Publicações com Amor de Cristo

# Dia das Crianças

No Brasil, hoje se comemora o dia das crianças. Oxalá, pudéssemos comemorá-lo. Para os pais, no entanto todos os dias são dias das crianças. Dias para as educarem, as amarem, dando tudo de si para que alcancem vitórias na vida. Contudo, ainda assim, nem sempre estas ações são garantias a conduzirem-nas ao caminho que resultará respeito pelo mundo e pelo próximo.

Os filhos são presentes de Deus na vida dos pais, no entanto, infelizmente, estes presentes são levados a viverem a vida e os conceitos de seus pais, que nem sempre representam o que seja bom, perfeito e agradável, tal como é a vontade do Pai Eterno. Essas crianças, muitas vezes se tornam a extensão do egoísmo, do orgulho e da vaidade; dos maus hábitos e dos falsos conceitos ensinados pelo mundo.

É certo também que há aquelas que apenas sonham com pais que lhes deem ao menos alguma atenção, algum carinho. Estas são, em sua maioria, destituídas de quase tudo. Na igreja adventista do sétimo dia, todos os dias são dias das crianças. Dias em que ela, como semeadora e cultivadora da Palavra de Deus, busca relembrar aos pais que as crianças devem ser ensinadas a andar no bom caminho, para que, ao crescerem, não se desviem dele. É uma recomendação das próprias escrituras sagradas.

Para a Igreja Nova Semente não poderia ser diferente; mediante um de seus ministérios, realiza um trabalho social e espiritual em uma comunidade carente chamada Fábrica, em Carapicuíba, e, todos os dias também têm esse sentido. Tal verdade está traduzida nas ações que ali realiza com as famílias, pois age com o amor de um pai que educa seus filhos nos caminhos de Deus.

Por certo que o resultado de seu testemunho será tornar as gerações atuais e futuras, tanto dos pais quanto dos filhos, homens cientes não apenas da existência real de Deus, mas, sobretudo da necessidade de dependência e obediência a Ele, que os protege e cuida, muitas vezes por intermédio de alguém que nunca viram antes. E o desdobramento imediato disso; uma sociedade mais justa, mais amorosa, mais atenciosa, mais consciente de seus deveres e obrigações para com as crianças. O desdobramento eterno; a orientação que serviu para levar tenras vidas à vida eterna.

Que o Brasil cuide de suas crianças. Que as dignifiquem com o respeito, com a saúde física e mental, tanto quanto com a educação que as permita brincarem no tempo de brincar, estudarem no tempo de estudar e, serem amadas o tempo todo, para que, ao longo do tempo, aprendam que o significado da vida é amar.

Shabat Shalom!

Sadi Peregrino

Sady Folch# Dia das Crianças
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# Demonstrações de amor

Há um tempo, a mais famosa rede social da internet teve um post bastante compartilhado e curtido. Tratava-se de uma crônica que relatava o comportamento de uma igreja cristã nos Estados Unidos que, em uma linda manhã, aguardava repleta por um pregador muito querido, convidado a se tornar o seu pastor principal.

Acontece que o homem, combinado com alguns poucos, vestiu-se de mendigo, e, portanto, muito sujo e mal vestido, adentrou a igreja sem que ninguém soubesse que era ele o ilustre aguardado. Após toda rejeição vivenciada de diversas formas, qual não foi a surpresa de todos quando ele subiu ao púlpito. Lágrimas sinceras, sentimentos de vergonha, arrependimentos verdadeiros tomaram conta da igreja.

Há muitas igrejas cristãs no Brasil e no mundo e, apenas por esse motivo, poderíamos acreditar que expressivas mudanças de comportamento haveriam de surgir no convívio entre as pessoas. Será esta uma verdade questionável?

A carta que o apóstolo Paulo escreveu aos gálatas (5:22) afirma que aquele que vive pelo espírito de Deus, produz frutos como amor, paz, longanimidade, benignidade, bondade. Mas, se é assim, por que tanta indiferença com aquele que em nada difere de mim ou de você? Por que ainda atitudes tais até entre membros de uma mesma igreja, como é muito comum vermos?

Por que, afinal, não nos amamos com a plenitude do que nos ensina a palavra? A propósito, não é o amor o vínculo da perfeição? Certamente que sim. Paulo lembrou isto aos colossenses, pedindo que dele se revestissem, e por ele, seguissem também revestidos de compaixão, humildade e mansidão. (3:12-17)

Alguém diria que a justificativa é porque a igreja é feita de homens. Sim! Mas, afinal, não são eles os homens que se dizem discípulos de Jesus? Esqueceram-se do que ensinou o apóstolo João? “Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor”. (1 Jo 4)

O que parece faltar ao coração do homem é coragem para estender a mão; procurar extirpar diferenças; todas, demonstrações de amor. Mas, a escritura diagnostica: Corações cheios de orgulho e vaidade.

Contudo, aos justos que deram conforto ao que estava doente, de comer a quem tinha fome, de beber a quem tinha sede, vestes ao que estava nu, sejam literais ou abrangentes os sentidos que estas atitudes possam alcançar, Cristo dirá no dia do julgamento final: “Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo”. (Mateus 25:34).

Shabbat Shalom!

Ṣadi – Um Peregrino da Palavra. 

Sady Folch# Demonstrações de amor
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# Dia do Perdão.

Nestes dois dias que marcam o final da semana, sexta e sábado, 13 e 14 de setembro, é a data do Yom Kippur.  Dia do perdão. Marcado por orações intensas e jejum, os judeus buscam mais do que simplesmente o perdão de Deus pelo arrependimento de seus pecados. Quanto a este, de fato, os leva de volta ao convívio com o Criador, contudo no Yom Kipur essa expiação transcende.

Não será apenas a punição a ser perdoada, mas, sobretudo as máculas causadas pelo erro, pelo pecado. Algumas poucas proibições marcam o comportamento requerido aos judeus. Elas têm o intuito de causar aflição ao corpo e ao espírito, consequentemente.

Há muitos sites judaicos que explicam muito melhor todo o significado do dia do perdão. A nós, cristãos que vivemos pela graça de Jesus Cristo, temos que, segundo a Palavra revelada na Primeira Carta do apóstolo João: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça”. (1 João 1:91: 9).

É isso que nos importa saber e viver. Apenas se confessarmos os nossos pecados com o coração arrependido, conscientes de nossos erros, justificativas, artifícios, relativizações que não obedecem à prescrição evangélica, Ele, o Senhor de todas as coisas, perdoa-nos. E, o faz tanto de nossas punições, quanto de nossas máculas, se isso couber ao ensinamento e testemunho de sua Palavra.

Ao homem não importa viver, senão para testemunhar, para adorar ao Deus vivo. Viver não é preciso. Navegar é preciso. E, o rumo: Jesus Cristo – O caminho, a verdade e a vida. O apóstolo Paulo afirmou certa ocasião: O viver para mim é Cristo; morrer é lucro. (Filipenses 1). Ele não falava de morrer no sentido figurado, aonde temos que matar o velho homem, para que Deus forme em nós o novo. Queria, de fato, estar com Cristo naquele instante.

E, por fim, certo de que nada poderia fazer para que isso acontecesse naquele momento, a não ser aguardar o dia em que o Senhor o requeresse, demonstrou o resultado de um homem transformado por Cristo, pelo tanto que recebeu o perdão de Deus, ao dizer estas palavras, boas para seguir: “Convencido disso, eu sei que vou permanecer e continuar com todos vocês, para o seu progresso e alegria na fé”. (Filipenses 1:25).

Ou seja, entregou-se para o serviço completo na obra, sem pestanejar, ainda que viesse a sofrer, como diz ele nesse mesmo capítulo. Sua alegria era para com todos, não importasse se pessoa de comportamento extrovertido ou introvertido. Estamos todos necessitados de perdão. De uns para com os outros pelo que devemos viver transformados do velho para o novo homem. e, de todos nós para com o perdão de Deus, pois assim, mais ainda testemunhamos o novo nascimento.

Shabbat Shalom!

Ṣadi – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# Dia do Perdão.
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# Transformado. Repleto.

Ele passou o dia ali, como há semanas, tentando buscar uma resposta para um vazio que não admitia facilmente; algo que o preenchesse, que o acalentasse e que lhe respondesse a uma pergunta que nem mesmo ele sabia qual era. Apenas sua mente vagava em absoluta solidão. E a resposta, buscava-a continuamente. Contudo, nada do que fizesse, mudava seus sentimentos, tão repetidos ao longo dos dias. E os seus atos passaram de inocentes buscas, a desesperadas tentativas de se sentir vivo. Como eram de se esperar, demasiadamente impensadas, faziam-no sofrer.

Assim vinha sendo uma grande parte de sua vida. Pensava sempre aonde havia perdido o sentido da vida. E seguiu-se a tarde e a noite. Telefonemas, e-mails, opiniões, leituras, filmes, planos, sonhos, tudo para que se encontrasse. Cansado, resolveu deitar-se na madrugada. Antes, ainda sentado, orou. Levantou-se e arrumou a cama. Voltou ao computador, desligou os seus e-mails, seu blog, sua página da rede social e, ao seguir o cursor para desligar o aparelho, lembrou-se de que alguém naquele dia havia lhe enviado um link para ouvir um culto. Ligou a caixa de som, acessou o site da igreja, clicou o link e, enfim, deitou.

Ao iniciar o sermão, em minutos percebeu que a Palavra de Deus era a única coisa que o fortalecera sem que ele fizesse qualquer esforço. Que, de fato, por ela sentia-se preenchido. Não poderia nem mesmo cessar o avanço daquela transformação, a não ser que se voltasse novamente à tristeza, à incerteza e à insegurança. Mas, uma coisa era certa, nunca mais poderia reivindicar o vazio. Havia sido preenchido. Revelava-se lhe ali, o que ele precisou durante toda vida. Ouviu sua mente confessar que sempre viveu do vazio. Sentiu-se, enfim, repleto.

Shalom!

Ṣadi – Um Peregrino da Palavra.

Sady Folch# Transformado. Repleto.
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# Testemunhos e transformações

Como foi a sua semana com Deus? Pois é, muitos de nós (espero sinceramente que todos) passamos pela semana que hoje se completa, buscando orientação por meio de Suas mãos, Ele que com elas, que criou unicamente o homem, dentro de um processo de seis dias em que tornou existente tudo que há ou houve.

Outros, e não por culpa exclusiva deles, mas por um sistema que se afastou de Deus tão completamente, encontram imensa dificuldade em acreditar em Sua existência. Deus, para essas pessoas, não passa da criação do próprio homem, tentando justificar uma série de situações.

E outros ainda, estão abertos a essa ‘novidade’, digamos assim, desde que Ele se apresente mediante uma manifestação sobrenatural, um milagre. A estes, de fato, trata-se de uma satisfação mais aos olhos e à mente, do que propriamente a importância real que venha a atribuir ao Criador.

Mas, Ele está aí. Ao teu lado, quer você acredite ou não. Está participando de todas as alegrias verdadeiras e, mesmo das tristezas que estejam acontecendo com a criação; muitas vezes, inclusive, não podendo nem mesmo intervir para que algo se faça diferente. É preciso, definitivamente, conhecer esse processo de escolha que concedeu à humanidade, tanto quanto o adotado por Ele mesmo, em face das decisões que tomou para que a verdade prevalecesse sem influências, ou “aparições”.

Fala-se do amor de Deus a todo tempo, mas poucos o compreendem, mesmo a muitos de nós, os já batizados. Não porque não tentemos imitá-Lo, pelo tanto que ouvimos dele falar, mas por conta da natureza caída do homem, que julga, condena, é impaciente, controlador, soberbo, e, nada disso pertence à natureza de Deus.

O amor de Deus não julga, antes aguarda; o amor de Deus não condena, antes perdoa; o amor de Deus tem seu foco, tanto quanto sua base, em Seu reino, e não em coisas ou corpos que logo passarão, ou não farão mais sentido algum, portanto o que hoje é, amanhã pode lhe ser tirado. O que hoje importa, amanhã nada é. E nossos ‘olhos’ precisam ver esse Deus.

Um testemunho verdadeiro, ainda que movido por uma pequena consciência do amor de Deus, este sim tem um poder transformador, e tudo pode ou suporta naquele que o fortalece. Que a paz e a graça de Cristo estejam sempre na igreja, acompanhando-a rumo ao reino de Deus, onde os transformados irão deleitar-se com coisas até mesmo pequenas, mas, que serão infinitamente maiores e surpreendentes, do que este mundo poderia proporcionar.

Shabbat Shalom!

Ṣadi Peregrino da Palavra

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Sady Folch# Testemunhos e transformações
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# O amor. A única verdade.

E nisto sabemos que o conhecemos: se guardarmos os seus mandamentos. Qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conhecemos que estamos nele. Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou”. (1 João 2:3-6).

Como devemos viver, senão revestidos e transformados por palavras como estas que compõem a nova aliança? Nelas há vida e, vida em abundância, especialmente para nos fortalecer diante dos momentos difíceis em que enfrentamos o desequilíbrio instalado no mundo. Não só no mundo, mas em nós mesmos que ainda fazemos parte de mundo.

Não há um homem sequer que, ao tomar conhecimento de forma correta da obra que está sendo realizada por Deus, efetivada em Cristo por meio da cruz e, sustentada pelo poder do Espírito Santo até que Jesus volte para completa-la, que possa ficar indiferente à verdade que há na verdade revelada, nos mandamentos.

Esta é a verdadeira transformação de que precisamos. Devemos deixar que o mandamento de amor tome conta de todas as situações de nossa vida. Difícil? Certamente não é fácil, contudo apenas no início, enquanto aprendemos a entregar-nos, pois conscientes da obra de redenção que está sendo realizada, não restará nada para nos manter ligados à antiga forma de viver e conhecer os fatos.

A vida que reveste o mundo não é perfeita. Nós não somos perfeitos. Contudo, somos todos sustentados pelo poder de Deus, pois Sua vontade é soberana, boa, perfeita e agradável. Ela está revelada por meio das escrituras. Se vivemos por ela, pela graça que nos alcançou por meio da cruz, alimentados pela revelação da palavra, pela oração e pela prática do exemplo de Cristo que nos foi ensinado, seremos transformados diariamente e, nossa vida haverá de alcançar um corpo incorruptível, onde dor e tristeza cessarão; egoísmo e orgulho não mais existirão; e, só haverá o amor.

Acredite, sua vida será outra no momento em que se entregar à verdade. A verdade o libertará. Do mundo e de si mesmo. A palavra de Deus é a verdade. Medite nela, ame incondicionalmente e, seja feliz.

Shabbat Shalom

Ṣadi – Um Peregrino da Palavra.

 

Sady Folch# O amor. A única verdade.
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# Vidas em Transformação

Conta-nos a história de nossa família que um dia vivíamos em um jardim, cheio de árvores frutíferas, pássaros, animais de todos os tipos, peixes e insetos. E nesse lugar, por meio das árvores e dos seres viventes as sementes eram lançadas ao longo do campo, frutificando como nunca visto.

Eramos todos equilibrados com o ambiente, mas algo aconteceu no jardim que desequilibrou nosso comportamento em relação a toda a harmonia do lugar e, por isso, desde então precisamos deixar aquele jardim.

O Jardineiro Eterno, por amor de seu jardim, por nós e por toda a obra que colocou sobre ele, deu-nos a possibilidade de sermos transformados, a fim de que em um determinado momento, voltássemos ao equilíbrio e assim retornássemos àquele local.

Contudo, é bom que, aqueles ainda que não conheçam a história de nossa família, saibam que mesmo sob a proteção do jardineiro, se assim O aceitarem como seu cuidador, saibam que estamos sobre terra onde o jardim agora é feito de terra corrupta, repleta de espinheiros, ervas daninhas, plantas venenosas, todas prontas a sufocar o crescimento daquele que deseja crescer em direção ao alto, onde está a luz verdadeira.

Você, leitor, entenda, sua transformação, tal qual uma lagarta que aguarda em um casulo o tempo para se transformar em uma bela borboleta, você só garantirá a verdadeira transformação quando se colocar no galho da oliveira real, ou seja, o Filho do Eterno. Ele é a sua única garantia. Outra árvore que se levantar não deve ser ouvida, por mais perfume que tenha, por mais bela que seja.

Medite nisso e, melhor, assista a pregação desta manhã anunciada pelo pastor Kleber da Nova Semente que fala maravilhosamente sobre a transformação. Eu de minha parte, confesso, preciso dessa transformação por algo muito sério que vivi durante essa semana e, não sei como lidar com isso. Inicialmente estou entregando o sentimento ao Messias.

Espero poder, mediante essa transformação, me tornar ao menos o menor dentre os que retornarão ao jardim que um dia será reaberto.

Shabbat Shalom

Sady – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# Vidas em Transformação
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# Vencedores

No texto deste sábado fiz alusão às pregações que nos levam a meditarmos sobre a fé que sustentou homens como Jó, José, Elias e Estevão entre tantos outros, mesmo no tempo da Nova Aliança, diante das dores, perseguições e humilhações a que foram submetidos em razão do seu amor a Deus.

Quero fazer justiça a dois personagens desse texto do sábado passado. Ao leitor e ao pregador. Acima de tudo, à Palavra Sagrada.

Quanto ao leitor, que pode ser o pregador também, quero dizer o óbvio. Problemas todos nós passamos. Não quero menosprezar a vida e nem os problemas de ninguém. Contudo, ao falar dos problemas naquele texto, me referia especialmente àqueles vividos no seu extremo, onde a fé é posta a prova de forma que quase nos leva à loucura. Aí reside toda a diferença que tornou a vida de Jó, José, Elias e tantos outros, marcos do cristianismo verdadeiro.

E quando digo problemas extremos, passo por aqueles que ainda estão sendo preparados pelo mundo para perseguirem os crentes, especialmente os que guardam os mandamentos e a fé no Messias.

Quanto aos pregadores do sermão acima mencionado, justiça seja feita, pois quando falam desse tipo de prova, estão a falar não apenas da fé daqueles homens, mas, todo o restante da pregação é dedicada a dizer sobre como se alimentar da fé, a como fortalecer-se com a fé, a como viver da fé, pois caso a cristão venha a ser confrontado, seja como for, possa, enfim, estar preparado.

Justiça seja feita aos pregadores, seus sermões têm como base a verdade e a experiência.

Falando em experiência, saímos das igrejas e as coisas acontecem. Acontecem no mundo, por que o mundo não para. O mundo não descansa e nem há de dar descanso a você. Ele o cercará de todas as maneiras. Seja para distraí-lo. Seja para atacá-lo, se assim o interessar. E muitas vezes somos seduzidos a deixarmos o nosso dever de casa espiritual para depois, a fim de dar uma passeada pelo mundo.

Mas, quando saímos das igrejas, também as coisas acontecem em nosso contexto espiritual, ou melhor, em nosso relacionamento com Deus, pois é o  momento para colocamos em prática, segundo a segundo, a pregação que ouvimos no sábado, os versos que estudamos na bíblia, e as interpretações que aprendemos no estudo bíblico. E isso é feito por meio da fé, pois “sem fé é impossível agradar a Deus“, nos diz a palavra da Nova Aliança. (Hebreus 11:6).

Enfim, amados do Pai que os chamou, justificou, por que antes os amou, essas palavras não são um enfeite de um livro de cabeceira.  Meditem nestas palavras: “Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, o perigo? Está escrito: ‘Por amor de Ti somos entregues a morte todos os dias’. Mas em todas essas coisas somos mais do que vencedores”. (Romanos 8).

Shalom Aleichem!

Sady – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# Vencedores
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# Avanço no Amor de Deus

Muito bem. É um dia de alegria nos céus e na terra. Um irmão aceitou o batismo e a conversão ao que há de melhor e mais especial no mundo terreno e espiritual. Porém, passam os meses e o seu passado, muitas vezes sombrio para muitos irmãos, ainda cobra-lhe uma fatura que na verdade nunca existiu, a não ser na mentira do inimigo de Deus, que deseja escravizar os homens com seus ardis. E nesse instante, diante do passado que parece vivo, a mente titubeia. A fé fraqueja.

Mundo à fora, outras águas de batismo fazem surgir novos nascimentos, contudo, alguns poucos,  ainda hão de olhar para trás, querendo resgatar projetos que eram o sonho de suas vidas passadas, que por algum motivo não o conseguiram realizá-los. E suas mentes tornam-se de certa forma perturbadas com aquilo, acreditando que ainda poderão resgatá-los, e assim, suas vidas se tornam um ir e vir como as marés, fazendo com que a fé se torne fragilizada, e Cristo quase esquecido.

Há tantos outros exemplos a falar de como satanás age na mente humana, ou como a própria mente humana se distrai quando não se alimenta da palavra de Deus, que para estes casos melhor cabe-nos citar um ensinamento do Mestre que creio, também sirva para este contexto: “Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á. ” (Mateus 16:25). Pense nisso, amado de Deus.

Em Filipenses 3:13, Paulo escreve para que esqueçam de seu passado, dizendo: “Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado (o alvo); mas, uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que para atrás ficam, e avançando para as que estão adiante. Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”. E em 1 Coríntios 10:11, o mesmo apóstolo nos demonstra o quanto o passado serve como repositório de lições para o presente; a saber: “Ora, tudo isto lhes acontecia como exemplo, e foi escrito para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos.”

Que a nossa caminhada, nós que somos a igreja, possa ser de mãos dadas, uns com os outros, e todos nós com Cristo. Que possamos nos fortalecer uns aos outros e alcançarmos o alvo juntos. Que o amor seja o amálgama de nossa união. E que o novo mandamento ensinado por Cristo possa ser vivido por nós diariamente, e ensinado por onde passarmos. E ele aqui é reproduzido: “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei.”

Esse novo mandamento é muito forte para que possamos tratá-lo e vivê-lo de qualquer maneira. Esse amor, ao meu ver, nem mesmo podemos compará-lo com o segundo mandamento: “Amai ao próximo como a ti mesmo”.  Quando o próprio Deus diz a nós, sua igreja, para praticarmos o mesmo amor que Ele teve por nós, é algo que, no mínimo, precisamos meditar, orar, amar, e não pensar duas vezes, senão amar muito. Muito mesmo, pois o amor dele, dizem por aí, é um amor que não compreendemos. Contradição? Não pode ser, pois do contrário, Ele não diria para que o realizássemos como Ele o fez. Pense nisso. Que nossa semana seja meditada nestas palavras, assim como no sermão da manhã do sábado.

Shalom Aleichem!

Sadi – Um Peregrino da Palavra.

 

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# Ame, como Eu te amei

Certa vez um escriba chegou a Jesus e lhe perguntou: “Qual é o primeiro de todos os mandamentos?” E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: “Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento”.

E o segundo, semelhante a este, é: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes”. Esta passagem está registrada no evangelho de Marcos 12:28-34, contudo há um novo mandamento que foi trazido por Cristo quando esteve na terra, encarnado em corpo de homem. Assim Ele disse, segundo o evangelho de João 13: 34-35: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros. Como eu vos amei a vós, que também ameis uns aos outros. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se assim vos amardes uns aos outros.”

Pense nisso. Pense no tamanho do amor desse homem por toda humanidade. Tive que trata-lo por homem neste texto, pois Ele foi homem como nós. Na verdade sabemos que Ele foi Deus que se fez homem para nos salvar. E agora imagine o tamanho do amor de um Deus Criador que se vira pra você e diz: “Um novo mandamento te dou – que você ame seu próximo, como Eu te amei”.

Se Ele diz que posso amar o meu próximo com o mesmo amor que Ele me amou, não serei eu a dizer que não sou capaz de exercer esse amor. Vou começar agora mesmo a torná-lo prático em todos os instantes de minha vida. E que Deus me abençoe.

Shabbat Shalom!

Sadi – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# Ame, como Eu te amei
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