Publicações com Sady Folch

# Norteie-se pela Palavra de Deus

BússolaNesta sexta, o pastor Odailson, que apresenta vídeos curtos chamados “Selfie do Código”, proporcionando uma reflexão profunda de fatos cotidianos em face da palavra de Deus, citou uma situação inusitada que aconteceu em um restaurante americano reconhecido por sua higiene extrema, mas que pelo descuido da autoconfiança foi surpreendido por um incidente que maculou sua reputação.

A mensagem nos recorda a passagem do livro de Mateus, em que Cristo bradou: “Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês são como sepulcros caiados: bonitos por fora, mas por dentro estão cheios de ossos e de todo tipo de imundície”. O vídeo ressalta que não importa a aparência, ainda que bonita, mas o que de fato seja a essência que há por dentro do ser humano, e a diligência que aplicamos a ela alinhados à palavra de Deus.

Ele traz o exemplo retirado do livro de Jeremias para que possamos perceber como mesmo Israel, o povo escolhido e abençoado, esteve naquela ocasião desalinhado do Eterno pelas decisões de seus dirigentes. Essa reflexão nos leva a pensar nosso caminho diante de Deus, não raro enganoso por detalhes que passam despercebidos, ainda que se pautem pela aparência da correção e do acerto, segundo nosso próprio entendimento.

Jeremias anuncia o juízo de Deus aos dirigentes, aos pastores e ao povo que os segue. Contudo, porquanto o Eterno é misericordioso, o profeta traz o recado do Altíssimo àqueles que meditam em Sua palavra com o coração puro, e se afastam do engano. Trata-se dos versos 5 e 7 do capítulo 23, em que o escritor inspirado declara da parte de Deus que virão dias em que Ele levantará um Renovo justo, um Rei que reinará com sabedoria e fará o que é justo e certo na terra.

A mensagem é da dependência à palavra de Deus a que devemos nos atentar a todo o instante, sobretudo ao senhorio de Cristo, pois o homem está suscetível a se perder caso se mova fora da circunscrição do Espírito do Eterno, ainda que seja um doutor em teologia, mestre da Lei ou convertido desde o seio de sua família.

Alinhados à vontade de Deus, guardando os mandamentos e a fé em Jesus, vivemos o retorno aos caminhos do Eterno, obtendo com isso a fé no Criador, a esperança de dias melhores, a sabedoria que norteia nossos atos, sobretudo calçados no amor que os solidifica e se apresenta como a razão de ser e existir.

Não há por que seguir acreditando que podemos resolver alguma coisa sozinhos, acreditar no homem ou preenchermos nossas vidas com direções que não nos alimentam profundamente a alma, o corpo e o espírito.

Pense nisso ao se acreditar autossuficiente. A tudo o que fizer, contraponha à palavra do Eterno para saber se está no rumo correto. Somente em Deus encontramos o Caminho, a Verdade e a Vida, e uma vez decididos a sermos morada de Seu Espírito, a Agulha dessa Bússola sempre nos apontará a direção rumo ao Eterno, fazendo de nosso exterior o reflexo da luz que há em nós, a iluminar tanto a estrada quanto os nossos passos peregrinos.

Um feliz sábado é o que lhes deseja o Peregrino da Palavra.

Sady Folch# Norteie-se pela Palavra de Deus
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# Vivendo e aprendendo

jesus-21-300x225Há situações na vida que facilmente podem nos tirar do sério, levando-nos a agir sem o equilíbrio que é uma das colunas que sustentam a mensagem da palavra de Deus. Contudo, diante de tais fatos é preciso parar e refletir, afinal mesmo que por razões que pareçam justas aos nossos argumentos, podemos estar contribuindo pouco ou quase nada às pessoas, a nós mesmos e ao contexto à nossa volta, se agirmos fora do espírito.

Visto, sobretudo por esse prisma, somos apoiados na máxima paulina que afirma – todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Se assim cremos, com isto crescemos.

Há algumas semanas, um escritor teceu uma crônica a ser apresentada como abertura à mensagem principal em uma palestra. Pois bem, tais linhas deveriam ser lidas mediante o recurso de um teleprompter que auxilia a apresentação, permitindo-lhe inclusive a interpretação que se fazia necessária. Contudo, na hora certa o recurso não foi acionado, deixando o leitor à própria sorte diante da plateia.

Tomado pela insegurança, o leitor que também era o escritor daquele texto tentou buscar na memória a sequência da história. Como era repleta por detalhes que faziam toda diferença à compreensão do texto, infelizmente a mensagem que era para ser motivacional, tornou-se inadequada, pois não recordara de tudo o que havia sido escrito.

Isso causou-lhe inicialmente uma indignação, afinal, depositara nas mãos daquele recurso tecnológico, operado pelo humano, toda a possibilidade de se alcançar o resultado desejado. A indignação levou-o à insegurança e assim desencadeou-se o desequilíbrio.

Contudo, pela mensagem encontrar respaldo na palavra de Deus, isso fez a diferença enquanto o escritor se permitiu refletir a partir dela após o fato. Para uma situação que inicialmente encontrara motivos para se indignar, ele se esvaziou de si mesmo e chegou à conclusão de que não apenas aprendera a esperar em Deus, preparando-se ao ponto de enfrentar as surpresas de todo dia de forma positiva, assim como percebeu que a situação a que fora exposto serviu sobremaneira para que seu ego fosse identificado e cortado pela raiz.

Sim, grandes lições nos levam ao crescimento, sobretudo espiritual, quando nos permitimos vivenciar a máxima que diz que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus. Se você ama a Deus, por certo haverá de encontrar mesmo nas situações mais difíceis, um bom motivo que se aplique ao seu crescimento espiritual, proporcionando ações positivas ao seu redor, extraindo o melhor de tudo o que te acontece.

Que todos possam desfrutar do sábado a partir do por do sol desta sexta. Um abraço do Peregrino da Palavra

Sady Folch# Vivendo e aprendendo
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# Ler, meditar e escrever a vida.

lkjlkjOntem eu escrevi um texto para meditar um comentário de alguém que havia lido uma meditação que publiquei na rede social. O leitor, um servo de Deus, afirmou que esperava se tornar um discípulo que pudesse expressar sua fé com palavras como aquelas que eu havia escrito. Respondi-lhe que importa mesmo o bom testemunho com que alguém escreve seus dias, a fim de ler seu nome inscrito no Livro da Vida.

Só assim se pode escrever a vida no Caminho do Eterno. Permito-me aqui comparar o discípulo de Cristo com um bom escritor que vive seu ofício de forma séria. O discípulo é um escritor da própria vida, e pela seriedade como o faz, acaba por edificar vidas alheias mediante seu bom testemunho.

Um escritor sério e compromissado com seu ofício é, antes de tudo, um solitário. Sim, pois, deve estar só com seus pensamentos, meditando a partir de determinado assunto, em busca de conclusões que possam lhe trazer boa compreensão e ato contínuo, edificação sólida à obra que esteja escrevendo.

Ainda que o salmista diga quão bom é estarem os irmãos em união, contudo é solitariamente que o discípulo deve se encontrar para orar. Também em um ambiente sem distrações é que se recolhe para ler e meditar a palavra de Deus. Por fim, é mediante o jejum silencioso que comunga de fato seus pensamentos com o Eterno.

Tanto quanto a arte de escrever acontece mediante estudo de técnicas, leitura de outros autores e prática incessante, revertendo o desejo em aptidão, sim, pois escrever bem não é característica inata a ninguém, ser um discípulo aprovado requer leitura incessante e atenta das escrituras, de autores que as interpretam movidos pela verdade, disposto assim a alcançar o aperfeiçoamento mediante a prática que é a expressão final de todo o entendimento.

Assim como os bons escritores se valem das técnicas adquiridas pela leitura de autores consagrados, o que deve fazer o discípulo senão seguir aos exemplos dos bons testemunhos, deles se valendo para sua própria meditação. A esse propósito, decidem sabiamente quando procuram pastores que têm seus testemunhos de vida alinhados à palavra de Deus.

Da mesma forma podemos lembrar do estilo de um escritor. Este deve ser encontrado dentro dele, entre os seus mais nobres valores, não os pervertendo jamais para agradar pessoas à sua volta. O discípulo encontra o melhor estilo no Caminho, na Verdade e na Vida, sobretudo quando ouve e obedece a voz do Cristo. Por fim, quando se conecta à essência da palavra de Deus mediante a transformação de sua vida.

Para se escrever a vida de fato a partir dos mandamentos de Deus e da fé em Jesus é preciso, portanto, se entregar totalmente, se deixar transformar pela Palavra, vivenciando-a para testemunhá-la. É preciso ser um com Deus, pois só assim se tornará escritor do personagem a ser incluído no Livro da Vida.

Pense nisso. Escreva sua vida a partir dos mandamentos de Deus e da fé em Jesus.

Sadi – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# Ler, meditar e escrever a vida.
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# Escreva a sua história

pergaminhoNestes dias escrevi um texto meditando na palavra do Eterno e um amigo comentou seu desejo de ser um discípulo de Cristo que pudesse se expressar tal qual a meditação que estava diante dele, crendo ser ainda alguém limitado por não o fazer igualmente. Qual foi a minha resposta senão o que seria do discípulo se a conversão se medisse tão somente pelas frases que saiba formar.

É certo que as escrituras nos revelam o poder de Deus. Se a lemos atentamente, alcançamos conhecimento diferenciado do discurso pronunciado pelo mundo. Isso nos faz vivenciar um conforto como nada é capaz de oferecer, afinal, limitados em diversos sentidos que se perdem no também limitado regramento social, no momento em que nos deparamos com a força das escrituras, mudamos o discurso.

É bem verdade que nem todos a compreendem dessa forma, entregando suas vidas a outros caminhos, sejam eles espirituais ou simplesmente morais. Claro, há os que nem a isso se prestem, tornando-se pessoas que parecem viver para contrariar ou contestar escolhas alheias. A estes últimos, a misericórdia e o perdão, pois o desequilíbrio pode também se mover por belos discursos.

O fato é que não basta apenas conhecer o poder que há na palavra de Deus e os conceitos que o abalizam, apoderando-se dele para tornar o discurso forte e repleto de verdades que traduzam a conversão. Isso pode se transformar em instrumento para o ego. O testemunho de ações, sim, é o único caminho que pode comprovar a conversão, pois é pela exata compreensão da palavra que alcançamos rumo ao comportamento que importa.

A transformação entregue à condução do espírito santo é a única certeza que nos revela honestos no Caminho das escrituras. Pedro, por exemplo, vivenciou o dia a dia de Cristo e dizia amá-lo, defendendo-o o tempo todo, no entanto, suas palavras mais verdadeiras em determinado momento foram pronunciadas para negá-lo.

Somente quando ele se permitiu a transformação real é que obteve um discurso de fato consistente e alinhado à voz das escrituras. Vide suas cartas que o traduzem um discípulo diverso ao que em uma tarde negou ao Mestre. Diferentemente da transformação de apenas o discurso, pelo que o deseja forte, a conversão real testemunha a força do silêncio, da misericórdia, do perdão, do amor, do desapego, da anulação do ego.

Onde está a prática que nos conduz a parâmetros que nos equiparam perfeitamente a Cristo, como Paulo bem orientou deveríamos ser imitadores? O que importa se um ensina, se outro é profeta, ou o outro seja um líder se não for para a glória da obra a que dizemos estar sujeitos?

Importa que saibamos escrever testemunhos com perfeição por meio de ações alinhadas à essência da palavra, sobretudo cuidando o que vai ao coração e ao pensamento, pois a frase perfeita que nos interessa vivenciar um dia é aquela que discípulo algum, erudito ou não, é capaz de escrever a não ser por seu comportamento diante da obra: a que diz seu nome estar escrito no Livro da Vida.

Feliz sábado!

Sadi – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# Escreva a sua história
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# Decisões e compreensões

tyEm diversos lugares onde vemos pessoas publicando vídeos ou textos que falem sobre determinada passagem bíblica, em uma abençoada tentativa humana de explicar a mensagem, ou somente expressar o entendimento da palavra do Eterno, bendito seja o Seu nome, vemos também comentários de pessoas que se ocupam em combater a ideia, ou o simples gesto, infelizmente.

Atribuo-o por um momento infeliz, pois, ou não sabem o que dizem, talvez movidos por testemunhos que deturpam a mensagem do evangelho, ou se souberam um dia, dizem-no movidos por alguma resultante de experiências com a igreja. Sim, com a igreja, pois com a palavra homem nenhum que a conhece e a aceita se volta contra ela, mas, antes, se por alguma recusa, apenas se afasta. Claro que para toda a situação, a existência da exceção. A estes, a compreensão e a misericórdia.

Contudo, dizemos, a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus, segundo a sabedoria de Deus, dita por Paulo. E, ainda, visto como na “sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria. Mas nós anunciamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos”, arrematou Paulo.

Sim, pregamos a Cristo crucificado pelo que a mensagem significa, justificando-a a quem desconheça a razão de tamanho sacrifício. Contudo, cumpre-me dizer como crente na mensagem e, sobretudo como testemunho vivo da experiência real com Deus, eu, de minha parte, anuncio, sobretudo o Messias ressurreto, sentado à direita do Eterno, nosso Deus, bendito seja o Seu nome, afirmando que sua volta é iminente, quando crentes e descrentes receberão a compreensão de tudo, inclusive de suas vidas e decisões, importando com isso que entrem para viver o reino pela eternidade ou sejam extintos para todo o sempre.

São decisões pessoais. Que sejam respeitadas e jamais julgadas para que se lhes condenem; contudo, que também suportem as consequências de seus atos, pois o amor está à disposição de todos, sendo tudo aquilo o que de fato importa.

Tenha uma linda semana e anuncie o amor de Deus.

Sady Folch# Decisões e compreensões
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# Nestes tempos

maxresdefaultUma amiga nesses dias escreveu-me e dizia ao final: “Jesus, volte logo, pois o mundo está estranho”. O desrespeito neste País parece ter tomado proporções inacreditáveis. Por todos os lados, os mais diversos assuntos perderam completamente a razão do debate para dar lugar a opiniões essencialmente agressivas, eivadas pela intolerância.

Praticamente nenhum assunto escapa dessa linha de exposição, tampouco os valores, e aí se incluem a lisura e a ética na política ou o amor e a paz propostos pela religião.  Entre governantes e pastores, homens que se espera tenham um comportamento exemplar pela função a que se propuseram, percebe-se a preferência por discussões que envergonhariam o mais crédulo partidário ou um simples frequentador de igreja.

Pegue o mínimo exemplo de intolerância de um crente, político ou não, e pergunte a ele o que acredita que o Cristo faria em seu lugar. Pegue um político, crente ou não, e pergunte-o sobre a clássica frase do jurista Rui Barbosa que dizia haveria um tempo em que o homem sentiria vergonha de ser honesto.

Para a política, valho-me da frase do grande Rui Barbosa pelo que já diz tudo. Quanto ao cristianismo menciono a célebre frase do líder indiano Mahatma Gandhi ao pronunciar-se sobre a realidade dos discípulos do cristianismo: “Não conheço ninguém que tenha feito mais para a humanidade do que Jesus. De fato, não há nada de errado no cristianismo. O problema são vocês, cristãos. Vocês nem começaram a viver segundo os seus próprios ensinamentos”.

Sobre este tempo de alta intolerância e desonestidades de toda a sorte alguém diria que são os sinais dos tempos, possivelmente fazendo menção à carta de Paulo a Timóteo. Diz o trecho que nos últimos dias os tempos serão terríveis, porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, cruéis, traidores, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus.

Contudo, nada está perdido. Há muitos lugares onde ainda se pode encontrar o manifesto da honestidade e da tolerância, e a igreja adventista do sétimo dia é um bom exemplo disso, em que pese não haver um lugar que deixe de conter representantes que desvirtuem as bases de seus valores. Os discípulos de Gandhi não entendiam a extensão de sua postura de paz, e não raro tomaram medidas violentas que em muito feriram a consciência de seu líder. Pedro não fez diferente no monte das oliveiras ao usar a espada, obrigando Jesus a reparar o ferimento na orelha do soldado romano.

Desejar esse comportamento de amor, tolerância e um comportamento impecável me faz lembrar a resposta de Pedro ao Cristo, quando este disse que o apóstolo e os outros poderiam ir embora se quisessem: “Para onde iríamos se só tu tens palavra de salvação?”.

Que a palavra do Cristo esteja contigo ao longo da semana é o desejo do peregrino da palavra a você e a toda a sua família.

Sadi – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# Nestes tempos
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# Pastor, obrigado!

dfNesta semana soube da partida em breve do pastor Kleber e sua família para as terras da América do Norte, obedecendo a mais um chamado nessa sua jornada como peregrino a levar a palavra de Deus aos homens, anunciando-lhes especialmente a boa nova do Cristo, pois há vida em suas linhas e entrelinhas.

Fico feliz por ele, mas, também como muitos, meu coração se aperta por perceber-me privado (espero que por pouco tempo) de suas orientações e meditações e, sobretudo de sua postura que por si só muito me apresentou a Cristo nestes nove anos que o ouço e o presencio ser um vaso de honra nas mãos do Oleiro. Mas, tem que ser assim, afinal, é Cristo que vai com ele, o mesmo Cristo que continua conosco.

Por suas mãos eu desci às águas do batismo e ao delas emergir, meu coração já tocado por sua oração e, sobretudo pela ocasião, registrou para sempre o som de sua voz ao me olhar nos olhos, segurando meu rosto a me dizer: Querido, mantenha os seus olhos em Cristo. As lágrimas de alegria transbordam até hoje quando me recordo, assim como o som de sua voz forte e suave e o brilho de seus olhos. Quantos como eu viveram essa alegria? Muitos.

Por sua ordenação, ele recebeu a mim e a minha esposa naquela que era a manhã de nosso casamento. Era também o dia em que acontecia o primeiro culto nesta sede do bairro paraíso. Ali ele nos abençoou, apresentando-nos a Deus como um novo casal entre os homens e diante do Eterno, rogando ao Pai para que fossemos abençoados pela união a ser solidificada a cada dia, servindo aos propósitos de Seu reino, sobretudo.

Ele, este servo que trouxe novas maneiras de dizer que é preciso continuar a respirar o mesmo oxigênio, o evangelho do reino; ele que nos ensinou a todos especialmente por sua responsabilidade alinhada ao mesmo evangelho; ele que mesmo enfrentando toda a sorte de obstáculos, viu a maioria cair pelo poder de Deus, e mesmo diante dos que não pode transpor, entendeu-os por lições da parte de Deus e, portanto, de toda sorte, tornou-se um testemunho de como a gratidão e a bênção, a obediência e a dependência, sobretudo a ação de graças devem ser o comportamento do discípulo.

A ele, a gratidão de minha parte e de minha família, assim como penso estar autorizado a dizer em nome de todos que o conhecem e com ele convivem, ou somente o ouviram um dia – Pastor Kleber, que a graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com você e toda a sua família nesta nova fase e por toda a vida. Pastor Kleber, muito, muito obrigado por entregar a sua vida pelo reino, anunciando-o com o amor e a firmeza que lhe são característicos, resgatando cada um de nós quando perdidos, com a responsabilidade que se espera de um pastor.

Recebe aqui um abraço do Sadi – Um Peregrino da Palavra, e de toda a igreja que você ajudou a formar nestas terras bandeirantes. Nós te amamos e a toda sua família.

Sady Folch# Pastor, obrigado!
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# A Serviço da Obra

aQuem conhece a Deus sabe que Ele se preocupa com os mínimos detalhes, não permitindo que um fato sequer deixe de estar ligado ao contexto que Ele preparou para nossa existência. Cada qual de nós tem a própria história para viver de acordo com os sonhos que Ele sonhou para nós, de bem e não de mal, todos realizando a parte que lhe cabe em favor não apenas de um mundo melhor, mas como um corpo equilibrado que avança em direção ao reino.

O interessante nessa história é que cada um de nós, ainda que tenhamos dons e ocupações diferentes, somos igualmente importantes para o equilíbrio geral. Assim como o corpo tem tudo o que precisa para seguir pela existência, a humanidade é um corpo que deveria estar em harmonia para que houvesse equilíbrio entre os homens. Contudo, sabe-se bem, isso é impossível neste mundo de pecado que justifica as dores produzidas pelo egoísmo, pelo orgulho e pela vaidade. Todos compostos pela mentira.

No entanto, há um plano que determinou o caminho onde se deve construir em benefício dos que queiram viver a verdade, alcançando o equilíbrio da vida. A obra de Deus se encarregou do planejamento para essa edificação. A igreja é esse prédio. Nós somos esse prédio. A palavra do Eterno é a planta baixa que determina toda a construção; Ele é o arquiteto que a desenhou e elaborou os espaços a serem dispostos no tempo; O Messias é o engenheiro que se responsabilizou pelos cálculos e pela distribuição de cargas, determinando os materiais a serem empregados na obra; o Espírito Santo, por sua própria essência, é o material com que somos moldados para que a construção se erga.

Também somos os mestres de obra, os eletricistas, os pedreiros, seus ajudantes e os encarregados dos mais diversos trabalhos que se fazem necessários para que a obra siga o seu rumo conforme determinado.

Se ao recebermos os dons que devem ser empregados na obra, e por acaso, a exemplo de um mestre de obras, deixarmos de seguir as ordens do engenheiro, este que tem as plantas do arquiteto nas mãos, e agirmos conforme nossa própria interpretação, certamente a obra restará comprometida, sendo apenas questão de tempo o seu desmoronar.

Não há ninguém melhor nessa história, com exceção do Arquiteto, do Engenheiro e da Fonte que fornece o material de qualidade para a edificação da obra. Eles são perfeitos. Eles trabalham desde o início dos tempos até os dias atuais para que a obra se projete na eternidade. Portanto, que neste sábado possamos meditar nas responsabilidades de tamanha obra, prestando nossa gratidão e adoração ao Eterno que a tudo planejou, confessando nossa obediência ao senhorio de Cristo que nos une em torno da obra, e também nos entregando em total atenção aos detalhes que nos fornece o Espírito Santo.

Bendito o que vem em nome do Eterno! Feliz sábado!

Sadi – Um peregrino da Palavra

Sady Folch# A Serviço da Obra
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# E vós, quem dizeis que eu sou?

320029__my-good-shepherd-jesus-christ_pE Simão Pedro respondeu, dizendo: “Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo”.

Bendito seja Deus por essa consciência renovada no espírito, sobrepondo-se ao costume e à tradição que fez com que mediante a pergunta anterior feita por Cristo, para saber o que os homens diziam ser ele, responderam levando em consideração a doutrina que professavam e não a essência pela qual existe a Torá.

Cristo voltou-se nesse momento a Pedro e afirmou que não fora pela carne e o sangue a conclusão da resposta, mas a revelação do Pai que o permitiu conhecer a quem estava diante de seus olhos.

No momento em que se refere a Pedro por Simão Barjonas, para afirmar que a sua resposta tinha sido revelada por Deus, demonstra que o discípulo não passava de um simples homem necessitado da orientação do Eterno, para que compreendesse a obra a que fora chamado para dela fazer parte.

Pedro que em grego (Petros) significa pequena pedra, assim como é o homem, será mediante homens como ele naquele instante, alinhados à resposta revelada por Deus (Cristo, o filho), que a igreja será constituída. Cristo, a Pedra que em grego (Petra) significa uma grande rocha, afirma que por meio dele próprio é que se edificará a igreja que viverá a plenitude do reino de Deus.

Assim recebemos dele, o detentor das chaves do reino dos céus, quais sejam, toda a autoridade delegada por Deus para que a obra se mantenha alinhada à Sua vontade, e por ela ligarmos e desligarmos na terra tudo que a esta se conecte ou não. E o fazemos por meio do poder que está entre os homens, uma vez que essa é a definição do reino de Deus – poder – desde que a obra se iniciou, até que se complete e toda perfeição se restaure no universo.

E, portanto, o Cristo a quem definimos ser, o é por revelação a pedra, o alicerce sob o qual ele próprio edifica a igreja, fazendo-nos entender que é por sua existência como o filho de Deus encarnado entre os homens, que se torna ninguém menos que a cabeça que enxerga, ouve e sente muito além do que seja capaz o homem para se conduzir.

Quem é Cristo para mim? Ele é o meu pastor, e eu uma pequena ovelha de seu rebanho eclesiástico a quem ele conduz a verdes pastos. Reconheço sua voz e o sigo; dependendo dele para viver, obedeço-o em tudo.

Sadi – Um Peregrino da Palavra

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# Quem o povo diz ser Jesus?

cristoA esta pergunta nos remete à primeira pergunta feita por Jesus, quando no caminho ele perguntou aos seus discípulos – “Quem o povo diz que eu sou?” – E eles responderam: João, o Batista; e outros: Elias; mas, outros ainda disseram ser um dos profetas.

Quem o povo de nosso tempo diz ser Jesus? Um personagem histórico? Ou mesmo ficcional? Para responder a essa pergunta convém refletir se o mundo não o conhece porque não o deseja, porque não o quer receber, porque não acredita ser ele o filho de Deus, ou mesmo se porque não há quem lhes explique com uma abordagem adequada.

Os testemunhos ao longo da história são um pouco responsáveis por essa reação. De outro lado, a própria vida moderna se encarrega de “desmitificar” a necessidade de crença em Deus, tampouco na dependência e/ou obediência para se alcançar a vida em abundância que ele oportunizou.

Mas, afinal, como Jesus elaborou a sua primeira pergunta a seu respeito? Ele não perguntou ao discípulos em um primeiro momento o que eles pensavam, mas quis saber quem o povo dizia ser ele. As respostas iniciais deram a ele a possibilidade de ser um profeta ou um homem reencarnado, sim, pois havia judeus que acreditavam na reencarnação, mas isso é um assunto para outro tema.

Por que há tanta dificuldade em saber quem é Jesus? Será pela gigantesca distância entre Deus e o homem?  Por que os homens na atualidade mal conseguem credita-lo divindade? Por que não o aceitam como filho de Deus? Por que nem mesmo alguns acreditam que ele possa ter vivido?

Já parou para pensar nisso? Consegue se responder com facilidade, sendo justo com os fatos que movem essa realidade?

Feliz sábado

Sadi – Um Peregrino da Palavra

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