Publicações com Oração

Peça com Fé

mãos postas em oraçãoQuando estava nas ilhas britânicas John McNeil conta que pastoreou uma igreja que tinha pesadas dívidas. Preocupado com a situação orou a Deus e pediu-Lhe que fizesse algo a respeito. Dias depois um estranho entrou em seu escritório, disse-lhe que tinha conhecimento das dívidas da igreja e que queria ajudar, em seguida, entregou-lhe uma folha de cheque em branco. Disse que fizesse o levantamento do total da dívida e preenchesse o cheque, pois dali a alguns dias viria para assiná-lo. McNeil quase não acreditou no que acabara de ouvir.

Após o estranho sair começou a pensar que tudo aquilo era muito bom para ser verdade. Como o homem prometera saldar uma dívida que era tão grande! Não querendo abusar da bondade do homem, preencheu o cheque com a metade do valor da dívida. Dias depois o homem retornou e nem prestou atenção no valor preenchido, apenas assinou o cheque e saiu. Arrependido descobriu que se tivesse colocado o valor total da dívida o homem, um rico filantropo da região, teria assinado o cheque, mas agora era tarde demais.

O pastor orara ao Pai pedindo ajuda com o problema das dívidas da igreja, quando sua oração foi atendida não teve fé suficiente para ir até o fim. Como ele, muitos abrem o coração ao Pai e suplicam por algo, mas quando o Eterno se manifesta não possuem fé suficiente para receber toda a dádiva, a benção completa.

Tiago aponta duas razões básicas para nossas orações não serem atendidas, a primeira é que nunca pedimos, e quando pedimos, pedimos mal (4:2 e 3), outra razão é que não pedimos com fé, segundo ele devemos pedir e em nada duvidar, pois “(…) se vocês não pedirem com fé, não esperem que o Senhor lhes dê nenhuma resposta concreta” (1:8 BV).

Na próxima vez que elevar uma prece ao Céu não duvide, pois “toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sobra de variação” (Tiago 1:17).

Gelson De Almeida Jr.Peça com Fé
leia mais

Quando pequeno meu pai me contou uma história sobre fé que recordei dias atrás. Num vilarejo assolado pela seca que castigava a região, a população, que vivia à base da agricultura, estava perdendo a esperança de aproveitar qualquer coisa daquilo que plantara.

Certo dia resolveram se reunir no final da tarde em uma capela que ficava no alto de um monte. Quando todos estavam reunidos na praça, prontos para iniciar a subida, uma garotinha deu um grito e pediu que todos esperassem, ela tinha esquecido algo em casa. Corre em casa e volta com um guarda-chuva debaixo do braço. Alguns sorriram e perguntaram qual a razão de voltar para pegar um guarda-chuva já que a estiagem era tão grande. Com a inocência própria de uma criança ela respondeu:

– Se vamos orar para que chova, eu não quero me molhar!

homem orandoBasicamente pode-se afirmar que existem três tipos de atitudes ao se orar:

  • Os que oram duvidando de resposta favorável. Sua frase típica quando a resposta não vem de imediato é: “Eu sabia que não iria conseguir! ”
  • Os que oram com fé, mas possuem uma fé tão pequena que é praticamente imperceptível. Sua frase favorita: “Cansei de esperar, Deus nunca me responde mesmo! ”
  • Os que verdadeiramente oram com fé. Sua frase típica: “Senhor, não sei qual a Tua vontade, mas confio que farás o melhor! ”

Tiago afirma que se orarmos ao Pai com uma mente duvidosa não devemos esperar dEle nenhuma resposta concreta (Tiago 1: 6-8 BV). Paulo diz que não se pode agradar a Deus sem fé, sem confiar nEle e que qualquer um queira ir até Ele deve crer que Ele existe e que recompensará os que sinceramente O procuram (Hebreus 11:6 BV).

Como você tem orado ao Pai? Sua oração e sua atitude ao orar mostram o tipo de fé que você possui.

Gelson De Almeida Jr.
leia mais

A oração de Emy

menina orandoQuando tinha 5 anos de idade Emy ia à igreja com seus pais. Certo dia ouviu um estudo sobre a fé. Sendo a única de sua família que não possuía olhos azuis confiou na promessa de Cristo: “Vocês podem orar pedindo o que quiserem, e se crerem, vocês receberão…” (Marcos 11:24 – BV) e orou a Deus naquela noite pedindo olhos azuis. Pela manhã, assim que acordou, foi se olhar no espelho. Que decepção, seus olhos continuavam castanhos!

Durante muito tempo ficou decepcionada com Deus, mas, superando tudo isso, se tornou missionária e foi enviada a trabalhar em um local onde as crianças eram vendidas em templos, por famílias que passavam fome, para serem oferecidas em sacrifício aos deuses. Sua missão: Comprar crianças para depois libertá-las. Para entrar nos tempos, onde estrangeiros não eram bem vindos, se disfarçava o máximo possível, para parecer uma moradora local.

Certo dia, uma amiga sua, também missionária, olhou-a quando saía do templo com duas crianças que acabara de comprar e disse-lhe:

– Puxa, Emy! Como você ficou bem caracterizada. Quase não a reconheci. Você já pensou como faria para se disfarçar se tivesse olhos azuis como os de sua família? Que Deus maravilhoso! Ele lhe deu olhos castanhos, pois sabia que isso seria essencial para a missão que um dia Ele iria lhe confiar.

Emy olhou para as duas crianças que acabara de “comprar” e agradeceu a Deus por não ter atendido a sua oração infantil.

A experiência que Emy teve em sua oração é a mesma pela qual muitos de nós passamos. Nos decepcionamos com o Eterno por achar que Ele não atendeu nossa linda, maravilhosa e sincera oração de fé. Em realidade oramos pedindo algo que queremos, sem, contudo, Lhe perguntar se realmente precisamos daquilo.

Duas coisas precisam ficar bem claras em nossa mente ao orar, a primeira é que Deus SEMPRE atende uma oração feita com fé, a segunda é que “não” também é reposta. Sempre que orar faça-o como Cristo, que pedia o que queria, mas deixava que o Pai fizesse Sua vontade.

Gelson De Almeida Jr.A oração de Emy
leia mais

Meu celular quebrou?

Triste, mas muito profunda, a ilustração do idoso que levou seu celular para a assistência técnica. Lá chegando disse ao atendente que queria que seu celular fosse consertado porque não atendia nenhuma ligação de seus filhos. Dias depois, ao retornar, o idoso homem ouviu do atendente que seu celular estava em perfeitas condições de funcionamento, que não fora encontrada nenhuma avaria. Num misto de espanto e tristeza perguntou ao atendente:

– Então quer dizer que meus filhos não me ligam, será que não querem falar comigo?

Quando li essa ilustração pela primeira vez fiquei revoltado com a ingratidão daqueles filhos. Acredito que seu sentimento tenha sido parecido com o meu, meu objetivo, porém, não é fazer com que você reflita em sua relação com o pai terreno, mas em sua relação com o Pai eterno.

maos postasAo longo da História Ele tem se mostrado um Pai que se preocupa com Seus filhos, que os trata como se nunca tivessem errado e como se não existisse mais ninguém em todo o Universo. Ele nos ama de verdade e conosco se preocupa, Sua maior alegria é quando, em pensamento ou em oração, o procuramos, mas Sua maior tristeza é quando o deixamos de lado.

Se Ele tivesse um celular para falar com você como seria, Ele o atenderia várias vezes ao dia ou olharia para o mesmo diversas vezes, esperando, em vão, uma ligação?

Não espere Ele descobrir que Seu “celular” está em ordem e que não toca porque você não tem ligado. “Ligue” e fale com Ele agora mesmo, gaste tempo em aprofundar essa relação maravilhosa, Ele ficará feliz, mas quem sairá ganhando será você. Não existe nada melhor que o amor do Pai.

Gelson De Almeida Jr.Meu celular quebrou?
leia mais

Dedicação

“Dedicação total a você” é o slogan das Casas Bahia, uma das maiores redes populares de venda de móveis e eletrodomésticos no Brasil. Alardeando não perder um negócio sequer, e num corpo a corpo invejável com cada cliente que entra em uma de suas lojas, tem se mantido no topo do mercado varejista há décadas. O resultado é uma carteira de clientes que passa de 27 milhões de pessoas.

No mundo em que vivemos, com o materialismo cada vez mais visível e latente, o “ser” deu lugar ao “ter”. Dias atrás, conversando com meu filho mais velho, ele mostrava toda a sua decepção e revolta contra a sociedade de um modo geral. Disse ele:

– Sabe pai, hoje em dia dá raiva ver como as pessoas são, elas não querem saber quem você é, mas sim o que você tem.

É triste ver que ele tem razão, pior ainda é saber que, em nossa busca desenfreada pelo ter, deixamos de lado as relações interpessoais, inclusive com Aquele que é o Doador de todas as boas coisas que temos. Coisa difícil de se admitir, mas muito fácil de comprovar. Quer ver? Faça um teste simples e rápido, liste as coisas que ocupam o seu tempo diariamente e veja quanto gasta em sua comunhão pessoal com o Pai. E aí, passou no teste?

Dias atrás conversei com uma pessoa que disse considerar boa sua relação com o Eterno, perguntei-lhe quanto do seu tempo era gasto na comunhão com Ele e ela me disse que orava todos os dias. Perguntei-lhe quanto tempo gastava na oração e se eram apenas aquelas orações rotineiras (ao despertar, antes das refeições e ao deitar), nesse instante ela ficou muda.

homem de maos erguidasDedicação não é dizer que O ama, que O adora, que quer passar a eternidade ao Seu lado, dedicação é agir como quem realmente quer isto. Dedicação é dar-Lhe o início e o final do seu dia, dedicação é dar-Lhe o melhor do seu dia. Aproveite e fale com Ele agora, não importa onde esteja ou o que esteja fazendo, torne esse o seu momento com Ele. Valerá a pena, o dia seguirá muito melhor.

Gelson De Almeida Jr.Dedicação
leia mais

Ore por mim

Terça-feira olhamos para as orações de Paulo pelos filipenses, efésios e colossenses e notamos que elas não se parecem muito com as orações que fazemos uns pelos outros. Paulo ora para que as pessoas que ama tenham coisas como discernimento entre o certo e o errado, tenham perseverança, força para viver uma vida com padrões morais e éticos mais elevados do que a média e espírito de gratidão. Mas ele também pedia orações por si próprio.

E quais eram os pedidos de Paulo por si mesmo? Se entrasse num culto de quarta-feira da sua igreja, ele entraria na fila das pessoas que pedem por um parente doente, por um emprego ou pelo casamento de um primo? Talvez, mas o pedido de oração que temos registrado em Colossenses 4:2-4 também é de uma natureza diferente dessas que fazemos por nós mesmos.

“Não se cansem de orar;… não se esqueçam de orar por nós também, a fim de que Deus nos dê muitas oportunidades de pregar o evangelho, a fim de que possamos proclamar o mistério de Cristo pelo qual eu estou aqui na prisão. Orem para que eu seja bastante corajoso para falar do evangelho livre e abertamente, e explica-lo como devo naturalmente fazer”.paulo preso

O cara estava preso. Em outras passagens vemos que ali ele passava frio e muitas privações, o que não o impedia de solicitar orações por mais coragem e por mas oportunidades para falar da mensagem que transformara sua vida.

Paulo tinha uma causa. Uma causa pela qual entregara sua vida inteira. É possível notar esse fato pelas orações que fazia e pelas que pedia.

Se ainda estamos na dinâmica de saber pedir apenas por melhores condições de vida aqui e agora, se estamos ainda presos pela tirania da qualidade de vida a qualquer custo, não adianta pretender simplesmente começar a proferir mecanicamente outras palavras na oração para parecermos pessoas melhores, cristãos mais maduros.

O que não significa que nossas orações precisem continuar iguais. Talvez seja o caso de começar a orar por maturidade. Para que a “causa” nos tome por completo. Para que cheguemos ao nível de Paulo, capaz de desejar coisas mais sofisticadas do que o trivial para os outros e para si próprio, coisas mais harmonizadas com a eternidade.

 

Marco Aurélio BrasilOre por mim
leia mais

Oro por você

As cartas de Paulo aos efésios, filipenses, colossenses e primeira aos tessalonicenses, além da enorme profusão de pérolas belíssimas e conceitos profundos, têm outra coisa em comum. Todas elas têm em seu começo uma confissão do apóstolo sobre que orações ele faz por cada uma dessas comunidades.

Observando cada essas preces eu descubro não apenas como minha vida de oração, especialmente a oração intercessória – tão necessária hoje – é limitada e pouco criativa, mas também que tipo de coisas eu posso almejar para a minha vida e a das pessoas que Deus me deu por quem me preocupar. Porque quando Paulo afirma que ora por algo em relação a alguém, duas coisas eu posso saber: 1. essa é uma coisa boa, é bom almejar isso, e 2. aquilo pelo que ele ora é factível, é possível de se alcançar.
Aos efésios ele ora pedindo “o espírito de sabedoria para que vejam claramente e realmente compreendam quem é Cristo e tudo o que fez por vocês” “para que vocês comecem a compreender como é incrivelmente grande o seu poder para conosco” (1:17-19).  Note que Paulo está escrevendo a cristãos, pessoas que haviam aceitado uma fé incipiente, uma religião de minoria, e isso só havia sido possível mediante a exposição do evangelho sobre Jesus e sobre Deus. Ainda assim essas pessoas precisavam conhecer quem de fato era Deus e o que de fato Ele havia feito em seu favor. Eu também preciso disso. Constantemente preciso ser relembrado da enormidade da cruz.
Para os filipenses sua oração é parecida, mas acrescenta elementos novos. Ela “é que cada vez mais vocês transbordem de amor, e que, ao mesmo tempo, continuem a crescer em conhecimento e compreensão espiritual, pois eu desejo que vocês sempre vejam com toda a clareza a diferença entre o certo e o errado, e que sejam intimamente puros… que vocês possam estar sempre fazendo coisas boas, pois resultará em muita glória e louvor ao Senhor” (1:9-11)Porque essa sabedoria e discernimento redundam em amor e pureza. Nunca em leniência, egoísmo e indiferença.
Pelos colossenses Paulo também ora para que “Deus os faça compreender o que ele deseja que façam, e que os torne sábios nas coisas espirituais” (1:9), mas ora também “para que vocês sejam cheios da sua gloriosa e poderosa força” para avançar com “perseverança, paciência e alegria” e “sejam sempre agradecidos ao Pai” (11-12). Aqui, além da sabedoria, Paulo pede algo com que muitas vezes nós nos conformamos em não ter: progresso, evolução, crescimento.
Coisas que, quando ele ora pelos tessalonicenses, é para agradecer porque eles já as demonstravam: “quando falamos com o nosso Deus e Pai a respeito de vocês, nunca nos esquecemos do trabalho que resulta da fé, do esforço motivado pelo amor, e da perseverança que vem da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo” (1:3).
E quanto a nós, nos limitamos a orar por proteção, por um emprego para o desempregado, pela cura de um doente e outras coisas que certamente já estão na agenda de Deus. Não que sejam coisas pelas quais não devemos orar, mas Paulo me mostra que há pedidos ainda mais urgentes a se fazer. Nossa oração é ruim porque nosso conhecimento dAquele a Quem oramos é ruim.
Oro para que você que está lendo isto tenha estas coisas também: sabedoria sobre Deus e sobre o que é certo e o que é errado, amor, pureza, gratidão e progresso. Amém.
Marco Aurélio BrasilOro por você
leia mais

Vamos orar pelos decapitadores

Enquanto assistimos horrorizados a decapitação de 21 cristãos pelo Estado islâmico, a radicalidade do mandamento de Jesus se impõe.

Orar pelas famílias daqueles homens não é difícil. decapitação

Orar genericamente pelas paz mundial não é difícil.

Orar para que o radicalismo islâmico seja contido não é difícil.

Orar pelos decapitadores. Isso é difícil.

O que é mais radical? O Estado Islâmico ou Jesus Cristo? Jesus Cristo, mil vezes.

Ele diz: pegue o amor e dê a ele um sentido absurdamente completo.

Ele diz: pegue meu exemplo e o siga.

Respire fundo como eu faço agora e junte-se a mim na oração mais radicalmente difícil de fazer.

Marco Aurélio BrasilVamos orar pelos decapitadores
leia mais

# Amor incondicional

castra-1024Se por uma hipótese muito remota surgisse algum dirigente político no País em que você reside, e tivesse as mesmas atitudes que Hitler as teve durante a 2ª Guerra, maltratando e executando covardemente toda a sua família (Que o Eterno não permita isso) responda a si mesmo se você oraria por ele e se o perdoaria. Esta reflexão difícil encontra seu propósito para que juntos meditemos a partir dos principais pilares do cristianismo: oração, amor incondicional e perdão.

Tal hipótese de intercessão passou a ser mencionada em uma discussão na internet quando alguém perguntou se oramos pelo ex-presidente Luís Inácio, depois que surgiu a notícia, verdadeira ou não, que ele passou a se tratar novamente da grave doença que o acometeu há um tempo. As opiniões, movidas apaixonadamente, penderam pela resposta negativa. Detalhe: tratava-se de uma pergunta feita por um cristão evangélico a iguais crentes.

A discussão passou a ficar acalorada em segundos. As opiniões se dividiam de modo confuso, pois era nítida a motivação política, ou seja, uma tolice sem tamanho enquanto falamos da vida de alguém que precise de oração. Outra pessoa, também crente na mensagem do Cristo, trouxe a discussão para a sua página, composta por crentes ou não. Entre as respostas, de um lado umas diziam: “O Cristo pediu que orássemos por todos, amando e perdoando sem distinção”. Outras ressaltavam o choque de valores como princípios e religião, concluindo não ser tão fácil a resposta. Na outra ponta, respostas inclusive de cristãos, que envergonhariam o mais apóstata dos homens.

Mas, o que tem Hitler a ver com essa questão? O fato de orar, amar e perdoar ou não, tomou outro rumo quando um cristão, talvez também motivado politicamente, perguntou se nós praticaríamos estes mandamentos se a situação fosse diante do perturbado dirigente da Alemanha na 2ª Guerra. O condutor do debate acreditou ser cruel colocar estes dois dirigentes em um mesmo “saco”, mas reiterou sua preocupação com seguirmos ou não aos mandamentos daquele a quem decidimos seguir, independente de vieses políticos.

Mas, espere um pouco; se não há diferença entre um pequeno pecado e outro a que se atribua enorme gravidade, não deveríamos amar, orar e perdoar mesmo a alguém que fizesse mal a nossa família (Que o Eterno não permita) como o desequilibrado dirigente alemão o fez a tanta gente inocente? Haveria algum limite para não amarmos ou não perdoarmos aos homens insanos do grupo Ísis na Síria?

Independente de qual seja a sua resposta (devendo ser honesta), inclusive se temos a noção do que seja amar alguém em uma situação extrema como essa, um dos participantes do debate escreveu algo importante e real. Disse ele que a verdade é que amamos muito pouco, às vezes nem mesmo aos de dentro de nossa própria casa e se isso fosse diferente, afirmou ele, não teríamos a necessidade nem mesmo de participar de debates como estes.

Sadi – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# Amor incondicional
leia mais

Sim, faz diferença…

É fato bem conhecido que Deus não age por meio de pecadores, mas ouve quem vive em reverência e cumpre sua vontade.” João 9:31 BM

Penso que boa parte de nossas orações poderiam passar por severas mudanças.

Algumas delas precisam de mais coerência. As vezes elas são um deserto, por outras, um oásis. São uma multidão de palavras compridas, secas, áridas, com pequenos instantes de imersão nas águas da comunhão com o o Eterno. (poético, deve ser por que estou em Uruguaiana, na fronteira com Argentina e está muito calor….srsr)

Outras faltam franqueza. Nossos clamores são um pouco vazios, mensagens repetidas e pouca flexibilidade. Sobra liturgia e falta vida. E mesmo sendo executadas diariamente, são muito entediantes.

Outras padecem de… sinceramente, de honestidade. Verdadeiramente nos questionamos se orar vai mudar alguma coisa. Mas quem disse que a funcionalidade da oração está um mudar algo? Por qual razão o Eterno vai querer falar comigo? Se o Eterno já conhece tudo sobre mim, por que preciso dizer-lhe o que se passa? Se o Eterno tem todo o controle, qual a minha necessidade de fazer algo?

As nossas orações até podem ser atrapalhadas. Nossos esforços podem ser insuficientes. Porém, o poder da oração está no Eterno, que a ouve, e não em nós, que balbuciamos apenas palavras. Por isso digo que nossas orações fazem diferença.

Se você conseguir lembrar de algum momento em que, por algum motivo qualquer, você passou a orar menos ou mesmo parou de falar com o Eterno. Lembra da falta que isso fez em sua vida e de como você se sentiu melhor quando voltou a falar com o Pai…Orar…sim, faz diferença!

Adriano VargasSim, faz diferença…
leia mais