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# O Amor de Cristo

Vindo para São Paulo nesta semana, percebi um diálogo entre alguns passageiros que se identificaram pela fé em Cristo. Diziam eles sobre seus pastores e os ministérios das respectivas igrejas, dando conta do orgulho que tinham por pertencerem às suas denominações, manifestando até mesmo algum preconceito para com outras, ainda que dito de maneira sutil. Nada grave; apenas humano.

Somos criaturas de Deus e filhos quando O aceitamos como Pai, no entanto isso não quer dizer que sejamos melhores uns que outros. Apenas felizes por termos acesso à verdade e às chances reais de vivermos ao lado do Criador da vida, mediante experiências que o mundo seja incapaz de criar ou até mesmo compreender.

O importante nessa caminhada é estabelecermos de coração aberto essa dependência que nos leva às situações inusitadas e alegrias que nos transmitem uma segurança bastante sofisticada. Viver com Cristo, comemorar a vida com Ele, participar da Santa Ceia a fim de relembrarmos juntos, o quão grande é o seu amor por nós, e mais, fortalecendo nosso compromisso espiritual, é viver além do que possa representar os costumes desta ou daquela igreja.

Quando descobrimos o que seja amar a Deus, a Cristo, e seus mandamentos, descobrimos a razão de viver, e tudo o mais além se torna ritualístico, formalidade, que, sim, devem existir, mas tão somente para alcançarmos esse alvo maior. A mente é feliz por que reconhece que ouviu o chamado de Cristo, o atendeu, compreendeu, aceitou, e com Ele decidiu seguir. Todas as outras coisas que estejam ao redor disso são na maioria delas, a confraternização desse amor.

Shabbat Shalom!

Sadi – Um Peregrino da Palavra 

Sady Folch# O Amor de Cristo

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