Publicações com Reflexões

# Alimento para o caminho

Alimento para o caminhoEntre os inúmeros aspectos do pentateuco que modificaram a forma de viver do povo hebreu quando saiu do Egito, está a alimentação a ser observada. Há que se compreender que inicialmente todos os mandamentos de Deus vieram para que disciplina e entendimento fossem semeados no coração do homem, a fim de que pudesse se adequar à nova vida que a ele estava sendo proposta por meio de ensinamentos que, se obedecidos, o levariam a um estado existencial perdido no tempo, à época do paraíso.

Uma nova terra haveria de recebê-los e nela novos costumes deveriam ser observados. Vida nova era a proposta, totalmente diferente da anterior. Entre tais costumes, os da alimentação que lhes trariam benefícios físicos e emocionais, restaurando-os ao paradigma para o qual foram criados e que alcançariam um dia. Assim como a essência espiritual que foi proposta também ao restauro, a saber, em corpo incorruptível. Por isso a necessidade de que nos preparemos conforme a observação de cada detalhe que nos conduza a esse estado de sutileza só encontrada nos seres que habitam o reino de Deus.

Deus é espírito, é santo, e como tal a sua realidade é de uma pureza tamanha que se pode dizer, apenas imaginarmos quanto o Seu estado seja muito além do que reveste aos próprios anjos que o servem. Estar em sua presença requer santidade. Não que Ele se recuse a estar em contato com seres impuros e pecadores. Não se trata disso, mas de saber que aquele que deseja estar, permanecer e viver em Sua presença, deve buscar o equilíbrio que o sustentará no caminho da busca da santidade. “Sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver”, disse Pedro, invocando o registro do livro de Levítico, onde se encontram gravadas as palavras do Eterno ditas a Moisés: “Santos sereis, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo”.

A oração é fundamental. Junto a ela a meditação e prática dos mandamentos, proporcionando a entrega para a intervenção do espírito santo que transforma. Igualmente devemos nos alimentar de forma adequada, no entanto nos alimentamos muito mal nestes tempos, sobretudo por causa da quantidade de agrotóxicos utilizados na semeadura e cuidados com o plantio, e também porque nos submetemos a todo o tipo de alimentos processados e conservados com produtos que nem sequer temos o conhecimento de sua natureza. Tudo isso traz desequilíbrio.

Eis um aspecto, portanto, observado pelos adventistas e que se alinha perfeitamente aos ditames orientados por Deus. A alimentação que nos ajuda a bem percorrer o caminho. Alguns gostam de dizer que a lei deixou de ser observada com o advento e ressurreição do Cristo. Infelizmente estão enganados e parece que decidem permanecer no engano, afinal é mais fácil viver na sociedade atual segundo o relativismo das ordenanças, a de fato observá-las. O resultado disso? Mais que impureza. Ausência de obediência e sabedoria. Quem lê, entenda.

Sadi – O Peregrino da Palavra

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# Compreensão da Palavra

Compreensão da PalavraUma professora me enviou um vídeo em que estrangeiros de diversas nacionalidades tentam pronunciar palavras como “Otorrinolaringologista”, “cabeleireiro”, “exceção”, “paralelepípedo”, entre outras. São pessoas que estudam o nosso idioma por diversos motivos. Gostam de nossa música, da própria sonoridade da língua portuguesa falada no Brasil, etc. A dificuldade é notória para todos eles.

Com o tempo, apenas alguns alcançarão a boa pronúncia, mas certamente todos terão a correta compreensão do termo, necessária para o uso adequado nas frases, na comunicação, independente se com sotaque ou não.

Isso me fez pensar nas vezes em que sacerdotes se levantam para pregar a palavra de Deus, alimento fundamental aos fiéis. Por certo que a maioria dos ministradores podem fazê-lo a contento, afinal conhecem a estrutura de um sermão e sabem, portanto, como prepará-lo. No entanto, pergunto: isso bastaria? Alinham-se à vontade da manifestação da voz de Deus em determinado momento?

Aos que ouvem a palavra e dela necessitam plena compreensão, destaco a lição de Paulo quando escreveu aos fiéis em Corinto, corroborando a necessidade de que esta seja pelo Espírito: “Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração”.

Este verso me faz recordar a ocasião em que um amigo, discípulo e adorador do Eterno, instruiu-me no seguinte sentido. Afirmou ele que não raro nós não conhecemos o idioma do Pai e também a Sua verdadeira comunicação. Sem que peçamos a Ele que nos ensine as Suas vogais, as suas consoantes e a formar as Suas frases, nós somos incapazes de transmitir a Sua mensagem, quanto mais realizá-la para que haja alguma transformação em nós ou em quem ouve.

Assim, portanto, como um aluno que aprende um novo idioma e pretende por ele se fazer compreender e também aos que com ele se comunicam, ao ministrarmos a palavra de Deus, que seja o Senhor que fale por nossa voz, dando entendimento a tudo, para que sejamos manejadores corretos da palavra, afinal, se Ele não falar, nada acontecerá.

Não se pode ou se consegue transmitir qualquer mensagem que de fato edifique segundo a vontade de Deus, se não for pelo Espírito. É como aprender uma palavra nova em outro idioma, sem que se saiba seu significado. Podemos até mesmo pronunciá-la perfeitamente, contudo a aplicarmos ao contexto correto só mesmo diante de sua compreensão.

Sadi – Um Peregrino da Palavra

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Julgamentos superficiais

Julgamentos superficiaisUma publicação na rede social mostra uma pessoa totalmente tatuada afirmando não entender, ainda que se vista adequadamente, por que não consegue empregos de direção apenas por ter optado em se tatuar. Compreendidas as razões de muitas empresas, mas, ao julgar alguém segundo o estereótipo, estamos diante de uma ideia classificatória preconcebida sobre ele, resultante de expectativa, hábitos de julgamento ou falsas generalizações.

Os inúmeros comentários na publicação são de opiniões no sentido de pena por aquela ser uma pessoa perdida, entre outros absurdos resultantes de julgamentos preconcebidos, realizados a partir do exterior tão somente. Engraçado é ler naquelas linhas as opiniões de cristãos de toda sorte que se esquecem de que grandes nomes bíblicos eram pessoas com pouca ou nenhuma classificação para as missões a que foram chamados por ninguém menos do que Aquele que conhece o coração das pessoas e não faz acepção das mesmas.

Eis o limite estabelecido no mundo dos homens e que não raro separa as pessoas pela cor da pele, pela música que ouvem, tatuagens que usem, religiões que professem, etc. Uma atitude proveniente de um tempo na sociedade em que os padrões externos foram estabelecidos e pouquíssimas eram as pessoas que se destoavam deles.

Se nos aprofundarmos um pouco mais nessa seara de juízos, pergunto quantas igrejas cristãs pelo mundo julgam e agridem pessoas por decisões que possam ter tomado no passado, condenando-as para sempre? Quantos de nós está disposto, por exemplo, a acolher nas igrejas, criminosos conhecidos que assassinaram seus pais na última década e se tornaram famosos na mídia policial? São comuns as situações de condenação eterna dessas pessoas por parte de nossos próprios irmãos de fé.

Incontáveis são os cristãos de diversas denominações que, por exemplo, fazem o pior juízo do povo judeu, tomando-os por sua postura política que aqui não vem ao caso, até por que não representa a opinião de todos eles. Tomam a parte pelo todo. Até hoje há quem afirme serem os judeus os algozes do Cristo. Absurdo maior, só mesmo pelo desconhecimento da fala do próprio filho de Deus.

Eu mesmo quando passei a frequentar os cultos na igreja adventista, ouvia amigos de outras denominações dizendo que eu estava entrando em uma seita. Um dia apresentei um livro a uma dessas pessoas e sem que ela soubesse que o autor é um adventista, pude ouvi-la afirmar que aquela era uma obra maravilhosa. Imagine sua surpresa quando eu lhe disse do autor e que aquela era também a linha de pensamento da igreja adventista.

Por que não ouvimos mais as pessoas, buscando conhecê-las melhor e às suas razões, acolhendo-as? Permaneça o amor fraternal, escreveu Paulo aos hebreus. Por ele, alguns, sem que soubessem, acolheram anjos.

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Qual a sua razão?

Qual a sua razãoNestes dias de competições olímpicas o mundo tem presenciado atitudes lamentavelmente destituídas de espírito olímpico. Trata-se de atletas que são orientados por seus países em boicotar ou nem mesmo cumprimentar os atletas israelenses. Primeiro se tratou dos competidores libaneses em não permitirem que israelenses viessem no mesmo ônibus que eles. Depois o judoca egípcio deu as costas ao seu adversário israelense, não o reverenciando nem mesmo no momento em que manda o judô, quando se inclinam um frente ao outro.

Não sendo uma novidade, houve outras ocasiões competitivas mundiais em que a tônica foi a mesma. A verdade é que há razões que movem atitudes como essas que desconhecemos, por ficarem ocultas ao mundo. E por isso mesmo o amor diminui cada vez mais, pois há mesmo entre os cristãos quem defenda tais atitudes, simplesmente por levar a questão política naquelas terras como algo injusto. Não os levarei aqui a uma reflexão política, pois que seja o amor a nossa prioridade.

Judeus não falavam com samaritanos, e quando Jesus fala com a mulher em Samaria, todos se escandalizam. Judeus execravam os coletores de impostos que, mesmo sendo judeus, estariam a serviço de Roma. Cristo não apenas senta-se à mesa com eles para cear, como convoca um deles para ser seu discípulo. Ou, porque aos meninos não era permitido estar entre os adultos, os discípulos os repreendem, mesmo quando trazidos para que o Cristo orasse por eles.

Qual a intenção de atitudes como essas, senão unir aos que estão separados, e de uma forma mais equilibrada, conseguirem conversar. Corações endurecidos é a matéria do que é feito toda a gente que torce pela desunião. Razões? Eles sempre as terão, contudo, aquela que importa, qual seja a que o Cristo teria, a essa nem mesmo se lembram, ainda que cristãos.

Orgulho e vaidade, a razão de todos os males. Certas estiveram as meninas das Coreias do Sul e do Norte, quase crianças, posto que ginastas, que ao final de uma competição fizeram uma selfie juntas. Como disse em seu Twitter, uma das empresas que realiza o evento – “Eis porque fazemos as Olimpíadas”. Precisamos da essência de atitudes como essa, pois, se de fato convertidos, o mundo e suas razões já não existem dentro de nós.

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# Pódios

PódiosO apóstolo Paulo escreveu aos cristãos na cidade de Corínto, na Grécia, e em determinado momento usou de um costume do país para fazer uma analogia, a fim de lhes ensinar sobre a seriedade dos ensinamentos de Cristo. Para explicar o que significava a busca focada no prêmio da salvação eterna, comparou tal dedicação aos esforços empreendidos pelos atletas dos antigos jogos olímpicos, quando estes buscavam tão somente uma coroa perecível mediante rigoroso treinamento.

Segundo Paulo, o cristão precisa escravizar o corpo e seus desejos nocivos incentivados pelo mundo, a fim de que isto também lhe sirva como resultado de aprovação diante de Deus. Os jogos olímpicos da era moderna começaram. Atletas de diversas modalidades, preparados à exaustão, competem pela vitória, sobretudo focados em superar seus limites pessoais.

Foram aqueles competidores, tanto quanto os atuais, por mais subjugo de seus corpos à exaustação dos treinos, os melhores exemplos de vencedores? Certamente que não. Sejamos diretos. Cristo foi e é esse exemplo único a ser tomado por parâmetro. Ele que venceu o mundo, superando tentações, sustentado pela obediência e dependência de Deus, se tornou referência de beleza, força e poder. Tudo porque o próprio Pai o instruía enquanto esteve na terra. E por ter obedecido ao seu Treinador, recebeu a medalha incorruptível. Assim qualificou-se no tempo da eternidade.

Ele nos convida à linha de chegada, à mesma medalha incorruptível. Tal vitória não apresenta distância ou tempo conhecidos. Apenas menciona que se dará com a sua volta, ocasião em que será avaliada a vitória de cada um de nós. A salvação será o lugar mais alto do pódio. O treinador essencial para esta vitória continua sendo o Eterno. Portanto, se há algo a ser tomado de empréstimo dos bons exemplos dos competidores olímpicos, que seja pela adaptação à competição mais séria de nossas vidas, ela que se volta a nós mesmos diante da transformação pessoal que se faz necessária para alcançarmos o pódio eterno.

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Realidade humana e religião

Realidade humana e religiãoHá um debate em vídeo em que um pastor, um chefe de uma comunidade católica, um ateu e uma agnóstica se reuniram em torno de um filósofo para falar sobre Deus. O tema, à primeira vista, parece tratar da crença ou não na existência do Criador. Contudo, o curso do debate clarifica outras reflexões, quais sejam a extensão da tolerância religiosa e a compreensão do homem quanto à sabedoria de Deus, oculta em mistério.

O ateu, ao se apresentar diz ao final que não crê em Deus afirmando simplesmente “não ter nada”, expressão em si que confesso, causou-me algum impacto. Perguntado se sempre foi ateu, ele responde que foi um “processo de crescimento”. Outra resposta no mínimo intrigante.

Indagados se toda religião é válida, se toda religião está certa, o chefe da comunidade católica responde que talvez não seja a questão do certo ou do errado se partirmos do ponto de vista da família humana. Entretanto, o filósofo ao lhe perguntar sobre a aceitação de um familiar decidir se casar em uma sinagoga, a resposta surge negativa, demonstrando haver uma tolerância nas escolhas de cultos alheios, contudo uma ausência de respeito no sentido de ter em consideração dentro de seu espaço.

Assim, seguimos “brincando de relativistas apenas para evitar as discussões”, reafirma o filósofo. Nesse momento o pastor opina sobre o assunto e diz não haver espaço para o relativismo, bastando-lhe dizer que não compreende um padre realizar cultos na Bahia em comunhão com pais de santo, afinal, as escrituras são claras ao demonstrar que nesse contexto há lógicas em choque. Conclui afirmando não haver o respeito no sentido de deferência à união de conceitos tão diversos.

A agnóstica, por sua vez, explica que sua crença passa por um método de vida pelo qual é através da meditação que ela alcança a possibilidade de se conhecer melhor e dessa forma se equilibrar, expandindo o resultado por suas ações, que acabam por beneficiar vidas em seu entorno.

Conscientes que somos de a realidade de Deus não se afetar pela sabedoria do mundo, sabemos que é preciso muito mais do que um debate como esse para compreender o que forma a mente de um homem crente ou não na existência divina, sobretudo porque cada um tem uma história particular que o conduz e a misericórdia de Deus está disposta a todos. Basta lembrar o que escreveu Paulo aos Romanos dizendo que aquilo que o povo judeu recebeu e buscou, não encontrou. Não que tenha caído, mas beneficiou o gentio ao ser enxertado na oliveira.

De outra feita, pela lavra de Paulo aos Coríntios, pergunto: quem conhece a mente do Senhor? Que a resposta seja direta. O espiritual discerne a tudo e a ele ninguém pode discernir, a não ser mediante a mente de Cristo, pois, como bem escreveu: “Ó profundidade da riqueza da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e inescrutáveis os seus caminhos! Pois dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas”. Amém!

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Jesus, o Coach

Jesus, o CoachEm certa ocasião, durante uma palestra, Bill Gates afirmara que todas as pessoas, famosas ou não, precisam de um Coach para lhes ajudar a ver a vida sobre outra perspectiva.

A palavra Coach significa “treinador”, e no mundo dos esportes designa aquele que treina, por exemplo, um time de futebol, para que alcance o melhor resultado na competição. No entanto, o Coach a que se refere Bill Gates tem um papel diferente do de um treinador que diz o que se deve fazer.

O Coach é o profissional habilitado para conduzir um processo investigativo interno, para que seu cliente alcance um objetivo específico ou mesmo queira se conhecer melhor; e aqui, cumpre dizer, não se confunde com um terapeuta. Nesse processo, por meio de ferramentas eficientes, crenças e potencialidades são descobertas, reavaliadas e paradigmas mudados.

Ao observar e perceber os pontos fracos e fortes de seu cliente, o Coach apenas fará perguntas que lhe despertem essa consciência que pode estar oculta, sem jamais forçá-lo a se conscientizar sobre a necessidade de cumprir as etapas para alcançar, enfim, o objetivo pretendido.

A proposta do processo de Coaching é a pessoa descobrir-se a si mesma, enxergando-se de forma plena e assim alcançar seu objetivo com eficiência. Por isso a série de direções que são estimuladas pelas ferramentas para que a transformação ocorra mediante esse despertar pessoal.

Surgem, então, ao longo desse processo, desafios que se voltam ao objetivo que se deseja alcançar, e esse ponto é crítico, pois a pessoa pode simplesmente se negar a absorvê-los, imputando-se uma espécie de sabotagem, desistindo, portanto, de seu objetivo.

Aponto certa semelhança desse procedimento com a maneira como o Cristo se comportava diante dos homens que se voltavam a ele, em busca de cura ou de esclarecimentos a respeito da experiência real com Deus. Vide as situações em que ele promove a cura. Qual é a pergunta inicial? “Você crê? ”. Ato contínuo, como ele conclui? “A tua fé te salvou”. Há aí uma aceitação do discípulo pelas ferramentas do Mestre.

Assim como o profissional Coach observa e reconhece os pontos fortes e fracos de seu cliente, Deus faz o mesmo, afinal, quem poderia dizer não encaixado aos padrões humanos enumerados pelas escrituras? Nesse diapasão, o Eterno sugere os caminhos perfeitos para cada situação, funcionando como ferramentas que levarão a criatura em direção ao Criador. Aceitar ou não é uma questão pessoal.

Quem busca a experiência divina real, o faz consciente de que deseja alcançar um objetivo que sozinho jamais conseguiria. Contudo, ao ingressar no Caminho, desafios são propostos, devendo, portanto, se submeter ao processo investigativo interno para que as crenças sejam reavaliadas e paradigmas mudados. Crescer e se transformar é uma decisão pessoal. Deus jamais nos forçará a nada.

E você? Que se entregou ao Coach Jesus Cristo, tem aceitado o desafio de reavaliar as crenças a seu respeito em relação a Deus, ou acredita que diante desses desafios é melhor deixar tudo como está?

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Formidáveis e Poderosos

Formidáveis e PoderososÉ muito comum testemunharmos nações poderosas como as que integram a Europa se orgulharem de seus feitos e conquistas, afirmando subliminarmente terem poder de condenar e de livrar outras nações se forem obedientes à lei, respondendo a ela. Nessas horas me lembro do Cristo diante de Pilatos, dizendo:  “Nenhum poder teria sobre mim, se este não te fosse dado de cima”.

A Europa criou o seu enorme mercado, aperfeiçoou seus sistemas, e nesse mesmo diapasão seus povos se afastaram do Senhor, não o temendo. Passado o tempo, o velho continente se deparou com a necessidade de abrigar povos fugindo das guerras e da miséria em seus países, resultando na situação de estrangeiros tomando seus empregos, aumentando o tempo de assistência na saúde etc. A forma como reagiram não foi outra senão a de se mostrarem egoístas, e pior, colocando em prática o nacionalismo e o xenofobismo que cresce a olhos vistos.

O mundo costuma dizer da Europa ser a união de nações formidáveis. Formidáveis, segundo o profeta Isaías são as nações que temem ao Senhor. O restante, por poderosas que sejam, “serão destruídas”. E aquela que glorificou o Senhor, escreveu o profeta, foi a que se prontificou ser “a fortaleza do pobre, a fortaleza do necessitado na sua angústia; refúgio contra a tempestade e sombra contra o calor”.

Poderoso, porque demonstrou humildade, dependência e obediência ao Pai, é aquele que de forma única em toda a humanidade pôde dizer, “venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso”. Aquele que lê, entenda, porquanto se permita deparar sua própria vida face a este paradigma europeu. Uma semana de paz e felicidades a todos. (Sadi – Um Peregrino da Palavra)

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Tempo, tempo, tempo

Tempo, tempo, tempoJá reparou como fazemos coisas o dia inteiro, um monte delas? Estamos sempre ocupados, trabalhando fora, estudando, graduando, pós-graduando, organizando a casa, o escritório, nossas agendas, nossas finanças, uma nova viagem, atendendo telefonemas, enviando mensagens, respondendo-as, cuidando dos filhos, do cônjuge, atendendo aos amigos, combinando encontros sociais, culturais, assistenciais, buscando incessantemente novas informações, publicando nas redes virtuais, comentando, curtindo, compartilhando, e quando sobra um espaço, lá vamos nós de novo pensar em algum projeto novo. Enfim, sempre envolvidos com algum tipo de atividade, até mesmo as que dizem respeito ao conhecimento do evangelho e participação em cultos semanais, e no meio disso tudo, a pergunta: Será que existe um tanto suficiente de nós em plena comunhão com Deus? Será mesmo que alguém consegue realizar tantas coisas, ainda que se voltem à obra de Deus, e ainda assim poder dizer que pôde ouvi-lo ao longo desses contextos? Caso Ele necessite adverti-lo sobre algo, você conseguiria ouvir a Sua voz? “E respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada”. Aquele que lê, entenda.

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Mudança de Reinos

Mudança de ReinosA notícia polêmica desta sexta não foi outra senão a da saída do Reino Unido do bloco da União Europeia. Naquele solo pátrio, os mais jovens lamentam e os mais velhos se regozijam. Para alguns dos países daquele mercado comum o caminho deverá ser o mesmo. Pelo mundo, as bolsas caíram e não se fala de outra coisa, a não ser que o quadro geopolítico mundial começa a mudar.

Da parte dos teólogos veio a relação do fato com a profecia de Daniel 2, passagem que trata do sonho de Nabucodonosor com a estátua feita de materiais diferentes. É sobre este aspecto que os convido a meditar, afinal, nem tudo o que se relaciona a esse assunto ocorrido na Europa interessa aos que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.

A estátua mostrou reinos que o tempo comprovou, a saber: a cabeça de ouro (Babilônia), o tronco de prata (Medos e Persas), a cintura de bronze (Grécia), as pernas de ferro (Império Romano) e os pés de uma mistura de barro com ferro (Países europeus, que são a divisão do Império Romano).

O que é a União Europeia e o início de seu rompimento, que agora ocorre com a saída da Inglaterra e a manifestação de outros países a pender nesse sentido, senão o reflexo da passagem de Daniel quando afirma: “…se procurará fazer alianças políticas por meio de casamentos, mas essa união não se firmará”.

A União Europeia parece forte, contudo, sabemos, é composta por países fortes e fracos. Basta comparar a Alemanha ou a Inglaterra com a Grécia ou Portugal. Também este fato se adequa à profecia de Daniel, que afirma: “…esse reino será em parte forte e em parte frágil”.

Nesse diapasão, muitos já imaginam que tais rumos possam levar as nações (reinos) europeias a se afastarem umas das outras, criando barreiras entre si, ocasionando extremismos nacionalistas que jamais produziram bons resultados. Una-se a isso os fundamentalismos político e religioso em ascensão no mundo, gerando reconhecida desigualdade e violência, e a falência de uma série de outros sistemas que guarnecem a estabilidade de uma sociedade justa, culminando na degradação de valores sociais e morais, temos aí um barril de pólvora pronto a explodir.

Dois fatos, segundo as escrituras, surgirão desse quadro. Primeiro, o levantamento de um líder que conduza o mundo à paz, o que convenhamos, também é profético no sentido dos tempos do fim. Segundo, conforme ainda o livro de Daniel, na época desses “reis”, o Deus dos céus destruirá todos esses reinos e os exterminará, estabelecendo um reino que jamais será destruído e que nunca será dominado por nenhum outro povo, durando para sempre.

Mudança por mudança, aguardamos a que vem da parte de Deus, com a volta de Jesus. Portanto, não nos preocupemos com estas coisas, a não ser para reconhecer as profecias e nos fortalecermos mais ainda no sentido de guardarmos os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.

Sadi – O Peregrino da Palavra.

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