Publicações com Amor de Cristo

# O Novo Nascimento

E mandou parar o carro, e desceram ambos à água, tanto Filipe como o eunuco, e o batizou. E, quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, e não o viu mais o eunuco; e, jubiloso, continuou o seu caminho. (Atos 8:38-39)

Você pode ter nascido em uma família cristã, como pode ter se convertido sem o apoio ou compreensão dos familiares, mas uma coisa é certa: Só você poderá entender que viveu uma experiência real com Deus. Para isso é importante saber uma coisa. Ainda que leia a Palavra, ouça a pregação de seu pastor, ore todos os dias ou avalie sempre os testemunhos a sua volta, senão tiver um coração aberto para o ato de entregar-se à conversão por influência do Espírito Santo, você será apenas mais um cristão cheio de conhecimento e pouca conversão.

Para fazer nascer um novo homem em nós, é necessário viver pelos frutos do Espírito, fazendo morrer a velha carne, o velho homem com todas as imperfeições. Lembre-se que se achar que tem dificuldades para isso, Cristo é quem pode auxiliá-lo e, mediante a fé, você continuará o seu caminho. O apóstolo Pedro teve grande dificuldade em fazê-lo, como também Tomé. Mesmo tendo vivenciado diversas situações divinamente milagrosas na companhia de Jesus, eles ainda assim tiveram dificuldade de fazer morrer o velho homem que havia neles. Depois que Cristo os ajudou, eles seguiram vivenciando o novo nascimento a cada dia.

O eunuco da cena do livro de Atos, acima mencionada, antes de ser batizado por Felipe, havia sido encontrado por este apóstolo em meio a estrada, enquanto lia uma passagem do profeta Isaías. O eunuco era um judeu da região da Etiópia. Felipe perguntou a ele se entendia o que lia, e ele de pronto disse que precisava de quem o ensinasse. Não entendia se a mensagem falava do próprio Isaías, ou de outra pessoa.

Pois bem, a passagem bíblica que você leu acima te parece natural? Um judeu que nunca havia visto o apóstolo, e de repente o encontra e ouve este lhe explicar a mensagem, e assim lhe é anunciado Jesus, o Filho de Deus; no caminho encontram uma água onde lhe é dada a possibilidade de ser batizado. Ele crê em seu coração. E o que ele enxerga quando sai da água?

O eunuco vivencia algo extraordinário como o arrebatamento de Felipe; algo extraordinário aos olhos de qualquer um de nós, e simplesmente ele, repleto de alegria, segue o seu caminho. Consegue imaginar o transformador amor de Deus que havia nesse homem que O aceitou de todo seu coração, ao ponto de vivenciar algo assim e simplesmente seguir seu caminho? Já imaginou o poder da entrega e dependência a que ele se submeteu a Deus ao ponto de enxergar o sobrenatural com tanta naturalidade?

Sim, isso é normal. É o novo nascimento. Nossos olhos passam a se acostumar com realidades que a humanidade não está acostumada. O sobrenatural de Deus passa a ser o nosso cotidiano rumo à salvação e à eternidade, quando encontraremos uma realidade perfeita.

Que o amor de Deus possa superabundar em sua vida durante todo o seu viver, assim como também seja a sua entrega a Ele, de todo o seu entendimento, coração e espírito. Amém.

Shabbat Shalom.

Sadi – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# O Novo Nascimento
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# Consegue entender? Mesmo?

Que bom que você se dispôs a ler nossas sementes do dia; por certo o fez para abastecer sua vida com um pouco da sabedoria e da verdade bíblica com que baseamos nossos textos. Somos um time de escritores ao longo de toda semana. Acesse este blog em outros dias.

Mas, quer saber? Escolhi hoje um tema bastante forte para você. Pode se dizer que seja a base de toda a bíblia. Algo que você terá que pensar profundamente para entender. Acredite. É muito sério. Veja se consegue pensar em todas as consequências desta máxima. Está preparado? Lá vai….

JESUS TE AMA.

Shabbat Shalom!

Sadi – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# Consegue entender? Mesmo?
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# A Família de Deus

Veja você, leitor, como são os preparos de Deus. Desde a semana passada eu estive preparando minha viagem para São Paulo a fim de rever a família, comemorar o aniversário de minha esposa, e também estar ao menos um final de semana (30) com amigos e irmãos da Nova Semente, gente que pode se dizer, utilizando da expressão de um dos membros com quem ontem eu conversava é uma comunidade onde se encontra um dos poucos resquícios neste mundo, de amizade verdadeira, de conselhos que edificam, pois são realizados por meio do amor real, frutos da Palavra Sagrada.

Pois bem, ainda na segunda-feira eu estava certo de que viria para São Paulo apenas amanhã (25). Na terça (19) pela manhã minha mente, meu coração me diziam que deveria aproveitar e sair ainda nesta semana, pois percebia que meus compromissos estavam bem administrados e que de fato poderia vir. Não deu outra. Qual não foi minha surpresa quando me deparei com a santa ceia que ocorreu ontem, sábado, e que eu não iria participar se não tivesse antecipado a viagem.

O culto, maravilhoso. A unção sobre os pastores, algo palpável pode-se dizer. A pregação, como sempre, ungida pela verdade que toca fundo ao coração, e alcança o espírito e a mente em sua maior profundidade, até mesmo onde o oculto tenta esconder fatos passados e medos. O amor a Cristo estava no rosto de todas as pessoas presentes.

Foi então que pude certificar uma verdade que sempre me chegava ao coração enquanto estive fora. Todas as vezes que assistia o culto pela internet, reavivando minha fé e sendo luz para uma nova semana, vinha a mim esse sentimento. A verdade tinha e tem um nome. A comunidade da Nova Semente era uma família. A minha família. A família que reorganizou minha fala, minha compreensão diante do mundo, que me ensinou a levantar quando caísse, a perdoar e a dar perdão, a esquecer do passado entre tantas outras coisas que transformaram minha vida.

Feliz por certificar-me dessa verdade, algo se revelou ao meu espírito no culto de ontem (23). A experiência real com Deus se expande além desse contexto da comunidade. De fato, a comunidade é maravilhosa e necessária para que participemos dela, ali recebendo as bênçãos de Deus mediante todo aprendizado que ouvimos e que nos transforma pela prática.

A voz que falou ao meu espírito foi que o evangelho e o amor que ali eu recebi; os amigos que fiz; as experiências por que passei; os perdões que pedi; assim como as atitudes que perdoei com amor, tudo serviu e serve para um propósito especial. Para que sejamos um instrumento nas mãos de Deus, um testemunho vivo que edifica por onde quer que passemos, tendo nossas ações diante do mundo em conformidade com a Palavra. Somos peregrinos da Palavra. Devemos estar preparados a levá-la aonde nos aponte o Senhor.

A família de Deus é isso. Estamos além das paredes da igreja física. Somos membros de um só corpo. Somos a igreja; esse corpo onde a cabeça é Cristo, e que mediante Seus sonhos nos tornamos células saudáveis a se multiplicar em outros rincões, fazendo discípulos, dando testemunhos, e solidificando o amor que recebemos na comunidade, demonstrando a solidez dessa firmeza por aonde formos, felizes pelo que fomos chamados a viver ainda que mundo afora, conscientes de que estaremos todos juntos na eternidade.

Que a paz e a graça de Cristo unam a todos em amor.

Shalom Aleichem !

Sadi – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# A Família de Deus
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# O Amor de Cristo

Vindo para São Paulo nesta semana, percebi um diálogo entre alguns passageiros que se identificaram pela fé em Cristo. Diziam eles sobre seus pastores e os ministérios das respectivas igrejas, dando conta do orgulho que tinham por pertencerem às suas denominações, manifestando até mesmo algum preconceito para com outras, ainda que dito de maneira sutil. Nada grave; apenas humano.

Somos criaturas de Deus e filhos quando O aceitamos como Pai, no entanto isso não quer dizer que sejamos melhores uns que outros. Apenas felizes por termos acesso à verdade e às chances reais de vivermos ao lado do Criador da vida, mediante experiências que o mundo seja incapaz de criar ou até mesmo compreender.

O importante nessa caminhada é estabelecermos de coração aberto essa dependência que nos leva às situações inusitadas e alegrias que nos transmitem uma segurança bastante sofisticada. Viver com Cristo, comemorar a vida com Ele, participar da Santa Ceia a fim de relembrarmos juntos, o quão grande é o seu amor por nós, e mais, fortalecendo nosso compromisso espiritual, é viver além do que possa representar os costumes desta ou daquela igreja.

Quando descobrimos o que seja amar a Deus, a Cristo, e seus mandamentos, descobrimos a razão de viver, e tudo o mais além se torna ritualístico, formalidade, que, sim, devem existir, mas tão somente para alcançarmos esse alvo maior. A mente é feliz por que reconhece que ouviu o chamado de Cristo, o atendeu, compreendeu, aceitou, e com Ele decidiu seguir. Todas as outras coisas que estejam ao redor disso são na maioria delas, a confraternização desse amor.

Shabbat Shalom!

Sadi – Um Peregrino da Palavra 

Sady Folch# O Amor de Cristo
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# Imagem e semelhança

Depois que o conclave da Igreja Católica escolheu seu novo papa, tenho ouvido opiniões diversas a respeito de Francisco I, ou como ele próprio prefere ser chamado, Francisco. Segundo as reportagens realizadas, aqueles que conviveram com ele durante sua vida eclesiástica, e mesmo o rebanho portenho, todos afirmam que sua principal característica é a simplicidade diante das necessidades materiais, tendo estado, inclusive, sempre muito próximo ao povo a fim de conhecer suas necessidades. Segundo consta, também a humildade o define, pois entende ele ser esta uma particularidade marcante de Cristo, e dessa forma tem buscado ao longo de sua vida entender e viver o ministério e a salvação revelados pelo Mestre.

As opiniões que não têm se mostrado muito positivas tendem a um julgamento externo, por meio de valores que nada representam para a vida voltada a Cristo. Mesmo obedecendo a alguns limites que lhe são impostos pelo cargo de ser o bispo de Roma, as primeiras decisões que ele tomou para manter a coerência com seus hábitos simples que sempre cultivou, a exemplo do momento em que dispensou as vestes talares usadas para a sua apresentação ao povo, ou mesmo o crucifixo de ouro e a limusine papal, em favor de substitutos mais simples, foi para alguns algo que não agradou, pois acreditam que sejam heranças centenárias, verdadeiros tesouros que devem ser mantidos pelo que representam.

Trago este contexto a lume não para aprovar ou desaprovar as atitudes que dizem ao seu respeito, pois só Deus conhece o coração do homem e suas intenções, mas o faço para ressaltar uma passagem de Paulo, utilizada nestes dias pelo pastor Fabiano Mendes ao endereçar-nos um chamado que, mesmo simples e com poucas palavras, creio se tornou alimento e meditação profundos para a igreja esta semana. Escreveu ele que ao observar as pessoas em nossa comunidade e perceber suas buscas por respostas, isso o fez entender a necessidade que teve o apóstolo Paulo quando advertiu aos primeiros convertidos de que somos todos vasos de barro, sem nada de especial em nós mesmos. Ou seja, nada podemos, somos ou entendemos sem a presença das mãos do Oleiro em nós.

A dependência do poder de Deus em nós é o que nos constitui a cada dia mais conscientes da obra feita em nosso favor, qual seja a salvação por meio da cruz de Cristo, tanto quanto é ela que nos conduz à transformação da mente e espírito para a realidade do reino de Deus, e o percurso que nos leva até Ele. Hoje não é apenas a igreja de Roma que vive dependente do poder mundano que criou em torno de si, a ponto de se assustar quando seu dirigente resolve ser mais parecido a Cristo. Também protestantes e evangélicos têm se mostrado pendentes a esperar por um poder que está diametralmente distante da cruz de nosso Senhor e Salvador.

O mundo exerce um poder bastante manipulador, e que não poucas vezes nos confunde, ainda mais dentro das igrejas com suas doutrinas de homens que tornam a verdade em sofismas, e por isso, como bem afirmou o pastor Fabiano em sua chamada à realidade do que seja existirmos como igreja (corpo de Cristo), o cristianismo vive debaixo de uma crise, que a meu ver, diria ser quase institucional.

Para entendermos as respostas que buscamos, ou atingirmos a consciência do que seja viver o agora com Jesus como único intercessor entre nós e o Pai, a fim de atingirmos o alvo que é a nossa salvação pela eternidade, coisas simples precisam ser feitas. Ler, meditar e se deixar transformar apenas pela Palavra de Deus, e orar; orar sempre por meio da Palavra para que mediante a dependência e a obediência a Deus, sejamos transformados em Seus vasos de honra, a conterem mais do que todo ouro e joias de reis e príncipes que se foram um dia; mas, a conterem a certeza da eternidade com o Pai e todo seu reino.

Shabbat Shalom

Ṣadi – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# Imagem e semelhança
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# Os caminhos que edificam

Ontem eu escrevia nesta página sobre como algumas descobertas tecnológicas mais distraem do que propriamente edificam. Não sou contra a tecnologia, e como um homem do meu tempo, reconheço a utilidade de centenas de seus subprodutos como o resultado da inteligência, da observação do meio ambiente e do raciocínio humano, estes que são fruto de outra tecnologia, chamada DNA, atribuída a um cientista qual nenhum outro será capaz de igualar.

Contudo, tenho também buscado ser um homem de meu tempo, muito mais pelo que reconheço nele uma época bem distinta do passado, no que concerne, especialmente, à ausência do amor a Deus. Tudo a nossa volta parece distanciar da verdadeira adoração até mesmo aos que se confessam crentes. É preciso estar mais atento do que nunca, pois é um tempo em que a independência é uma marca que registra sob seus domínios inclusive os nossos filhos, convencendo-os de que possam decidir por si mesmos, isentos da total convivência ou aceitação de Deus. Imagine a geração de adultos que deles advirá.

Pelo sermão na manhã deste sábado na Nova Semente pude refletir o quão importante sabermos exatamente como aproveitarmos a vida com Cristo, conscientes de quem Ele é e compreendendo o que Ele quer de nós. O sermão ressaltou o quanto nossas orações têm base em preocupações materiais, testemunho este que muitas vezes traduzem a falta de intimidade com o Criador.

E de que forma se pode ter intimidade com Deus? Pela oração? Sim, boa a resposta, mas, como nos ensinou o pastor na palestra do programa Viva, ocorrido na parte da tarde, melhor oramos se conhecemos a Sua Palavra. Por ela sabemos que Deus é amor, e compreendemos o que Ele quer de nós. Sabe-se que obediência e dependência são dois aspectos básicos para estar em consonância com o Pai, mas há algo primordial que dá base a esses comportamentos. O nosso amor por Ele. Deus quer o nosso amor.   E ainda a citar o pastor na parte da tarde: “Se você ignora a Palavra de Deus, por que Ele tem que prestar atenção a sua oração?

Pois bem, após assistir aos cultos sai para jantar e ao voltar encontrei com o porteiro do prédio onde moro, e lhe perguntei em que verso da Palavra estava meditando. Assim ele me disse: “Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais infelizes de todos os homens” (1 Cor. 15:19). Deixo-o você, leitor, com esta frase. Leia e medite seu contexto. E mais ainda nas pregações desta linda manhã e tarde de sábado. Basta acessar o site. Coisa da tecnologia que edifica.

E sem esquecer do assunto com que iniciei os textos desta semana, considero aqui em especial ressaltar a biotecnologia, tema que foi de minha dissertação na pós-graduação, pelo tanto que lhe requer a postura ética. E assim, é com orgulho que cito dois adventistas que trabalham na área médica de ponta da genética e da biotecnologia. Esses homens são para mim um testemunho sério e comprometido de seu amor a Deus; trata-se do Dr. Antônio Moron e do Dr. Jea Myung Yoo, cientistas médicos de renome entre seus pares, e que mais do que terem uma postura ética, pregam o seu amor incondicional ao Criador. Não é a toa que a tecnologia utilizada por eles edifica.

Shalom Aleichem!

adiUm Peregrino da Palavra

Sady Folch# Os caminhos que edificam
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# A Compaixão pela Família Humana

Mateus ao nos apresentar a essência do ministério de Jesus – pregar o evangelho do reino aos cativos, e curar doentes e enfermos – afirmou que o Mestre ao se deparar com os aflitos sentiu por eles grande compaixão, pois estes andavam desgarrados e errantes como ovelhas que não têm pastor. Também por isto o Messias instruiu aos apóstolos que continuassem Sua missão, conscientes de que a seara é grande e necessitada de trabalhadores. (Mt. 9:36)

Ao andarmos pelas ruas de São Paulo é inevitável depararmo-nos com uma turba de homens e mulheres despedaçados por um extermínio velado, muitas vezes vítimas do álcool, das drogas e quase sempre do desprezo do sistema social, econômico, político e religioso. E em muitas dessas situações passamos ao largo, evitando-as; em outras agimos doando roupas e comida a quem esteja desnutrido e quase nu. Em meio a esse tempo falamos do amor de Cristo e de sua volta, buscando confortar o coração da família humana com o melhor dos alimentos. Mas somos poucos, e precisamos unir os melhores profissionais para de fato engendrar uma mudança radical.

Quem sabe faz a hora, não espera acontecer!

Eles precisam da nossa união. Até quando iremos culpar as autoridades, o sistema ou o nosso tempo escasso para não estendermos as mãos dia após dias a esses pequeninos, como se referiu Cristo a eles, dizendo: Se a um desses pequeninos ajudastes, foi a mim que fizestes. (Mt. 25:40)

O apóstolo Tiago certa feita ao pregar sobre a fé unida às obras, disse o seguinte: “E, se o irmão ou a irmã estiverem nus, e tiverem falta de mantimento quotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos, e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí? (Tiago 2:15-16). Que fé é esta sem obras?

Ellen White, movida pelo espírito de profecia, cheia de compaixão escreveu – “Foi-me apresentada a condição de fraqueza atual da família humana. Milhares de pobres mortais de corpos deformados, doentios, nervos em frangalhos e mente cheia de sombras, vão arrastando uma existência miserável. Cresce o poder de Satanás sobre a família humana.” (Conselhos sobre a saúde, p.18).

Hoje, mesmo vivendo em meio a um tempo de conceitos democráticos, direitos humanos, movimentação de bilhões de dólares pelas nações e alimento o bastante para contrariar a teoria de Maltus, o mundo, incluindo aí a maioria dos religiosos, ainda fecha os olhos para os aflitos, encontrando sempre uma resposta boa o bastante para se eximir da responsabilidade, contudo esquecendo-se da advertência de Cristo quando disse:

Quando o Filho do homem vier em sua glória, com todos os anjos, ele se assentará em seu trono na glória celestial. Todas as nações serão reunidas diante dele, e ele separará umas das outras como o pastor separa as ovelhas dos bodes. E colocará as ovelhas à sua direita e os bodes à sua esquerda. “Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que foi preparado para vocês desde a criação do mundo. Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram‘.“Então os justos lhe responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?’ – “O Rei responderá: ‘Digo a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’. Então ele dirá aos que estiverem à sua esquerda: ‘Malditos, apartem-se de mim para o fogo eterno, preparado para o Diabo e os seus anjos. Pois eu tive fome, e vocês não me deram de comer; tive sede, e nada me deram para beber; fui estrangeiro, e vocês não me acolheram; necessitei de roupas, e vocês não me vestiram; estive enfermo e preso, e vocês não me visitaram‘. (Mateus 25-43)

Que a essência da comemoração do nascimento de Jesus, ocorrida há menos de um mês, continue a preencher os corações e mentes humanas, perdurando por todo o ano, e não apenas nas festas de fim de ano. Que a igreja se levante e unida disponibilize profissionais médicos que possam dar uma assistência preventiva, orientando casos mais sérios a serem tratados nos hospitais das igrejas, que alimentos sejam disponibilizados aos miseráveis por aqueles que têm muito pela graça de Deus, engenheiros possam traçar em reuniões com o poder público para que autorize na presença das direções mais expoentes da igreja, um serviço de reestruturação da habitação, ainda que por meio de convênios. Leva tempo, eu sei, mas para quem tem fé no Deus do impossível, avança em direção ao alvo verdadeiro da religião.

Perdoem-me se não lhes entrego um texto com palavras positivas, perfumadas, que poderia incentivar o início da sua semana, mas penso o seguinte, o que pode ser mais positivo do que nos juntarmos em oração todos os dias por essa gente, unindo-nos para ir ao seu encontro a fim de pregar a verdade do evangelho, dispondo um tempo de nossas vidas e lazer para visitar os doentes nos hospitais, os enfermos e famintos nas ruas, levando a eles, ao longo do ano, saúde, instruções cívicas e jurídicas, alimento corporal e espiritual.

Reflitam nessas palavras bíblicas acima destacadas. Projetos eficazes podem ser feitos, e como diz o ditado comum, “basta ter boa vontade”, em especial em uma igreja abastada. No seio desta igreja tem obreiros como Ricardo Salomão que já deram esse tipo de exemplo no passado. Fui testemunha disso, participando com eles nesse projeto. Por que não darmos maior atenção ao ministério encabeçado pela Nani e pelo Fred junto à comunidade de Carapicuíba? Eles não apenas visitam essa gente no final do ano, mas ao longo dos meses estão sempre dando a atenção que necessitem.

É um propósito essencialmente cristão. Creio que agradaria a Deus sobremaneira, tornando-se de fato mais uma de nossas experiências reais com Deus, além de ser um testemunho transformador pela nova semente plantada diante desse mundo de igrejas que falam tanto do amor de Deus, mas pouco se veem seus pastores, obreiros e membros espalhados pelas ruas, em busca do resgate da família humana.

Pensem nisso, pois da mesma forma como fazem os obreiros acima citados, outros nesta igreja abençoada podem se levantar para montar um ministério com esse propósito. Eu me coloco à disposição para juntar-me ao grupo. Deus os abençoe e estejam todos na graça do Filho, no amor de Deus e na comunhão do Espírito Santo.

Shalom Aleichem

Sadi – Um Peregrino da Palavra

Sady Folch# A Compaixão pela Família Humana
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#O que é o amor? #GuerradosSexos

Não se preocupe com o que aconteceu no passado, pense e reinvente seu futuro… não é algo tão sentimental, embora isso não seja um defeito…estou no ritmo do tema de nossas reuniões “Guerra dos Sexos..”. Mas vamos encarar os sentimentos em outro plano, mais racional.

É natural sentir, mas é vital saber. E na guerra do sentir versus saber, o que eu sei pode anular o que eu sinto. Digo que pode não que seja simples ou que haja fórmula mágica. Acredito no poder da escolha, eu escolhi acreditar no amor.

É certo que sentimentos são bonitos, colorem a vida. Mas eles só se encaixam nas molduras que nós lhes damos.

Sentimentos são como crianças. Não sabem direito quem são. Só sabem que sentem. Nascem pequenos, mas crescem, e ganham a força que lhes damos. Dependem de nós… Só invadem o espaço que lhes permitimos ter. Sentimentos são regidos por escolhas, por isso traçam destinos, escolhem fins e finais. Sentimentos somos nós escolhendo como viver. Sentimentos que decidem que desistem que resistem que permitem que outros – sentimentos – vençam.

Se preparem… vai ai então…os devaneios que tenho é que o amor vem com o tempo, vence com o tempo, quando os erros dão à luz seus acertos. Amor é uma escolha sentida e sabida. É a soma de sentimentos escolhidos – a dedo e sem medo. É escolher o que faz sentir bem o outro. O amor prefere esquecer quem é. Não sabe bem o que vem, mas sabe bem o que quer. Muitas vezes – e quase todas – desconhece os ‘porquês’, pois está além das explicações… o amor vence o tempo, a distância, o cansaço e os outros sentimentos.

“O amor jamais acaba” I Cor. 13:8, ainda que mude sua direção.

O amor não se inventa, não se diz não se pede, não se compara, não se aprisiona. Amor é uma pessoa, uma ação, um tempo, um fim. Em uns, é uma palavra, em outros, a própria vida. E o melhor de tudo: amor é uma força que produz amor

 

Adriano Vargas#O que é o amor? #GuerradosSexos
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# Reflexões de uma Vida Efêmera

(foto da web) 

Um tanto quanto pensei que fui,

Hoje o sou tão somente

A revelação da verdade.

Ao final, vi o que fui,

Não sendo nada,

Refletia a tudo;

Hoje tudo o que sou,

Tudo o que estou,

É o que se transformou em mim;

Nem sei mais quem,

Nem como,

Nem por que;

Também as lembranças

Não me restam,

Nem estas a recordar;

Só a lição continua…

Com a folha que cai,

Com a vaidade que esvai,

Hoje nada soa dos meus dias,

Até meus ais estão calados,

E tudo pelo que outrora rejeitei;

Caminhos eternos,

Incorruptíveis,

E permanentes;

Depositados no Seio que eu não quis,

Nos dias em que me endeusei,

Construído que fui ao apego;

E o tempo de minha vida,

Não é nada mais diante de mim,

Enganoso que foi meu coração;

Mesmo na firmeza do homem que fui,

Só restou-me uma verdade,

Era tudo vaidade;

E das obras de minhas mãos,

Apenas vaidade e aflição debaixo do sol,

De onde não restou proveito algum;

Onde está o que ajuntei diante de mim?

Tendo o mesmo fôlego que um animal,

Passo pelo tempo determinado por Deus;

Na multidão dos sonhos,

Nem a abundância me fartou,

Ainda que ouvisse – “Teme a Deus!”;

E insisti em gastar os dias na vaidade,

Como sombra que num instante se esvai,

Efêmera, sem saber o que será depois de mim;

Com riso de tolo que fui,

Regozijei com os ímpios sepultados,

Mas, até aos santos os vi esquecidos,

E segui confiando na vaidade,

Concebendo o trabalho,

E produzindo a iniqüidade,

Ainda assim permanecia o Senhor,

Enquanto eu, sem reconhecer o caminho,

Cria apenas na infinidade de meus dias;

E por toda a ilusão,

Secou o feno e definhou a erva,

E não há água nos poços;

Antes tivesse ouvido aos profetas,

Quanto ao Senhor que subsiste eternamente,

Que dirige a erva que seca, e as flores que caem;

Sendo outeiro, me tornei deserto,

E pelo que neguei transitório então me vi,

E a verdade eterna se fez no que fui;

Nem posso mais dizer que sou,

Inexistente é o nome,

Efêmero, a herança.

 

Sadi – Peregrino na Palavra

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(foto da web)

Sady Folch# Reflexões de uma Vida Efêmera
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# Mãe e Amor

   

Mãe e amor.

Amor e mãe.

Se confundem. Se fundem.

Mãe e Amor. A parte única do Senhor.

Mãe. Amor.

Partes iguais.

Mãe e amor. Para o filho meu.

Mãe e Amor.

Para o filho, o céu.

Mãe e amor.

Do Filho, a que ouve o Senhor.

Mãe. Amor. Amor de mãe.

Mãe e amor.

Mãe.

Amor.

Amor de mãe.

 Sadi – Um Peregrino na Palavra

Sady Folch# Mãe e Amor
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