Publicações com Testemunho

A você, minha Mãe

MãesHá momentos na vida em que mesmo tendo a certeza de que é somente debaixo das asas do Pai onde encontramos refúgio seguro, é de nossa mãe que lembramos desejando um abraço, ouvir a sua voz ou apenas contemplar o seu rosto. Algumas vezes isso não nos é mais possível, contudo há dentro de nós algo que ainda nos acalenta quando é dela que falamos: o amor de mãe.

Um simples olhar seu já nos diz que os seus braços estão abertos para nos receber, compreendendo tudo o que há dentro de nós sem que precisemos dizer coisa alguma. E normalmente querem tão somente acalentar, pois o coração de mãe é o que mais se aproxima à semelhança do coração de Deus: afinal, sabe o que vai dentro do coração de cada filho.

Amor incondicional é o que se dispõe desde o instante em que sabe que nos carregará em seu ventre por alguns meses. Talvez seja esse o tempo quando se formata em cada uma delas a consciência da eternidade, a elas revelado para que recebam a essência do caminhar ao nosso lado enquanto haja ar em suas narinas, gerando-nos quantas vezes for preciso ao longo de nossa jornada.

Sua existência é tão bem-aventurada que o próprio salmista se encarregou de transmitir as palavras do Eterno, a traduzirem o ventre como o limite primeiro onde já nos encontrávamos debaixo dos olhos do Senhor. “Por Ti tenho sido sustentado desde o ventre”.

Mãe, o que falar de você enquanto somente as lágrimas dos meus olhos conseguem traduzir a gratidão que transborda de meu coração, inundado de amor por você, sentimentos que me dizem jamais poderei retribuir à altura os seus gestos. Resta-me ajoelhar diante do Eterno e clamar para que derrame bênçãos sem medida sobre sua vida, ainda que nesse momento eu possa ouvi-la dizer que eu, seu filho, sou toda a bênção que você esperava da vida.

Mãe, muito obrigado por tudo que entregou a mim, ainda que eu me confesse impedido de mensurar ou conceituar com justa medida todo esse ato de amor. Creio eu, um dos mistérios que a humanidade haverá de conhecer quando da volta do Cristo – a intimidade do coração de mãe em seus instantes com o Eterno.

Com amor, teu filho,

Sadi – Um Peregrino da Palavra

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# Tempos difíceis

imagesEis aí um termo muito repetido no meio evangélico. Tempos difíceis. Mas, por que difíceis? A maioria deve responder, com certeza, que por guerras, fome, terrorismo, corrupção, perseguições religiosas.

Mas, o que fazer para não vivermos tempos difíceis? Estar em paz? Mas, como ficarmos em paz diante de tantos horrores? Cristo é a resposta, e a transformação que ele proporciona não tem nada a ver com viver angustiado. Ou se é discípulo que aprendera de fato a lição, ou se está vacilando nos ensinamentos.

“Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos, trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos; e assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal”.

Parece-me, corrijam-me se eu estiver errado, mas este texto de Paulo mostra que em Cristo há uma transformação que nos mantêm íntegros, em paz, não importando se morremos ou não, afinal, também o apóstolo afirmara: “Segundo a minha intensa expectação e esperança, de que em nada serei confundido; antes, com toda a confiança, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte. Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho”.

Se nós somos entregues à morte por amor de Jesus, como poderíamos viver outro comportamento senão amando. E quem ama não pode se misturar com medo, com ódio, com o mundo, enfim.

A semente do Peregrino da Palavra, então, te entrega este texto final de Paulo para que pense sobre a decisão de viver em tempos difíceis ou o amor…“Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido…

Sady Folch# Tempos difíceis
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Fonte no deserto

Outro dia eu conversava com amigos sobre o encontro de Jesus com aquela mulher samaritana, registrado em João 4. A gente tentava tirar lições do método de aproximação empregado por Jesus.

Ele quebrou paradigmas sociais ao se dirigir a uma mulher samaritana pedindo água. Surpresa, ela apontou a esse fato e a tréplica de Jesus tirou a conversa de preconceitos e já introduziu um forte contingente espiritual. “Se você soubesse quem está falando contigo e tivesse o dom de Deus, você é que me pediria água”.
Ponto final. Nenhuma explicação adicional, nada de legendas. Ele deixou ela processar aquela afirmação sem maiores elementos para a entender. Acreditando que o assunto ainda era água física, a mulher apontou ao fato de ele não ter com que tirar água do poço. Jesus então lança a célebre frase: “Todo o que beber desta água tornará a ter sede; mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna”.
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A mulher não estava preparada para mudar a conversa da água física para a espiritual e pediu da água que Jesus vendia dizendo que seria uma boa não ter que retornar para o poço pra tirar água. Nesse momento Jesus mostrou que era mais do que um homem qualquer mostrando que conhecia a vida inteira dela.
Basicamente o que Jesus fez foi mostrar para ela a real origem de sua sede ou sua sede principal. Ela tinha tentado satisfazer essa sede pulando de relacionamento em relacionamento, sem perceber que a fonte da satisfação não estava em homens.
As pessoas ao nosso redor – e nós mesmos amiúde – não percebem que estão buscando saciar a sede em água que não satisfaz. Se conseguíssemos apontar a esse fato a elas de forma tão gentil e sábia como Jesus fez!
A mulher chegou ao poço com sede. No final daquele dia ela havia encontrado o Messias e testemunhado a toda sua vila. “E diziam à mulher: Já não é pela tua palavra que nós cremos; pois agora nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo”.
Cumprira-se o que Jesus prometera. Em tempo recorde, a sedenta se transformara numa fonte de água que jorrava para a vida eterna.
E então penso: há quanto tempo eu encontrei o Messias? Quanto tempo falta para eu me tornar uma fonte de água para as pessoas que me rodeiam? Por que tenho buscado outra coisa qualquer nesta existência?
Marco Aurélio BrasilFonte no deserto
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# A paz diante dos olhos

Yoram RaananUm amigo nestes dias me confessou ter vivido e conhecido o bastante para se convencer que definitivamente não há paz no mundo. Bom, não resta dúvida de que esteja certo, contudo, não creio precisar de muito tempo de vida para se chegar a essa certeza.

Convencido de que a única paz possível seja a que experimenta o coração consolado pelo Espírito Santo de Deus, ele concluiu que a paz no universo somente se efetivará quando o Eterno, bendito seja o Seu nome, acabar definitivamente com o causador de todo o mal.

Uma pergunta não se calou em mim desde que o ouvi: “Se alguém de fato experimenta a paz que vem de Deus, especialmente pela presença de Seu Espírito Santo, como deixaria de vivenciar a plenitude desta que é a paz que excede todo o entendimento?

Eu sei, ele afirma o conhecimento da paz pela experiência que mantém com o Espírito do Eterno, e porque o mundo não a tem, é que vive tamanho conflito.

Perfeito, contudo, ao lançar a pergunta acima, a faço porquanto meus pensamentos se desdobram movidos pela seguinte palavra pronunciada pelo Messias: “Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa”. (João 4:35)

Se movidos, portanto pelo Espírito Santo, que então possamos viver de maneira a nos despirmos do que os olhos veem, permitindo-nos única e definitivamente vivenciarmos a paz no mundo pelos olhos da fé, colhendo-a dos campos onde muitos acreditam não estarem prontos.

Como um peregrino da palavra, deixo-os com esta para a sua meditação. Caso encontrem nela alimento para o espírito, que possam, sobretudo semeá-la em nome da paz. E que o Espírito de Deus revele a cada coração transformado a maneira como isso seja de fato a realidade proposta, sobretudo como novidade de vida que convém vivermos.

Sadi – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# A paz diante dos olhos
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# Vivendo e aprendendo

jesus-21-300x225Há situações na vida que facilmente podem nos tirar do sério, levando-nos a agir sem o equilíbrio que é uma das colunas que sustentam a mensagem da palavra de Deus. Contudo, diante de tais fatos é preciso parar e refletir, afinal mesmo que por razões que pareçam justas aos nossos argumentos, podemos estar contribuindo pouco ou quase nada às pessoas, a nós mesmos e ao contexto à nossa volta, se agirmos fora do espírito.

Visto, sobretudo por esse prisma, somos apoiados na máxima paulina que afirma – todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Se assim cremos, com isto crescemos.

Há algumas semanas, um escritor teceu uma crônica a ser apresentada como abertura à mensagem principal em uma palestra. Pois bem, tais linhas deveriam ser lidas mediante o recurso de um teleprompter que auxilia a apresentação, permitindo-lhe inclusive a interpretação que se fazia necessária. Contudo, na hora certa o recurso não foi acionado, deixando o leitor à própria sorte diante da plateia.

Tomado pela insegurança, o leitor que também era o escritor daquele texto tentou buscar na memória a sequência da história. Como era repleta por detalhes que faziam toda diferença à compreensão do texto, infelizmente a mensagem que era para ser motivacional, tornou-se inadequada, pois não recordara de tudo o que havia sido escrito.

Isso causou-lhe inicialmente uma indignação, afinal, depositara nas mãos daquele recurso tecnológico, operado pelo humano, toda a possibilidade de se alcançar o resultado desejado. A indignação levou-o à insegurança e assim desencadeou-se o desequilíbrio.

Contudo, pela mensagem encontrar respaldo na palavra de Deus, isso fez a diferença enquanto o escritor se permitiu refletir a partir dela após o fato. Para uma situação que inicialmente encontrara motivos para se indignar, ele se esvaziou de si mesmo e chegou à conclusão de que não apenas aprendera a esperar em Deus, preparando-se ao ponto de enfrentar as surpresas de todo dia de forma positiva, assim como percebeu que a situação a que fora exposto serviu sobremaneira para que seu ego fosse identificado e cortado pela raiz.

Sim, grandes lições nos levam ao crescimento, sobretudo espiritual, quando nos permitimos vivenciar a máxima que diz que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus. Se você ama a Deus, por certo haverá de encontrar mesmo nas situações mais difíceis, um bom motivo que se aplique ao seu crescimento espiritual, proporcionando ações positivas ao seu redor, extraindo o melhor de tudo o que te acontece.

Que todos possam desfrutar do sábado a partir do por do sol desta sexta. Um abraço do Peregrino da Palavra

Sady Folch# Vivendo e aprendendo
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# Escreva a sua história

pergaminhoNestes dias escrevi um texto meditando na palavra do Eterno e um amigo comentou seu desejo de ser um discípulo de Cristo que pudesse se expressar tal qual a meditação que estava diante dele, crendo ser ainda alguém limitado por não o fazer igualmente. Qual foi a minha resposta senão o que seria do discípulo se a conversão se medisse tão somente pelas frases que saiba formar.

É certo que as escrituras nos revelam o poder de Deus. Se a lemos atentamente, alcançamos conhecimento diferenciado do discurso pronunciado pelo mundo. Isso nos faz vivenciar um conforto como nada é capaz de oferecer, afinal, limitados em diversos sentidos que se perdem no também limitado regramento social, no momento em que nos deparamos com a força das escrituras, mudamos o discurso.

É bem verdade que nem todos a compreendem dessa forma, entregando suas vidas a outros caminhos, sejam eles espirituais ou simplesmente morais. Claro, há os que nem a isso se prestem, tornando-se pessoas que parecem viver para contrariar ou contestar escolhas alheias. A estes últimos, a misericórdia e o perdão, pois o desequilíbrio pode também se mover por belos discursos.

O fato é que não basta apenas conhecer o poder que há na palavra de Deus e os conceitos que o abalizam, apoderando-se dele para tornar o discurso forte e repleto de verdades que traduzam a conversão. Isso pode se transformar em instrumento para o ego. O testemunho de ações, sim, é o único caminho que pode comprovar a conversão, pois é pela exata compreensão da palavra que alcançamos rumo ao comportamento que importa.

A transformação entregue à condução do espírito santo é a única certeza que nos revela honestos no Caminho das escrituras. Pedro, por exemplo, vivenciou o dia a dia de Cristo e dizia amá-lo, defendendo-o o tempo todo, no entanto, suas palavras mais verdadeiras em determinado momento foram pronunciadas para negá-lo.

Somente quando ele se permitiu a transformação real é que obteve um discurso de fato consistente e alinhado à voz das escrituras. Vide suas cartas que o traduzem um discípulo diverso ao que em uma tarde negou ao Mestre. Diferentemente da transformação de apenas o discurso, pelo que o deseja forte, a conversão real testemunha a força do silêncio, da misericórdia, do perdão, do amor, do desapego, da anulação do ego.

Onde está a prática que nos conduz a parâmetros que nos equiparam perfeitamente a Cristo, como Paulo bem orientou deveríamos ser imitadores? O que importa se um ensina, se outro é profeta, ou o outro seja um líder se não for para a glória da obra a que dizemos estar sujeitos?

Importa que saibamos escrever testemunhos com perfeição por meio de ações alinhadas à essência da palavra, sobretudo cuidando o que vai ao coração e ao pensamento, pois a frase perfeita que nos interessa vivenciar um dia é aquela que discípulo algum, erudito ou não, é capaz de escrever a não ser por seu comportamento diante da obra: a que diz seu nome estar escrito no Livro da Vida.

Feliz sábado!

Sadi – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# Escreva a sua história
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# Sonhos realizados

gAssisti nestes dias a um vídeo interessante, e nele uma senhora já bisavó relatava a sua linda história de vida, sobretudo pela forma como foi amada por seu marido por cinquenta e seis anos e com ele teve seis filhos.

Uma senhora que a meu ver espelha a vontade e os sonhos de boa parte das pessoas: viver uma vida intensa, com responsabilidades, conduzindo pessoas igualmente responsáveis ao mundo, movida por fé e esperança inabaláveis, a que ela conceitua por sentimentos que nos fortalecem e nos impulsionam em direção à realização dos sonhos, ainda que a vida diga não.

Sendo alguém que vive numa cadeira de rodas desde menina, com uma diversidade de problemas físicos que segundo os médicos a impediria inclusive de ser mãe, ela contrariou a tudo e a todos, sobretudo aos seus familiares que diziam que homem algum iria querer alguém em suas condições para criar uma família, devendo ela tirar isso da cabeça.

Leia alguns poucos capítulos de livros bíblicos e testemunhe quantos homens e mulheres andaram pela fé, repletos da esperança nas promessas, e viram seus sonhos que pareciam irrealizáveis aos olhos alheios, todos cumpridos de forma tão maravilhosa que muito mais fora acrescido às vidas dessas pessoas.

E o que diz você sobre o seu sonho? O seu sonho está alicerçado na fé e na esperança de fato? Acredita nisso cem por cento? E o Eterno, bendito seja o Seu nome, está incluído neles? Ou melhor, os seus sonhos estão alinhados com o sonho daquele que a tudo sabe e pode muito mais do nós sejamos capazes de pensar para nós mesmos?

Medite sobre isso e se permita viver seus sonhos especialmente através dos sonhos de Deus, vivenciados por meio de uma experiência real com Ele. Que o seu sábado seja na presença do Eterno, sobretudo para descobrir os sonhos que Ele tem para a sua vida.

Estas linhas escritas para você são o testemunho da mais pura realidade concretizada na vida de alguém que nunca pensou que fosse voar um dia, ainda mais tão alto quanto a vida tem lhe proporcionado. E isso tudo pela simples decisão de que um dia ele decidiu viver o sonho de Deus.

Sadi – Um Peregrino da Palavra

 

Sady Folch# Sonhos realizados
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# Nascemos para o bom testemunho

Entrevista-com-Deus-Estreia-630x354Em uma entrevista com Deus, assim disse o Eterno a muitos de nós:

Então é assim que me respondes?  Não percebe que te chamei para ser testemunho de Meu  amor? Mas o que fazes? O que fazes com teu irmão de fé que ainda incorre em erros e tu, em erro mais grave, dele se afasta e ainda o julga em meu lugar? E aos que não me conhecem? Sente-se superior a eles, desprezando-os, como se tu fosse alguma coisa fora de Mim! E o teu testemunho quando alguém te ofende? Revidas movido pela  ira! Guardas rancor! Destilas palavras duras como se fosse um justo juiz. Não perdoas!

Porque tanta indiferença para com os valores que dei a meu filho para ensinar  ao mundo, a exemplo do Sermão da Montanha? Não temes a Mim, homem? Não conhece a palavra que dei a Ezequiel? Se ele não anunciasse ao homem quanto a seu mau caminho, e este morresse, Eu iria requerer dele aquela vida! Não sabe que haverei de cobrar de ti pelo que dei  a cuidar? Por que não vives  o  Meu  amor se te dizes convertido a Mim?

Sinto dizer, mas ages acreditando ser sábio e aprovada a tua decisão… mas não passas de um tolo: tanto não vives a Minha palavra quanto te comparas a Caim, sendo orgulhoso! Ou ainda a Adão, que ao invés de assumir seu erro, tentou justificar-se. Coloco amor e verdade diante de ti e o que escolhes? Desprezo e mentira!?

Não sabe que Meu julgamento é justo? Entende e arrepende-te, homem! Enquanto é tempo! Pois quero te abençoar com vida eterna! Sede um testemunho vivo, manso e humilde como o coração de Meu filho que entreguei por ti!

Pelo desvio do homem, por três vezes Eu o amaldiçoei, porque escolheu agir segundo suas vontades, contrariando o rumo que lhe dei  Sim! Por três vezes o  amaldiçoei! Por três vezes o abençoei! Ah! Cristo, meu filho! Tu perdoaste Pedro por três vezes, porquanto três vezes cantou o galo!

Porquanto fui obrigado a amaldiçoar Adão e expulsá-lo da terra que lhe dei, abençoei a humanidade quando chamei Abrão para que entrasse na terra que escolhi!

Porquanto amaldiçoei Caim pela morte do filho de seu pai, seu irmão a quem deveria amar e cuidar, abençoei a humanidade dando a Abraão o filho da promessa!

Porquanto amaldiçoei a humanidade, extinguindo-a pelo dilúvio, abençoei-a mais uma vez… através do descendente de Noé, Abrão, a quem mudei o nome para que se tornasse pai de nações!

Entende e sede de vez nova criatura! Volte-se  totalmente  para  mim! Seja meu atalaia! Segue por estas palavras, peregrino, e eu te darei bênção em lugar de maldição!

Sai agora e pensa no que te disse. pois minha Palavra não volta vazia.

Tenha uma semana abençoada diante de Deus, sendo um testemunho vivo de sua conversão a Ele.

Sadi – Um Peregrino da Palavra

 

 

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# Decisões e compreensões

tyEm diversos lugares onde vemos pessoas publicando vídeos ou textos que falem sobre determinada passagem bíblica, em uma abençoada tentativa humana de explicar a mensagem, ou somente expressar o entendimento da palavra do Eterno, bendito seja o Seu nome, vemos também comentários de pessoas que se ocupam em combater a ideia, ou o simples gesto, infelizmente.

Atribuo-o por um momento infeliz, pois, ou não sabem o que dizem, talvez movidos por testemunhos que deturpam a mensagem do evangelho, ou se souberam um dia, dizem-no movidos por alguma resultante de experiências com a igreja. Sim, com a igreja, pois com a palavra homem nenhum que a conhece e a aceita se volta contra ela, mas, antes, se por alguma recusa, apenas se afasta. Claro que para toda a situação, a existência da exceção. A estes, a compreensão e a misericórdia.

Contudo, dizemos, a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus, segundo a sabedoria de Deus, dita por Paulo. E, ainda, visto como na “sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria. Mas nós anunciamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos”, arrematou Paulo.

Sim, pregamos a Cristo crucificado pelo que a mensagem significa, justificando-a a quem desconheça a razão de tamanho sacrifício. Contudo, cumpre-me dizer como crente na mensagem e, sobretudo como testemunho vivo da experiência real com Deus, eu, de minha parte, anuncio, sobretudo o Messias ressurreto, sentado à direita do Eterno, nosso Deus, bendito seja o Seu nome, afirmando que sua volta é iminente, quando crentes e descrentes receberão a compreensão de tudo, inclusive de suas vidas e decisões, importando com isso que entrem para viver o reino pela eternidade ou sejam extintos para todo o sempre.

São decisões pessoais. Que sejam respeitadas e jamais julgadas para que se lhes condenem; contudo, que também suportem as consequências de seus atos, pois o amor está à disposição de todos, sendo tudo aquilo o que de fato importa.

Tenha uma linda semana e anuncie o amor de Deus.

Sady Folch# Decisões e compreensões
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# Pastor, obrigado!

dfNesta semana soube da partida em breve do pastor Kleber e sua família para as terras da América do Norte, obedecendo a mais um chamado nessa sua jornada como peregrino a levar a palavra de Deus aos homens, anunciando-lhes especialmente a boa nova do Cristo, pois há vida em suas linhas e entrelinhas.

Fico feliz por ele, mas, também como muitos, meu coração se aperta por perceber-me privado (espero que por pouco tempo) de suas orientações e meditações e, sobretudo de sua postura que por si só muito me apresentou a Cristo nestes nove anos que o ouço e o presencio ser um vaso de honra nas mãos do Oleiro. Mas, tem que ser assim, afinal, é Cristo que vai com ele, o mesmo Cristo que continua conosco.

Por suas mãos eu desci às águas do batismo e ao delas emergir, meu coração já tocado por sua oração e, sobretudo pela ocasião, registrou para sempre o som de sua voz ao me olhar nos olhos, segurando meu rosto a me dizer: Querido, mantenha os seus olhos em Cristo. As lágrimas de alegria transbordam até hoje quando me recordo, assim como o som de sua voz forte e suave e o brilho de seus olhos. Quantos como eu viveram essa alegria? Muitos.

Por sua ordenação, ele recebeu a mim e a minha esposa naquela que era a manhã de nosso casamento. Era também o dia em que acontecia o primeiro culto nesta sede do bairro paraíso. Ali ele nos abençoou, apresentando-nos a Deus como um novo casal entre os homens e diante do Eterno, rogando ao Pai para que fossemos abençoados pela união a ser solidificada a cada dia, servindo aos propósitos de Seu reino, sobretudo.

Ele, este servo que trouxe novas maneiras de dizer que é preciso continuar a respirar o mesmo oxigênio, o evangelho do reino; ele que nos ensinou a todos especialmente por sua responsabilidade alinhada ao mesmo evangelho; ele que mesmo enfrentando toda a sorte de obstáculos, viu a maioria cair pelo poder de Deus, e mesmo diante dos que não pode transpor, entendeu-os por lições da parte de Deus e, portanto, de toda sorte, tornou-se um testemunho de como a gratidão e a bênção, a obediência e a dependência, sobretudo a ação de graças devem ser o comportamento do discípulo.

A ele, a gratidão de minha parte e de minha família, assim como penso estar autorizado a dizer em nome de todos que o conhecem e com ele convivem, ou somente o ouviram um dia – Pastor Kleber, que a graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com você e toda a sua família nesta nova fase e por toda a vida. Pastor Kleber, muito, muito obrigado por entregar a sua vida pelo reino, anunciando-o com o amor e a firmeza que lhe são característicos, resgatando cada um de nós quando perdidos, com a responsabilidade que se espera de um pastor.

Recebe aqui um abraço do Sadi – Um Peregrino da Palavra, e de toda a igreja que você ajudou a formar nestas terras bandeirantes. Nós te amamos e a toda sua família.

Sady Folch# Pastor, obrigado!
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