, ao invés de dar para a moça que estava ao seu lado no ônibus, preferiu atirar pela janela, ali estava a mulher que muito o amaria.

Amiúde pedimos ao Pai que nos ajude, que derrame Suas preciosas bênçãos sobre nós, que abra o caminho à nossa frente, mas a impaciência e a falta de fé nos impedem de tomar posse plena de Suas bênçãos. Desistimos diante do primeiro obstáculo. Retrocedemos quando estávamos prestes a receber a benção. Os obstáculos são o meio pelo qual nossa fé é provada, mostram se somos capazes de confiar em Suas promessas. Paulo afirma que sem fé é impossível agradar a Deus e que, quando formos a Ele, precisamos acreditar que Ele existe e que é galardoador dos que O buscam (Hebreus 11:6). Não tenha medo, não desanime, a vitória está próxima.

Gelson De Almeida Jr.
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# O nosso Redentor vive!

Páscoa (2)

A páscoa como festa judaica, instituída no Egito, representou a libertação do povo hebreu donde originou o Messias, a quem reconhecemos pelo filho de Deus, e o confessamos ressuscitado ao terceiro dia de sua morte, estando neste momento sentado à destra do Eterno, com a mesma glória que tinha antes que o mundo fosse formado. Bendito seja Deus por isso!

É sobre Cristo, a nossa páscoa, que os convido a meditar, ou melhor, a festejar! Sim, a festejar – Porque o nosso Redentor vive! – Ele que se fez páscoa ao derramar seu sangue, garantiu nos planos físico e espiritual, que no momento de sua volta possamos estar justificados, possibilitando-nos a entrada em seu reino.

Assim como a páscoa judaica recorda a libertação do povo rumo à terra prometida, a páscoa que se fez em Cristo nos leva, sobretudo a festejarmos a vitória da vida sobre a morte. Ao se entregar na cruz, derramou seu sangue com o propósito de convidar-nos a estar com ele em Seu reino, este comparado a um rei que celebra as bodas de seu filho.

Jesus Cristo é a nossa páscoa, ensina Paulo. Nesse contexto, contudo o apóstolo faz uma advertência para que nos livremos do velho fermento. Significa dizer que quando aceitamos estar com Cristo em seu reino, nos tornamos novas criaturas, devendo, portanto nos apresentarmos dignos para as bodas do filho do rei.

Somos massa nova, logo, para celebrarmos essa festa que salta aos nossos corações como luz que resplandece, cobrindo-nos de amor e esperança, posto não sermos nem mesmo merecedores, devemos nos certificar que seja o nosso trajar adequado, tal qual o pão feito com o mais puro trigo da sinceridade e da verdade que sempre revestiu a obra do Eterno, bendito seja o Seu nome.

Sermos honestos observadores da palavra de Cristo, identificados por meio de seu sangue com o qual aceitamos pela fé sermos marcados, tanto quanto pela circuncisão de nosso coração que deve viver segundo a plenitude do evangelho, nos levará, segundo Cristo, a celebrarmos a páscoa em ocasião tão mais especial, pois sobre ela, ele disse: “Porque vos digo que não a comerei mais, até que ela se cumpra no reino de Deus”.

E ele confirmou essa promessa, já ressurreto, quando disse a João: “Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. Estas são as verdadeiras palavras de Deus”.

Este é o esclarecimento, pois o nosso Redentor vive!

Feliz páscoa!

Sadi – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# O nosso Redentor vive!
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