Publicações com Oração

#A Força

Uma postagem feita na “rede social do momento” dizia: “Quem fica de joelhos (sic) para Deus fica em pé em qualquer situação”. Lembrei do evento com Ananias, Misael e Azarias, no início do século VI a.C., na planície de Dura, na Babilônia. Nabucodonosor, maior imperador da época, num ato megalomaníaco, mandou erigir uma estátua de ouro com, aproximadamente, trinta metros de altura e três de largura. Num dia predeterminado todos deveriam estar presentes e se curvar ante a estátua. Os desobedientes seriam queimados vivos numa fornalha superaquecida previamente para este fim. No momento indicado, ao invés de se curvarem, os três jovens ficaram em pé. Irado, o rei deu-lhes nova oportunidade, novamente ficaram em pé. A sentença de morte foi imediata.

O relato afirma que o calor era tão intenso que matou os guardas que lançaram os jovens dentro da fornalha. Quanto aos três, foram vistos andando de um lado para outro dentro da fornalha na companhia de um quarto personagem, com “aparência dos deuses”, segundo o rei. Foi-lhes permitido sair da fornalha e, ao passarem por exame minucioso, feito pelo rei e seus auxiliares, notou-se que nem sua roupa cheirava a queimado. A proteção fora total, apenas as cordas que os prendiam se queimara.

No momento mais difícil de sua vida os três jovens ficaram em pé, pois haviam se acostumado a estar ajoelhados ante o Eterno. Ajoelhar-se para o rei do Universo foi garantia de segurança e vida para os três. Se você deseja estar em pé em toda e qualquer situação da vida a receita é clara, ajoelhe-se para o Pai, só Ele poderá dar-lhe o sustento, o alívio, o conforto e o amparo quando mais precisar. O Deus que não falhou com os três jovens hebreus não falhará com você. A mesma “Força” está à sua disposição agora. Ajoelhe-se e, no devido tempo, sua vitória chegará.

Gelson De Almeida Jr.#A Força
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Será que Ele me ouve?

Recentemente, alguém me disse que temia passar a noite acordado, pois tinha uma decisão difícil a tomar no dia seguinte. Disse-lhe que o segredo para uma boa noite de sono, num momento como este, era deixar o fardo nas mãos do Pai. Quando criança fora educada nos caminhos de Deus, mas adulta  escolhera seguir seus próprios caminhos. A vida não lhe fora totalmente favorável e agora estava no “vale da decisão”, um passo em falso poria tudo a perder. O que fazer? Disse-lhe que consultasse o Eterno em oração, ao que me respondeu, – “Faz tanto tempo que não falo com Ele que nem sei se ainda me ouvirá”. Que tristeza, alguém que fora apresentado ao Eterno desde a mais tenra idade agora estava a duvidar de Seu amor e misericórdia.

Infelizmente esta é a realidade de muitos. Quando tudo vai bem esquecem do Pai, quando as coisas vão mal duvidam do Seu amor. Isaías 59:1 dá-nos uma certeza, “Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem agravado o seu ouvido, para não poder ouvir”.  Como é bom saber que, aconteça o que acontecer, existe um Pai que sempre ouve minhas preces e atende todas as minhas necessidades. Ainda não sei o aconteceu no dia seguinte, mas sei que esta pessoa foi dormir com sua confiança no Eterno renovada.

Ela me disse que nem sabia mais orar ou se o Pai ainda estava lá, disse-lhe que se queria encontrá-Lo deveria procurar onde o havia deixado. Você se afastou do Pai e teme não ser ouvido? Não tema, Ele está no mesmo lugar onde sempre esteve e de braços abertos a lhe esperar. Confie, vá e deixe o restante em Suas Mãos.

Gelson De Almeida Jr.Será que Ele me ouve?
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# Os caminhos que edificam

Ontem eu escrevia nesta página sobre como algumas descobertas tecnológicas mais distraem do que propriamente edificam. Não sou contra a tecnologia, e como um homem do meu tempo, reconheço a utilidade de centenas de seus subprodutos como o resultado da inteligência, da observação do meio ambiente e do raciocínio humano, estes que são fruto de outra tecnologia, chamada DNA, atribuída a um cientista qual nenhum outro será capaz de igualar.

Contudo, tenho também buscado ser um homem de meu tempo, muito mais pelo que reconheço nele uma época bem distinta do passado, no que concerne, especialmente, à ausência do amor a Deus. Tudo a nossa volta parece distanciar da verdadeira adoração até mesmo aos que se confessam crentes. É preciso estar mais atento do que nunca, pois é um tempo em que a independência é uma marca que registra sob seus domínios inclusive os nossos filhos, convencendo-os de que possam decidir por si mesmos, isentos da total convivência ou aceitação de Deus. Imagine a geração de adultos que deles advirá.

Pelo sermão na manhã deste sábado na Nova Semente pude refletir o quão importante sabermos exatamente como aproveitarmos a vida com Cristo, conscientes de quem Ele é e compreendendo o que Ele quer de nós. O sermão ressaltou o quanto nossas orações têm base em preocupações materiais, testemunho este que muitas vezes traduzem a falta de intimidade com o Criador.

E de que forma se pode ter intimidade com Deus? Pela oração? Sim, boa a resposta, mas, como nos ensinou o pastor na palestra do programa Viva, ocorrido na parte da tarde, melhor oramos se conhecemos a Sua Palavra. Por ela sabemos que Deus é amor, e compreendemos o que Ele quer de nós. Sabe-se que obediência e dependência são dois aspectos básicos para estar em consonância com o Pai, mas há algo primordial que dá base a esses comportamentos. O nosso amor por Ele. Deus quer o nosso amor.   E ainda a citar o pastor na parte da tarde: “Se você ignora a Palavra de Deus, por que Ele tem que prestar atenção a sua oração?

Pois bem, após assistir aos cultos sai para jantar e ao voltar encontrei com o porteiro do prédio onde moro, e lhe perguntei em que verso da Palavra estava meditando. Assim ele me disse: “Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais infelizes de todos os homens” (1 Cor. 15:19). Deixo-o você, leitor, com esta frase. Leia e medite seu contexto. E mais ainda nas pregações desta linda manhã e tarde de sábado. Basta acessar o site. Coisa da tecnologia que edifica.

E sem esquecer do assunto com que iniciei os textos desta semana, considero aqui em especial ressaltar a biotecnologia, tema que foi de minha dissertação na pós-graduação, pelo tanto que lhe requer a postura ética. E assim, é com orgulho que cito dois adventistas que trabalham na área médica de ponta da genética e da biotecnologia. Esses homens são para mim um testemunho sério e comprometido de seu amor a Deus; trata-se do Dr. Antônio Moron e do Dr. Jea Myung Yoo, cientistas médicos de renome entre seus pares, e que mais do que terem uma postura ética, pregam o seu amor incondicional ao Criador. Não é a toa que a tecnologia utilizada por eles edifica.

Shalom Aleichem!

adiUm Peregrino da Palavra

Sady Folch# Os caminhos que edificam
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# Falar com Deus

Quem assistiu a pregação da manhã deste sábado, proferida pelo pastor Felipe Tonasso, deparou-se com uma das maiores lições de cristianismo, oração e conversão. Dizia ele sobre nossas orações e pedidos a Deus, que costumeiramente podem estar revestidos de materialidade, efemeridade, sem falar em orgulho, vaidade e total falta de intimidade com a vontade de Deus. A resposta a tais “intimidades” que cremos ter, pode vir por meio de uma inevitável pergunta, tal como, O que você deseja de fato fazer com esse pedido, é me honrar? Você me conhece? Sabe quem Eu sou? Sabe o que pretendo para você? Por que quer saber mais sobre você mesmo, se nem conhece a mim? Filho, a quanto tempo você não fica comigo?

Estas perguntas mexeram muito comigo, pois elas demonstram o real nível de conhecimento e intimidade com Deus, à maneira que Cristo costumava testemunhar – Eu estou no Pai, e o Pai está em mim. E isso não é tão simples de colocar-se em prática. Requer muito daquilo que Paulo dizia: Não sou eu mais quem vive, mas Cristo vive em mim. No capítulo 14 de João, Jesus ensinava aos discípulos que tudo que pedíssemos ao Pai em nome dele nós seríamos atendidos. Contudo, qual é a essência desses pedidos, levando em conta que o Pai conhece tudo de que necessitamos? No verso anterior a essa afirmação, Jesus dizia que se crêssemos nele, faríamos as obras que ele fez, e maiores ainda. Veja. Aqui está a essência dos pedidos que devemos endereçar a Deus,  testemunho de dependência e de obediência.

Ao longo desta semana eu li algumas vezes o capítulo 17 do evangelho de João, e a passagem é linda, pois retrata a oração que Jesus faz ao Pai na presença de seus discípulos, onde naquele momento Ele roga por si próprio, depois pelos discípulos, para enfim, pedir por aqueles que acreditariam nele por intermédio da Palavra. E nessa conversa com o Pai, nos revela três dos conhecimentos mais importantes para a vida cristã – a vida eterna, a verdade e o testemunho da fé, para que alcancemos a unidade com Cristo e o Pai, que são um.

Cristo na passagem citada, ao conversar com Deus fala do poder que Ele recebeu a fim de dar-nos a vida eterna. E explica – A vida eterna é esta: que conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.  E em seguida, ao rogar pelos discípulos, Ele afirma: Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. E ao rogar por toda a humanidade que haveria de crer nele pela Palavra, justifica: Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti.

Não é exatamente o caminho que ouvimos maravilhados na manhã deste sábado? Afinal, se a busca do cristão é a vida eterna, Cristo nos revela que para entendê-la devemos conhecer ao Pai em sua completude, assim como ao Filho. Se devemos santificar-nos para compreendermos a essa busca, isso só pode ser chancelado pelo Pai por meio da verdade, que é exatamente a Palavra, e que segundo João 1, Cristo é a Palavra no início de tudo, e, segundo João 14, Cristo é a verdade. E por fim, é o nosso melhor pedido ao Pai que Ele nos dê a fé, dom de Deus, para que possamos nos entregar ao novo nascimento, e assim a Palavra possa viver em nós, e sermos perfeitos em unidade com o Pai.

Shalom Aleichem!

adi – Um Peregrino da Palavra.

Sady Folch# Falar com Deus
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Ufologia

“Estamos perto de um contato final com outras formas de inteligência”

No último dia 06, na cidade de Foz do Iguaçu, iniciou o IV Fórum Mundial de Ufologia (UFOZ 2012), que tinha como um de seus objetivos principais mostrar que a frase acima é verdadeira. Um dos organizadores garantiu que em 20 anos poderemos nos comunicar com formas de inteligência superior.

Há cerca de dois mil anos a inteligência mais superior de todo o Universo, o Criador de todas as coisas, Cristo, habitou entre nós. Certa feita seus discípulos pediram que os ensinasse a falar com o Pai, ensinou-lhes a “oração modelo”, o Pai Nosso. Diariamente Ele falava com o Pai através da oração. Para Ele falar com o Pai era mais que um compromisso, era uma alegria, razão pela qual nunca falhou um dia sequer. Podia deixar de se alimentar ou dormir, mas nunca de orar. Era seu momento de maior sossego, tranquilidade e refrigério de todo o dia.

Gasta-se tempo e fortunas incalculáveis para achar um meio de se comunicar com o “mundo exterior”, quando a mais alta forma de inteligência está a apenas uma oração de distância de nós. Por que perder tanto tempo com hipotéses sem nenhuma base de sustentação quando um simples pensamento pode nos levar direto ao centro administrativo de todo o Universo?

Talvez os que assim procedam aleguem quer falar e ouvir a resposta, mas quanto a isto somos culpados, pois vamos a Deus falamos, falamos e falamos e no momento de ouvir saímos para tratar de nossos afazeres. Esta é a grande diferença entre a nossa comunicação com o Eterno e a de Cristo, Ele mais ouvia que falava. Deus fala conosco em nossos momentos de silêncio. Muitas vezes abominamos a solidão, mas ela é um dos melhores momentos para ouvirmos a voz do Eterno a nos falar.

Falar com Deus não é uma obrigação, é um privilégio, acessível a todos.

Gelson De Almeida Jr.Ufologia
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Um botão

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Muitas cidades deste vasto Brasil dispõem daqueles semáforos com botões que, apertados pelos pedestres, prometem lhes proporcionar a vez de atravessar a rua. O nome cientifico do equipamento é “botoeira”, segundo se lê nos textos dos órgãos de trânsito (onde achei tal esquisitice).

Há pessoas que não acreditam neles. Seriam tão eficazes quanto uma caixa de papelão riscada com carvão, com o dizer: quero atravessar a rua! Há razões para isso… Não poucas vezes aperta-se o botão e nada. Os mais afoitos então apertam e reapertam, seguidamente, como se quisessem despertar o duende lá dentro que fará o mecanismo funcionar. Também ocorre de o pedestre aproximar o dedo e não encontrar o botão. Por desgaste ou vandalismo foi tirado de onde deveria estar, do que resta é um buraco, qual desgraçado olho vazado. Na cidade de São Paulo, minha morada nos fins de semana, já percebi que há vários nessa situação. Quando serão concertados? É melhor esquecer. A cultura do conserto e da manutenção é alheia ao modo de ser do brasileiro.

Continuando meu passeio pelas ruas de São Paulo… o que é verdade para as botoeiras será também para as calçadas, com buracos, afundamentos, calombos, corrosões e outras irregularidades que vierem a se instalar nessa selva de pedras. E quanto aos buracos no meio da rua? São velhos conhecidos, indissociáveis da paisagem nas grandes cidades. Em alguns, tão profundos que capazes de ocasionar graves acidentes, almas caridosas fincam pedaços de pau para alertar os motoristas, ou os cobrem com pedra. Tal qual nas pobres botoeiras sem botão ou nos buracos miseravelmente mal tapados, também nas pontes e nos viadutos, nos hospitais e nas escolas, a falta de fiscalização e a falta de manutenção os males do Brasil são…daí que depois de observar toda esta situação do paulistano, percebi que esta é também a situação de muitos cristãos…vivem com botoeiras da fé que não funcionam, com buracos em seus corações, corroídos por culpa, medo, ressentimento, dor. E fiscalizar e fazer boa manutenção da vida cristã, também parece um hábito não conhecido pelos ditos cristão de hoje…

Quantas vezes estes, pra não dizer nós, colocamos a culpa no governo? (Se ele diminuísse os impostos, cumprisse o que promete e consertasse tudo isso, eu estaria melhor). Quantas vezes colocamos a culpa em nossa família, em nossos amigos, em nosso trabalho por falhas, por buracos e sujeiras na estrada da nossa vida? É, mas a mudança real é algo que acontece dentro de nós. Podemos alterar coisas durante um ou dois dias com dinheiro e sistemas, numa operação tapa buracos, mas a questão está lá, e sempre estará lá, na questão do coração…

A limpeza não é uma promessa para o futuro, mas uma realidade no presente. Deixe que um pouco de poeira caia sobre a alma do santo, e ela será varrida. Deixe que um pouco de terra suja caia sobre o coração do filho de Deus, e toda a sujeira será varrida… nosso Salvador se ajoelha e olha sobre os atos mais sombrios da nossa vida, os buracos mais imundos. Mas, em vez de retroceder com horror, ele nos estende a mão gentilmente e diz : “Posso limpar isso se você quiser.”

“E o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.”1 João 1:7

Adriano VargasUm botão
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Velocidade da luz

33 anos atrás Stanley Barret quebrava, pela primeira vez, a barreira do som (1.190 km/h). A lembrança deste fato me fez recordar de um episódio muito elucidativo acerca da preocupação do Eterno conosco e Sua rapidez em atender nossas súplicas.

O profeta Daniel, preocupado com o povo que estava em cativeiro ora ao Eterno (Daniel 9:4-19). Cerca de 5 minutos após iniciar sua prece o enviado do Céu estava ao seu lado dizendo: “No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado” (Daniel 9:23). Duas coisas saltam aos olhos, a primeira é que quando uma alma em angústia ora ao Pai, não fica sem resposta. A segunda é que Deus age de modo muito rápido para atender ou consolar um filho Seu.

Quando leio este texto gosto de especular sobre a velocidade que o anjo viajou naquele dia. Se houvesse saído da Lua, o corpo celeste mais próximo da Terra, impossível para os padrões bíblicos, e viajasse à velocidade do som, precisaria de pelo menos 297 horas para aqui chegar. Como nenhum comentarista bíblico aceita que o local de partida fosse próximo à Lua, fica muito claro que o emissário celeste viajou a uma velocidade muito superior a do som.

Portanto lembre-se de que sempre que precisar ore ao Eterno, pois, não importa a velocidade dos mensageiros celestes, não existem barreiras que impeçam o Eterno de atender as súplicas sinceras de Seus filhos.

Gelson De Almeida Jr.Velocidade da luz
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As 3 Respostas de Deus

Sim, Não e Mais Tarde.
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Quantas vezes não reclamamos de Deus por não atender as nossas orações? Mas Ele responde todas as nossas questões, sendo que devemos conhecer os três padrões de respostas a fim de discernir as Suas respostas:

1)     Sim

2)     Não

3)  Tenha paciência e espere um momento (esta é a mais difícil de aceitarmos)

Se a resposta de Deus é “sim”, não há o que comentar. Mas há muito a agradecer. O maior risco, devido à empolgação de termos a oração respondida, é demonstrarmos ingratidão a quem nos atendeu, ao esquecermos de agradecê-Lo.

Já quando Deus nos nega um pedido, temos dificuldade em aceitar. Às vezes, teimamos em conseguir o que queremos, pensando que é para o nosso bem, e então, forçamos uma situação para fingir a nós mesmos que essa é a vontade dEle se cumprindo. Em outras situações, ficamos resignados, bravos com Deus, exibindo a pretensão de sermos mais sábios que o Criador onipotente, onisciente e onipresente.

Por fim, Deus pode nos responder que devemos esperar. Quanto tempo? O que será que Ele quer de nós? Será que devemos mudar nossa atitude para alcançar a bênção? Será que realmente podemos barganhar com Deus? Como se, pelo fato de nos julgarmos bons os suficientes para recebermos uma dádiva, Ele nos atenderia pelo mesmo critério. Pobre de nós, simples criaturas humanas e prepotentes. Se “mais tarde” é a resposta de Deus à sua indagação, aproveite as suas orações e inclua paciência e tranqüilidade nos seus pedidos. Vale a pena esperar, por mais aflito que isto possa nos deixar. Ele cuidará de nós e nos assegura que não devemos nos preocupar com o amanhã (Mateus 6:34). Basta confiarmos.

A nossa garantia está nas palavras de Jesus: “Qual de vocês, se seu filho pedir pão, lhe dará pedra?… Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai de vocês, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedirem!” (Mateus 6:9-11). Deus lhe dará pão em vez de pedra, mas devemos esperar o pão assar para não o recebermos cru.

ComunicaçãoAs 3 Respostas de Deus
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# Solidão que edifica

      A mente humana e os comportamentos por ela regidos normalmente tendem a se mostrarem frágeis. Há dias em que desejamos fugir para a solidão que possa nos livrar de tudo o que nos atormenta. Há casos em que ocorre o contrário. Se estivermos solitários, depois de certo tempo tudo o que queremos é estar em meio às pessoas, ou intertidos com ocupações momentâneas que de certa forma parecem suprir essa condição.

        Em que pese qualquer destas situações amenizarem nossas mentes por uns instantes, têm em si o engano e a efemeridade. Esta solidão é algo que desperta um padrão de desequilíbrio. No entanto, sabe-se que há instantes em que buscamos estar a sós para pensar, refletir decisões, e de fato não se discute o quanto isto seja benéfico. Falando da solidão pelo viés em que ela pode ocasionar em nós o egoísmo ou a angústia, só há um meio de resolvê-la em definitivo. A oração.

         Entre tantas passagens dos evangelhos, podemos nos lembrar de Cristo orando ao Pai para que o momento de sua morte passasse sem que ele o vivesse, mas, ele disse – Faça-se a tua vontade e não a minha. Era um momento de angústia e que poderia ter sido resolvido solitariamente por Cristo com uma atitude de egoísmo. Uma fuga, por exemplo. No entanto, aquele instante de solidão humana foi totalmente revertido por ele estar solitário, na presença do Pai.

           Mateus (14:23-25) também registra Jesus entregando-se a estar a sós com o Pai em outra ocasião, e esta é especial, pois, enfatiza como isto se deu. O evangelista afirma que o Mestre se colocou no monte para orar, à parte de todos, e então chegou a tarde e ainda continuava ali, sozinho. Em seguida testemunha que a vigília seguia ininterrupta que até mesmo a noite já se fazia presente.

             Segundo correspondência mantida com o irmão Adriano, esta foi a fonte da fortaleza de Cristo. Seus momentos de solidão, mesmo os provocados por fatos que o angustiavam, eram vividos na presença de Deus, sempre pelo meio da oração, e nunca como fuga do problema ou por necessidade de companhia. Na presença constante de Deus, Jesus se enchia da sabedoria do alto e de instruções que lhe fortaleciam o espírito.

               Portanto, nesta manhã em que iniciam os teus trabalhos, caso surja a solidão que lhe convide a fugir do mundo, ou a que instalada, tente lhe convencer a preencher-se com coisas que logo se dispersam, opte pela solidão que de fato edifica – esteja na presença de Deus. À parte, ore uns tantos bocados ao longo do teu dia. Em teu espírito, ore o tempo todo. Derrame as suas preocupações ou angústias diante de Deus.

                Porém, saiba que nada disso precisa ocorrer para que você viva esta edificação, pois, basta que ao iniciar o dia você se coloque a sós com o Criador, e, no mínimo esta experiência lhe fortalecerá e o tornará mais sábio e equilibrado a cada manhã.

                 Que tua vida seja na presença de Deus.

 

                Sadi – Um Peregrino na Palavra

 

Sady Folch# Solidão que edifica
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