Gelson de Almeida Jr.

Declaração de Amor

No dia 12/06, “Dia dos Namorados” aqui no Brasil, muitas declarações e juras de amor foram feitas, mas uma, trazida pelo portal de notícias G1, chamou muito a atenção. Na cidade de Santos – SP foi colocada uma faixa branca que trazia, em grandes letras vermelhas: “Saulo Volta… Te Amo”. A reportagem descobriu o destinatário da mensagem e o entrevistou, basicamente ele disse que não voltaria para sua ex. Essa notícia me fez traçar um paralelo entre o pedido da mulher e o amor do Pai para cada um de nós.

“Antes que você e eu fossemos um projeto na cabeça de nossos pais, já éramos amados por Ele. Não somos fruto do acaso, de uma contingência qualquer, somos frutos do amor entre duas pessoas, mas somos também a concretização de um desejo do Eterno.”

Antes de existirmos já havia um lugar reservado, para cada um de nós, ao lado do Pai, a promessa feita por Cristo, aos que forem fieis é clara: “(…) Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que lhes foi preparado desde a criação do mundo” (Mt 25:34, NIV). Fomos criados com um propósito, o de, após um pequeno período nesta terra de alegrias, mas também de sofrimento e dor, passarmos a eternidade ao lado dAquele que verdadeiramente nos ama e deu Seu Filho para nos resgatar e salvar.

As palavras ditas ao povo de Israel ainda hoje se aplicam a nós: “(…) Amei-te, ó meu povo, com um amor eterno; foi com terna benignidade que te atraí a mim” (Jeremias 31:3 – O Livro). Não há como resistir a um amor desse.

O Saulo da faixa disse que não voltaria para sua ex., imagine, porém, que está diante de uma faixa com o seu nome e os seguintes dizeres: “Volta… Te amo. Assinado: Seu Pai”. Qual será sua resposta?

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Uma Oração Infantil

Aos 5 anos de idade Emy ia à igreja com seus pais. Certa feita, ouviu um estudo sobre a fé e, como era a única de sua família que não possuía olhos azuis, pensando na promessa de Cristo de que tudo o que pedirmos crendo, receberemos, orou a Deus pedindo olhos azuis. Pela manhã, assim que acordou, correu para o espelho, decepcionada viu que seus olhos continuavam castanhos.

Sua decepção com Deus durou um bom tempo, mas superou isso e tornou-se missionária, sendo enviada a trabalhar em um local onde crianças eram vendidas em templos, por famílias que passavam fome, para serem oferecidas em sacrifício aos deuses. Sua missão era comprar crianças e depois libertá-las. Para entrar nos tempos, onde estrangeiros não eram bem-vindos, se disfarçava para parecer uma moradora local.

Certo dia, uma amiga sua, também missionária, olhou-a quando saía do templo com duas crianças que acabara de comprar e disse-lhe:

– Puxa, Emy! Como você ficou bem caracterizada. Quase não a reconheci. Você já pensou como faria para se disfarçar se tivesse olhos azuis como os de sua família? Que Deus maravilhoso! Ele lhe deu olhos castanhos, pois sabia que isso seria essencial para a missão que um dia Ele iria lhe confiar.

Emy olhou para as duas crianças que acabara de “comprar” e agradeceu a Deus por não ter atendido a sua “oração de criança”.

Muitos têm se decepcionado com o Eterno por achar que Ele não atendeu sua “linda”, “maravilhosa” e “sincera” oração de fé. Infantis como Emy, oraram pedindo algo que queriam, sem, contudo, Lhe perguntar se realmente precisavam daquilo.

Ao orar precisamos ter duas coisas bem claras em nossa mente, a primeira: Deus SEMPRE atende uma oração feita com fé, a segunda é que um “não” também é reposta. Portanto, quando orar, faça como Cristo, Ele pedia o que queria, mas deixava que o Pai fizesse Sua vontade.

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Meu Pai é Maior

Quem de nós, quando pequeno, não disputou com colegas para ver quem tinha o pai mais importante, mais poderoso ou que fazia coisas mais estupendas? Independente de qualquer coisa, cada um achava o seu pai o melhor de todos. Existe um pai, porém, que, sem sobra de dúvidas, é o melhor de todos, é o meu, o seu, o nosso Pai Celeste.

Sobre Ele Davi declarou: “Como Deus é grande! ” (Salmo 70:4 – NVI) e reconhecia Seu Poder: “Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua que preparaste…” (Salmo 8:3 – ACF); “Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra de suas mãos… a sua voz ressoa por toda a terra e as suas palavras até os confins do mundo.” (Salmo 19: 1 e 4 – NVI).

Sobre Ele Ayrton Senna disse: “Deus é forte, Ele é grande, e quando Ele quer não tem quem não queira”, mesmo Einstein, que tinha uma visão muito particular da religião, afirmou: “Quando abro a porta de uma nova descoberta já encontro Deus lá dentro”, perguntado sobre o que era luz ele respondeu: “A luz é a sombra de Deus”. Deus é grande, maravilhoso e incomparável.

O melhor de tudo é saber que, do alto de Seu Poder e Sabedoria, Ele olha para cada um de nós, e nos trata, como se fossemos o único ser criado em todo o Universo, do alto de Sua Misericórdia e Bondade, nos trata como se nunca houvéssemos pecado e do alto do Seu Amor nos trata como se fossemos a melhor criatura de todo o Universo.
Muitos acham difícil entender que haja Alguém assim, mas, difícil mesmo, é entender como há pessoas que passam por essa vida sem aceitá-Lo como seu Salvador e colocá-Lo como o Senhor de sua vida.

Se tivesse que resumir Deus em uma frase, qual seria a sua? Se tivesse que dizer uma frase para Ele, qual seria? Dê a Ele o primeiro lugar em sua vida e, muito breve, poderá dizer-Lhe, face a face.

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De quem é a culpa?

É muito comum, ao vermos alguém, com comportamento social altamente reprovável, tentarmos identificar a raiz do problema. Muito se discute acerca do verdadeiro papel do meio na formação do caráter/personalidade dos indivíduos. Existem os que afirmam que somos muito influenciados, até moldados, pelo meio onde estamos inseridos, ou fomos criados e os que não concordam com isso. Não sendo especialista no assunto, muito menos desejando discorrer sobre isso, farei apenas uma breve reflexão no campo espiritual.

Dias atrás recebi um post, via rede social que, comparando Adão X Cristo, dizia: “ Adão fracassou no Paraíso e Jesus venceu no deserto”. Por mais simplista, e até injusta, que possa parecer a comparação entre nós e Jesus, sabemos que uma das razões para Ele viver entre nós foi a de ser nosso exemplo de conduta. Isto deve fazer com que pensemos quais aspectos de nosso cotidiano podemos melhorar e chegar perto do ideal divino para Seus filhos.

O texto bíblico relata que Enoque, até sessenta e cinco anos de idade, viveu uma vida como qualquer ser humano, mas um dia resolveu andar nos caminhos do Eterno e assim o fez por trezentos anos e ele não foi mais achado entre os seus, pois Deus o arrebatou para si (Gênesis 5:24 – NIV). Enoque foi viver, fisicamente falando, ao lado de quem vivera trezentos anos, espiritualmente falando. Com certeza ele passou por muitas provas e tentações, mas não caiu, tinha um alvo, viver ao lado do Eterno. Muito antes do que imaginava ele conseguiu.

Muito mais que produtos do meio, somos produtos de nossas escolhas, tanto para Adão, como para Cristo, o meio não serviu como desculpa para suas escolhas. Enoque não se deixou influenciar pelo meio onde vivia, pois tinha um alvo e o perseguiu incessantemente. Seu alvo para essa vida envolve também a vida futura? Se sim, peça então ao Pai que o auxilie na caminhada, ande com Ele e, muito mais cedo que imagina, você O encontrará e viverá ao Seu lado, por toda a eternidade.

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Não Consigo Encontrar Deus!

Anos atrás, após ter pregado em uma igreja, uma pessoa se aproximou e disse-me que desejava encontrar Jesus, queria muito, dizia ela, ter uma experiência do encontro e conversão que fossem impactantes. Segundo ela, ia à igreja sempre, procurava fazer o que estava na Palavra de Deus, mas não sentia nada de especial, de espetacular acontecendo em sua vida, como outros diziam.

R. A. Torrey (1956-1928), evangelista norte-americano, considerado por muitos, o sucessor de D. L. Moody, conta a história de uma mulher que foi ao seu pastor e disse: “Há dois anos que estou procurando a Cristo sem achá-lo”. O ministro disse-lhe que mostraria quando ela poderia achá-Lo, vendo sua surpresa o homem abriu sua Bíblia e leu: “Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o vosso coração” (Jeremias 29:13 – NIV). Este é o segredo para o mais importante “encontro” que um ser humano pode ter, buscar o Eterno de todo o coração, com todas as suas forças.

Buscar o Eterno, muitos buscam, a maioria O encontra, mas, infelizmente, um grande número dos que O encontram, não gasta tempo em aprofundar a amizade com Ele. Para muitos que levam o Seu nome Ele é um ilustre desconhecido. Conhecem-no de ouvir falar, conhecem alguns de Seus feitos e se contentam com isto, mas, buscá-Lo de todo o coração, demanda tempo, exige dedicação e entrega contínuas.

Os filhos de Coré assim expressaram sua busca pelo Eterno: “Como a corça anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ó Deus” (Salmo 42:1). Isaías nos aconselha: “Busquem o Senhor enquanto se pode achá-lo; clamem por Ele enquanto está perto” (55:6). Busque-O e tenha sua experiência real e única com Ele. A distância entre Ele e você é de apenas uma “oração sincera”.

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O Toque Divino

Na última sexta feira (25/05) discorri acerca do encontro de Jacó com o Eterno no Vale do Jaboque. Retomando a narrativa recordo que Jacó pedira a proteção divina e, quando Deus viera em seu socorro, não percebendo Quem estava ao seu lado, lutou contra Ele a madrugada toda. Ao clarear do dia Deus tocou na “juntura” de sua coxa e ele sentiu a perna fraquejar.

Após tocar-lhe na coxa, o Eterno pergunta seu nome e ele responde: “Jacó”, talvez você pense, mas é claro que ele disse Jacó, esse era o seu nome, lembre-se, porém, que, cerca de vinte anos antes, diante de Isaque, seu pai, quando lhe foi perguntado o nome, dissera: “Esaú”, mentira, pois queria receber a benção da primogenitura. Em realidade, justificara seu nome, cujo significado era “enganador”.

A mentira dita a seu pai terrestre, não foi repetida para o Pai celeste. O toque do Pai completara a obra de transformação, de “enganador” passou a ser “príncipe vencedor”, reconhecendo tal mudança, o Eterno mudou-lhe também o nome, não se chamaria mais Jacó, mas Israel.

Não sei qual é o seu nome querido leitor, muito menos como você é conhecido entre os seus, quero apenas que saiba que, não importa quem você seja ou como o vejam, o Eterno tem um plano muito melhor para sua vida. Ele quer operar uma mudança de dentro para fora em você, se permitir, provavelmente não aqui, mas com certeza na Nova Terra, onde tudo será novo, você receberá seu novo nome também (Apocalipse 2:17). Deixe o Eterno tocar você, não importa o que vier depois, será bom, muito bom.

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Que Luta!!!

“Jacó, porém, ficou só; e lutou com ele um Homem, até que a alva raiou” (Gênesis 32:24 – ARA)

Acho esse verso um dos mais profundos e emblemáticos de toda a Bíblia. Fala de um momento especial na vida de Jacó, mas serve para ilustrar a situação pela qual muitos passam ao longo de sua vida.

Pouco mais de 20 anos haviam se passado desde que enganara seu pai afim de conseguir a primogenitura. Saíra solteiro, jovem, tendo apenas um cajado como bem material e muito temeroso, retorna agora homem feito, casado, duas mulheres, duas “servas”, onze filhos e muito rico.  Mesmo assim ainda era desconfiado, temeroso e gostava de fazer as coisas do seu jeito. Confiava em Deus, mas sua fé era vacilante.

Fazia a viagem sob orientação divina, muito temeroso, orou ao Eterno pedindo proteção e livramento, mesmo assim tentou aplacar o ânimo de seu irmão com custosos presentes, dividiu o seu grupo em dois, pois, caso seu irmão atacasse um grupo, ainda sobraria o outro. Horas após orar, de madrugada, tem um encontro com o Eterno no Vale do Jaboque. Pedira Sua ajuda e Ele viera em pessoa, mas o encontro não foi dos melhores. Enquanto o Eterno queria conversar e lhe abençoar Jacó se debatia. Uma luta que durou horas, de um lado um Deus que queria abençoar, do outro um desconfiado homem que se debatia de todas as formas. Já saía o sol quando Jacó, finalmente viu, com quem estivera a lutar durante a madrugada.

Assim como ele, muitos anseiam pela benção, proteção e cuidado divinos, mas quando chegam, as preocupações do dia a dia impedem que as vejam/percebam, aí começa a batalha, de um lado um Pai que quer abençoar e do outro, um filho desesperado e temeroso que luta em sentido contrário.

Antes de poder abençoá-lo Deus lutou com Jacó a madrugada toda, quanto tempo ainda terá que lutar com você para fazer o mesmo? A noite está acabando, pare de lutar e deixe que Ele abençoe você.

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Se Meu Pai Segurar a Corda…

Um grupo de turistas norte-americanos passeava pelo interior da Escócia em busca de observar formações rochosas e plantas exóticas da região. Num determinado momento, um botânico que fazia parte do grupo, viu algumas flores raras, numa escarpa logo abaixo de onde estavam. Ele queria muito examinar aquelas flores e pediu que alguém buscasse para ele, mas, assim como ele, ninguém do grupo se aventurou a descer amarrado em uma corda até o local. Perto dali, estavam um camponês e seu filho, foi até os dois e pediu que o garoto buscasse as flores, prometendo generosa recompensa. Mesmo com autorização do pai o garoto titubeava. Após muita insistência o garoto disse que desceria, se seu pai segurasse a corda. Que confiança aquele garoto tinha em seu pai!

Carlos Drummond de Andrade disse que “a confiança é um ato de fé, e esta dispensa raciocínio”. Confiança não se ganha, se conquista, não se consegue por filiação genética, por lindas palavras ou belas promessas, ela só vem após muito tempo de convívio, onde um lado, através do que é e faz, se mostra plenamente confiável e o outro lado mostra-se completamente aberto ao exercício da confiança.

Disse alguém certa vez que a confiança é um edifício difícil de ser construído, fácil de ser demolido e muito difícil de ser reconstruído. A Palavra de Deus ensina que devemos confiar de modo cuidadoso, ou até nem confiar, em nós mesmos, em nossa consciência e em outros seres humanos, mas mostra que existe Alguém completamente digno de nossa confiança, o Eterno. Ele nunca errou, nunca mentiu e deseja o nosso melhor, mais que desejar, Ele trabalha pelo nosso melhor.

Esqueça as decepções que já teve em sua vida, confie no Pai, só Ele é digno de confiança. Ele não muda, deseja dar o Seu melhor para você, antes que você fosse um projeto na mente de alguém já era amado por Ele. Portanto, quando Ele pedir algo faça, Ele é Confiável.

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O Perdão Divino

Certa mulher foi até seu pastor tendo em suas mãos um punhado de areia molhada. Amargurada mostrou-lhe e perguntou se sabia o que era aquilo, ele disse que era um punhado de areia molhada. A mulher perguntou se sabia o que significava e ele disse que não, chorando ela disse que aquilo era ela, com sua multidão de pecados, que nem podiam ser enumerados. O pastor perguntou de onde era aquela areia e ela disse que pegara na praia, disse-lhe para voltar à praia e fazer o mais alto monte de areia que conseguisse.

A mulher foi embora, mas, uma hora depois, estava de volta. Disse ao pastor que fizera o monte de areia, mas que viera uma onda e destruíra tudo. O pastor disse-lhe então:

– É justamente assim, quando pedimos ao nosso Pai celestial, por amor de Jesus, que nos perdoe os pecados. Ele os toma completamente, pois o “sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado” (I João 1:7b).

Não foram poucas vezes que ouvi cristãos sinceros orando e, querendo mostrar humilhação e contrição diante do Pai, pediam que lhes fosse perdoada a multidão de pecados. Ora, se você pede perdão diariamente ao Pai como ainda tem uma multidão de pecados?

Para aqueles que, em sinceridade de coração e propósito, arrependidos e dispostos a uma nova vida pedem perdão ao Pai, NUNCA haverá uma multidão de pecados, pois, muito maior que nossa capacidade de pecar é a capacidade de Deus em nos perdoar. Louvado seja Deus por isso.

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Sua Machadinha Está Enterrada?

Na época da colonização dos EUA havia um costume interessante entre algumas nações “indígenas”. Quando acabavam de guerrear com outra tribo e era selada a paz entre eles os guerreiros de ambas tribos enterravam sua machadinha, num gesto claro de que não queriam mais nenhum tipo de conflito.

Atitude muito diferente do perdão praticado por muitos hoje em dia que parece que, caso vivessem numa dessas tribos, enterrariam a machadinha, mas deixariam o cabo para fora, afim de pegá-la rapidamente, caso “precisassem” atacar novamente.

“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que estão fazendo”, foi a oração feita por Cristo ao Pai, em relação aos que o haviam tratado mal e crucificado. É um perdão incompreensível para nós, mas o Eterno promete que perdoará, por completo, todo pecado confessado (I João 1:9), que não se lembrará mais do erro cometido (Hebreus 10:17) e promete lançar nossos pecados nas profundezas do mar (Miquéias 7:19), uma linguagem figurada para mostrar que aquilo irá para o esquecimento.

Na “Oração Modelo” Cristo nos ensinou a orar pedindo ao Pai que nos perdoe do mesmo modo que perdoamos aqueles que nos ferem. Você tem condições e coragem de pedir isso ao Pai diariamente? O seu perdão é o da “machadinha enterrada” ou o da “machadinha com o cabo para fora”? “Enterre sua machadinha“, perdoe de modo incondicional. O Pai não espera nada menos que isso de você.

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