Publicações com Pecado

Utopia real

Pôr do sol no Unasp – EC

Já pensou um mundo onde não houvesse pecados? Você mesmo, recentemente, teve que lidar com seu pecado?

Na melhor das hipóteses você ter se queixado. Ou como eu mesmo, deve ter se preocupado. Pode ter acumulado, quando o correto era ter dividido. Ou se distanciou, quando o certo era ter socorrido…

O pecado fez você ofender alguém que ama e ser áspero com pessoas queridas. Por tudo isso você deve ter sentido vergonha, culpa ou mesmo amargura…

Milhares de pessoas não cumprem o que dizem e infartam por causa do peso da culpa. Seus desejos podem ser motivados pelo pecado. Seus receios podem ser seguidos de volta ao pecado. Intolerância, os crimes, a conduta sexual inadequada. Todas essas coisas acontecem devido a natureza de pecado.

No céu, sim mesmo eu falei céu, isso tudo porém não existirá…

Imagine um mundo onde não existe pecado. Se você consegue imaginar esse lugar, parabéns você está imaginando o céu.

Quando se fala em um mundo totalmente justo, as pessoas usam o termo “utopia” para defini-lo. Mas essa possibilidade é real. Basta imaginarmos o que nos espera no céu.

e morará o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará, e o bezerro, e o filho de leão, e a nédia ovelha viverão juntos. Isaías 11:6

Adriano VargasUtopia real
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Lava-rápido

Depois disso, derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos seus discípulos, enxugando-os com a toalha que estava em sua cintura. João 13:5

Que cena emblemática: uma bacia com água e um homem cingido com uma toalha. Antigamente, no Oriente, as pessoas tinham seus pés cobertos de poeira e lama endurecida. Era a função dos empregados da festa limpar os pés dos convidados. O Cristo assume uma função de servo. Ele quer lavar o pedaço mais sujo em você. Para isso, você precisa permitir. O servo só irá derramar a água em seus pés se você confessar que está sujo. É preciso admitir que estamos cobertos de lama e sujeira da vida, que seguimos por caminho proibidos e por trilhas de engano.

Se não admitirmos nossa sujeira, não seremos limpos. Não ficaremos puros até admitirmos nossa imundice. Da mesma forma, seremos incapazes de lavar os pés daqueles que nos machucaram, nos ofenderam, até submeter nossos próprios pés ao Cristo, que foi ferido por nós.

Há alguma área em sua vida que você considera suja e indigna?

Vá até Jesus ele “lava rápido”.

*Foto: Santa Ceia que realizei na #missãogoiânia com os PG’s.

Adriano VargasLava-rápido
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Um botão

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Muitas cidades deste vasto Brasil dispõem daqueles semáforos com botões que, apertados pelos pedestres, prometem lhes proporcionar a vez de atravessar a rua. O nome cientifico do equipamento é “botoeira”, segundo se lê nos textos dos órgãos de trânsito (onde achei tal esquisitice).

Há pessoas que não acreditam neles. Seriam tão eficazes quanto uma caixa de papelão riscada com carvão, com o dizer: quero atravessar a rua! Há razões para isso… Não poucas vezes aperta-se o botão e nada. Os mais afoitos então apertam e reapertam, seguidamente, como se quisessem despertar o duende lá dentro que fará o mecanismo funcionar. Também ocorre de o pedestre aproximar o dedo e não encontrar o botão. Por desgaste ou vandalismo foi tirado de onde deveria estar, do que resta é um buraco, qual desgraçado olho vazado. Na cidade de São Paulo, minha morada nos fins de semana, já percebi que há vários nessa situação. Quando serão concertados? É melhor esquecer. A cultura do conserto e da manutenção é alheia ao modo de ser do brasileiro.

Continuando meu passeio pelas ruas de São Paulo… o que é verdade para as botoeiras será também para as calçadas, com buracos, afundamentos, calombos, corrosões e outras irregularidades que vierem a se instalar nessa selva de pedras. E quanto aos buracos no meio da rua? São velhos conhecidos, indissociáveis da paisagem nas grandes cidades. Em alguns, tão profundos que capazes de ocasionar graves acidentes, almas caridosas fincam pedaços de pau para alertar os motoristas, ou os cobrem com pedra. Tal qual nas pobres botoeiras sem botão ou nos buracos miseravelmente mal tapados, também nas pontes e nos viadutos, nos hospitais e nas escolas, a falta de fiscalização e a falta de manutenção os males do Brasil são…daí que depois de observar toda esta situação do paulistano, percebi que esta é também a situação de muitos cristãos…vivem com botoeiras da fé que não funcionam, com buracos em seus corações, corroídos por culpa, medo, ressentimento, dor. E fiscalizar e fazer boa manutenção da vida cristã, também parece um hábito não conhecido pelos ditos cristão de hoje…

Quantas vezes estes, pra não dizer nós, colocamos a culpa no governo? (Se ele diminuísse os impostos, cumprisse o que promete e consertasse tudo isso, eu estaria melhor). Quantas vezes colocamos a culpa em nossa família, em nossos amigos, em nosso trabalho por falhas, por buracos e sujeiras na estrada da nossa vida? É, mas a mudança real é algo que acontece dentro de nós. Podemos alterar coisas durante um ou dois dias com dinheiro e sistemas, numa operação tapa buracos, mas a questão está lá, e sempre estará lá, na questão do coração…

A limpeza não é uma promessa para o futuro, mas uma realidade no presente. Deixe que um pouco de poeira caia sobre a alma do santo, e ela será varrida. Deixe que um pouco de terra suja caia sobre o coração do filho de Deus, e toda a sujeira será varrida… nosso Salvador se ajoelha e olha sobre os atos mais sombrios da nossa vida, os buracos mais imundos. Mas, em vez de retroceder com horror, ele nos estende a mão gentilmente e diz : “Posso limpar isso se você quiser.”

“E o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.”1 João 1:7

Adriano VargasUm botão
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Onde Você Estava?

Deus responde, perguntando
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A história de Jó é extremamente conhecida. Muitos nunca leram o livro homônimo nas Escrituras Sagradas, porém a maior parte das pessoas conhece a expressão “paciência de Jó”.

Resumidamente, Jó era um homem rico, de muitas posses e vários filhos. Até que, num curto intervalo de tempo, perdeu tudo: bens, rebanhos, todos os filhos. Não bastasse isso, sua saúde deteriorou-se por completo. Mal parecia um ser humano de tão magro e de tantas feridas que apresentava.

Seus amigos insinuavam que seu estado era decorrente de seu pecado. Sua mulher insistia para que culpasse a Deus pela situação e morresse em paz. Jó, no entanto, resistiu. Ele depositou toda a sua fé no Criador. Esta fé era tanta que, por mais que não compreendesse o motivo do Senhor permitir tantas desgraças, ainda assim acatava a idéia de que Deus poderia agir como bem entendesse, justamente por ser Deus.

Jó e seus amigos tentavam racionalizar as atitudes de Deus. Mas que pretensão humana é essa de tentar colocar Deus em uma caixinha e dizer: “Deus permitiu que isso acontecesse por tal motivo ou razão”? Quem somos nós para ousarmos compreender todos os desígnios do Pai?

O Senhor sabia o que se passava no íntimo de Jó. Ansiava responder seus questionamentos. Mas não o fez. Deus rebate os argumentos com outra pergunta: “Onde você estava quando lancei os alicerces da terra?” (Jó 38:4)

Não podemos ser conformados com tudo o que nos acontece. Mas não devemos ter a ousadia de nos colocarmos no lugar de Deus para entendermos tudo que nos cerca. Não questione onde Deus está quando você passa por dificuldades e aflições, mas desfrute de um estado de entrega e submissão diárias perante o Soberano a fim de seguir Seus desígnios e receber Suas bênçãos.

Talvez Jó nunca soube que Deus permitiu seu sofrimento justamente por confiar nele – sabia que mesmo diante dos ataques do inimigo Jó não abandonaria sua fé. Mas ele aprendeu a lição, entregou-se à vontade Senhor, mesmo que não fosse a dele. E, no final, Deus o abençoou, curou e restabeleceu todas as suas posses, permitindo-lhe ter mais 10 filhos. (Jó 42:12-15)

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