Publicações com Pecado

Correntinhas

Pai e filho ficaram maravilhados ao encontrarem o elefante enquanto passeavam pelo circo. O filho, pelo tamanho e majestade do animal, e o pai pelo fato de ele estar preso a uma estaca no chão por uma corrente muito frágil. O funcionário do circo que escovava o animal, vendo o homem tão intrigado, explicou:

– Ele é preso a essa corrente desde filhotinho. Quando tentava sair, ela não deixava. Tentou uma porção de vezes, mas enfim conformou-se com o poder da correntinha e nunca mais a forçou para ver se ela continuaria a prendê-lo.

O elefante é incapaz de notar que embora a corrente continue a mesma, ele não é o mesmo ser que foi. Ele é incapaz de notar que o fenômeno do crescimento lhe confere poderes e possibilidades que seriam antes impensáveis.

Nós também temos nossas correntes. Coisas que um dia nos limitaram e condicionaram continuam limitando e condicionando porque temos medo de encetar novas lutas contra elas e reabrir as feridas já cicatrizadas daquelas primeiras lutas, sem nos darmos conta que não somos mais as mesmas pessoas que aquelas coisas derrotaram. Pior ainda: somos condicionados e limitados pelas correntes que aprisionam os outros, também. Vemos à nossa volta pessoas conformadas com certas barreiras e acabamos imitando sua atitude, por comodidade, conveniência ou covardia.

Todo esse papo pode até parecer balela de auto-ajuda, mas o que estou dizendo é algo bem diferente. A corrente aqui é o pecado, que pode ser a condescendência com atos moralmente execráveis ou a transgressão à lei divina ou ainda a simples negligência e inércia espirituais. Ficamos presos por essas coisas sem notar que “quem está em Cristo, nova criatura é” (II Corintios 5:17). Como o fenômeno do crescimento para o elefante lhe confere uma força que ele não tinha, o fenômeno da conversão confere ao cristão um novo status de justiça, novas vontades, gostos, preferências e um novo poder para agir em conformidade com tudo isso.

“As coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo”. Nós somos livres!

Marco Aurélio BrasilCorrentinhas
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Tentação X Pecado

(…) nosso sumo sacerdote compreende as nossas fraquezas, visto que ele passou pelas mesmas tentações que nós passamos, ainda que Ele nunca tenha cedido a elas nem pecado” (Hebreus 4:15 – BV)


Tentação: do latim temptatio, é a instigação que induz o desejo de algo. Pode tratar-se de uma pessoa, uma coisa, uma circunstância ou outro tipo de estímulo, está associada à sedução e à provocação. Pecado: termo comumente utilizado no contexto religioso para descrever a desobediência à vontade de Deus, tanto no hebraico “hhatá”, como no grego “hamartáno”, tem o significado de “errar”, no sentido de errar ou não atingir o alvo, um ideal ou padrão.

Não é pecado ser tentado, o próprio Cristo foi tentado de forma avassaladora pelo inimigo, mas nunca pecou. A diferença entre as tentações de Cristo e as nossas é que, no caso dELe, a tentação veio ao Seu encontro, no nosso caso, nós é que vamos ao encontro da tentação.

Muitos afirmam cair em pecado porque a tentação foi forte demais, mas a realidade é que caíram porque estavam mais próximos da tentação que do Eterno. Já pensou quantas vezes poderia ter evitado o pecado se não tivesse ido ao encontro da tentação?

Nossos pecados fazem separação entre nós e o Eterno (Isaías 59:2) e nossa separação dEle nos leva a pecar cada vez mais, é um círculo vicioso do qual sairemos apenas com o poder vindo do alto. Lembre-se que “tentação resistida é caráter fortalecido, tentação caída é caráter enfraquecido”. Cristo nunca pecou porque nunca dialogou com a tentação, além da constante comunhão com o Pai Ele nunca se colocou em “situação de tentação”.

Quanto mais perto do Pai estivermos menos sentiremos vontade de nos afastar e, consequentemente, menor será o risco de pecarmos. Aproxime-se do Pai, coloque-se em Suas mãos e a vitória estará garantida.

Gelson de Almeida Jr.Tentação X Pecado
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Os Fins Justificam os Meios

Esse paradigma, muito utilizado por N. Maquiavel em sua obra “O Príncipe”, foi utilizado por um conhecido cantor sertanejo, no último domingo (14/01) ao parar o carro às margens de uma rodovia, em Goiás, e pegar algumas espigas de milho de uma plantação. “Gente, eu num guentei não. Deus perdoa nóis (sic). Achei uma plantação de milho aqui, nóis vamo roubar uns milhos (sic)” diz ele, no vídeo postado em sua rede social. Após pegar várias espigas ele diz que não podia pegar muito, pois, sendo apenas para consumo, Deus perdoaria seu ato.

Longe de mim atacar ou acusar quem quer que seja, desejo apenas fazer uma reflexão sobre como procuramos justificar e desculpar atitudes erradas. Tudo começou com Eva, que pegou e provou do fruto da árvore da ciência do bem e do mal, justificando que queria ser igual a Deus. Para não perder a mulher Adão comeu do fruto, daí em diante o que se vê é toda a sorte de desculpas para justificar o erro.

O hino “Graça” https://www.youtube.com/watch?v=NT-WLZrGBK4 (Arautos do Rei) traz uma frase muito profunda: “ (…)pecado não se explica, pecado se paga(…)”. Enganam-se aqueles que pensam que podem agir de forma desordenada sem que isso lhes traga consequências, pois tudo o que semearmos colheremos (Gálatas 6:7). O pecado de Adão e Eva trouxe a morte a seu filho Abel e vários animais, que serviram de sacrifício, o pecado, suas consequências e as desculpas para ele, foram passando de geração em geração.

Felizmente a Graça divina está aí para nos livrar do peso e da punição eterna do pecado (Romanos 6:23), mas temos uma parte a fazer: “Busquem o Senhor enquanto podem achá-Lo. Peçam sua ajuda, enquanto Ele está perto. Os pecadores devem abandonar seus maus caminhos; devem deixar de lado seus maus pensamentos. Todos devem se voltar para o Senhor, arrependidos, e Ele mostrará a sua grande misericórdia. Voltem-se para o nosso Deus, pois Ele mostrará como é imenso o seu perdão” (Isaías 55:6-7 – BV).

Os fins não justificam os meios, por mais racionalizável que seja, pecado sempre será pecado. Arrependa-se, busque o Eterno e receba o seu perdão.

Gelson de Almeida Jr.Os Fins Justificam os Meios
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Inteligência artificial

E depois da impressionante revolução causada pelo advento da sociedade da informação, o pânico apocalíptico tem a ver com o advento da revolução da inteligência artificial. Dizem que minha profissão (sou advogado) será uma das primeiras a sofrer um enorme baque, já que uma inteligência artificial conectada à Internet poderá fazer um trabalho muito mais rápido e preciso que qualquer advogado. Da mesma forma muitas outras ocupações tradicionais estariam em xeque, nem a medicina fica de fora. E, para muito além da simples perda de empregos, teme-se o que algo praticamente onisciente pode fazer sem o elemento humanidade a conduzir suas ações.

Grandes e boas ficções científicas têm a inteligência artificial como um vilão sinistro do futuro. Em “Exterminador do Futuro”, “2001 — Uma odisseia no espaço”, “Alien, o 8o passageiro”, “Neuromancer”, “Ex-Machina” e tantas obras importantes da cultura recente, a inteligência artificial é um grande vilão, seja porque se convence de que a humanidade faz mal ao planeta, seja porque tem uma visão muito pragmática do valor (ou falta de) de uma vida humana.

A pergunta que me faço honestamente é: a inteligência artificial é mais temível do que a inteligência natural? Existe algo na nossa humanidade que nos faz menos temíveis que uma inteligência sem esse algo?

Em “Memórias póstumas de Brás Cubas”, Machado de Assis afirma que “o homem, ainda a engraxar botas, é sublime”, e é verdade. Contudo, não se pode fechar os olhos para o gigantesco lado obscuro da humanidade. Em um dos mais memoráveis diálogos de “Irmãos Karamázovi”, os personagens de Tolstoi estão enumerando casos de atrocidades medonhas, crimes de guerra, atos de crueldade coletiva absurdos, quando um deles conclui: “Penso que, se o diabo não existe, e por conseguinte foi criado pelo homem, este deve tê-lo feito à sua imagem e semelhança”. Davi parecia concordar com isso. Quando ele convocou um censo militar em Israel e isso desagradou a Deus, entre ser derrotado por seus inimigos e sofrer uma praga, ele prefere a praga, explicando mais ou menos assim: “qualquer coisa, menos cair nas mãos dos homens”.

É que o que há de sublime no homem, Machado, meu querido, foi emprestado por Aquele à imagem e semelhança de Quem ele foi criado. E esse algo parece estar cada dia mais fraco. Honestamente, tenho razões de sobra pra descrer que uma inteligência desumana seja mais temível do que tem se mostrado a inteligência humana.

A Bíblia diz que há algo de podre no reino dos homens (sim, mesmo nos homens da Dinamarca!). Temos razões históricas suficientes para desconfiar dessa humanidade que tememos se esvair. Se formos honestos por um minuto, teremos iguais razões para chegar à mesma conclusão olhando para nossa experiência pessoal, para nossas próprias escolhas e para nossa agenda mais oculta. E quando concluo assim, não estou advogando em favor da inteligência artificial, mas da humanidade humilhada perante seu Criador suplicando: “toma as rédeas, Pai, porque se eu comandar os meus caminhos eles poderão dar em destruição e morte”.

Duvide da pessoa no espelho. Confie na Pessoa na cruz.

Marco Aurélio BrasilInteligência artificial
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Algumas coisas que o Gênesis me diz

– Houston, we have a problem.

Esta frase ficou famosa. Foi através dela que a tripulação da Apolo XIII, a nave espacial norte-americana, avisou a base, em Houston, que haviam detectado uma avaria. Eles só conseguiriam retornar incólumes à Terra depois de muito sufoco.

Lendo o Gênesis eu fico com a impressão de que este livro é o nosso “Houston, we have a problem”. Ele nos avisa que há uma avaria, uma doença, um problema, para que não nos enganemos pensando que está tudo muito bem.

Não receber o diagnóstico é muito pior.

Não receber o diagnóstico é muito pior.

20Através do Gênesis somos informados que pertencemos a um gênero capaz de matar o próprio irmão, ou quem sabe vendê-lo como escravo. Somos informados que pertencemos a uma espécie a tal ponto atroz que atrai a ira divina e depois de em parte poupada, essa espécie é capaz de iludir-se construindo torres que a levem aos céus, como se seus problemas fossem resolvidos com racionalizações banais. O Gênesis nos mostra que mesmo os maiores heróis são capazes de mentir por medo e que somos capazes de inverter o curso natural das coisas e perverter o que Deus fez santo. Que inveja, ciúme, orgulho e mágoa estão na ordem do dia, sempre.

Esse livro me dá uma porção de recados, me diz uma porção de coisas e sempre mostrando que, sim, eu tenho um problema. O problema aparece em contraste com a ordem anterior de coisas, a ordem do Éden, na qual esse tipo de vileza e atrocidade não existiam.

Muita gente se ilude repetindo todo dia “sou feliz”, tentando convencer-se. Muita gente busca a todo custo maquiar o “problema”, ignorar a “doença”, seguir viagem como se sua nave não estivesse fazendo fumaça e destinada a espatifar-se. O primeiro passo, contudo, para resolver-se um problema, é reconhecer sua existência. As primeiras doses de remédio são admitir os sintomas e aceitar o diagnóstico. O primeiro gesto no sentido de consertar a nossa nave, é reconhecer à “base” que temos um problema.

É isso o que o Gênesis faz comigo. Ele me mostra a ferida. Mas não só isso: ele aponta para a cura. Ele diz que um dia o descendente da mulher (Gêneis 3:15, referindo-se decerto a Jesus Cristo) iria ferir de morte o autor da doença. Em suma, o Gênesis me diz: não se iluda quanto à sua situação; e em seguida diz: alegre-se, seu problema está resolvido! Aceite o remédio.

Sendo de autoria divina, a ênfase na esperança não poderia deixar de estar presente; e assim a Bíblia começa a descortinar o retrato de um Criador transbordando de amor.

Semana que vem, vamos falar um pouco do Deuteronômio, e algumas coisas que ele me diz.

Marco Aurélio BrasilAlgumas coisas que o Gênesis me diz
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“Abraço” Fatal

Certo homem treinou uma jiboia para lhe enlaçar o corpo durante o show no circo. Dias, semanas, meses o homem recebera o “abraço” da serpente sem se sentir ameaçado. Certa noite, porém, durante o espetáculo, o animal se enlaçou de uma forma até então desconhecida para ele, em pânico percebeu que o “abraço” estava ficando cada vez mais apertado. Gritou por socorro, mas a plateia pensou que fizesse parte do espetáculo. Só entenderam a gravidade da situação quando o homem desfaleceu e, logo em seguida, morreu com o abraço fatal. Na saída, alguém disse: “Não importa o quanto se conheça esse animal, cobra é sempre cobra”.

perigoCoisa parecida ocorre no plano espiritual, muitos pensam que podem brincar com o pecado sem se machucar, sem serem afetados. Dias, semanas, meses, anos e o pecado, de aparência inofensiva, vai solapando a vida sem que percebam, minando as energias vitais e acabando com toda a resistência para as tentações, que se tornam cada vez mais fortes e destruidoras. Quando dão conta da situação, estão tão enredados que dificilmente conseguem escapar. Foi assim com Eva, Sansão, com o povo de Israel… Exemplos não faltam.

Cobra é sempre cobra, pecado é sempre pecado, portanto não é prudente brincar com nenhum deles. Por mais inofensivo que pareçam um dia nos matarão. Falando a respeito da caminhada rumo à eternidade, Paulo nos aconselha: “(…) afastemos de nós qualquer coisa que nos torne vagarosos ou nos atrase, e especialmente aqueles pecados que se enroscam tão fortemente em nossos pés e nos derrubam…” (Hebreus 12: 1). Ore ao Pai e peça-Lhe ajuda para se livrar de todo e qualquer tipo de embaraço.

Gelson de Almeida Jr.“Abraço” Fatal
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A Derrota de Davi – Final

“Davi sofria com a doença da criança; em desespero ele pedia a Deus que salvasse o seu filho; ficou sem comer e passava a noite ajoelhado diante do Senhor, em oração”. 2 Samuel 12:16 (Bíblia Viva)


Nas últimas semanas, refletindo sobre o pecado de Davi, vimos os erros que o levaram ao pecado, semana passada vimos um Davi fazendo de tudo para esconder seu pecado. O texto de hoje mostra um homem que logo após ser desmascarado pelo profeta Natã e ouvir a sentença vinda do Altíssimo, tenta barganhar com o Eterno. Quase um ano se passara até a visita do profeta.

Após ter seu pecado revelado e ficar sabendo que não ficaria impune Davi entra em desespero. O castigo lhe parecia duro demais. Deus mostrou que, assim como ele arquitetara a morte de Urias, cujo único “crime” fora o de ser marido da mulher que ele cobiçara, inocentes sofreriam por causa do seu pecado. Quando vê o filho doente, mesmo tendo sido avisado de que era “doença de morte”, Davi novamente tenta resolver as coisas a seu modo. Jejua, passa a noite ajoelhado e ora incessantemente tentado fazer o Eterno mudar de ideia.

Como Davi muitos há que escondem seu pecado até que não lhes seja mais possível ficar nessa situação e, quando descobertos, tentam remediar a situação ou fugir das consequências do seu erro. Esquecem-se da lei da retribuição, onde existe uma colheita para cada semeadura (Gálatas 6:7). Por isso é importante se pensar muito antes de cada passo que se dê para que não seja dado em falso, pois um passo em falso sempre trará consequências negativas para quem o dá e, geralmente, para outros que estão por perto.

A história de Davi mostra que Deus ama o pecador, mas não tolera o pecado de modo algum. O Pai amoroso e misericordioso é também Justo e não pode deixar impune os que erram voluntariamente. No tocante ao pecado Paulo apresenta duas grandes verdades, a primeira é que o preço do pecado é terrível (Romanos 6:23) e a segunda é que graças ao amor do Pai poderemos nos livrar das consequências eternas do pecado (Romanos 5:20). Como um Deus de amor o Eterno sempre amará Seus filhos, por mais pecadores que sejam, mas como um Deus de Justiça não os livrará das consequências do pecado, pelo menos de parte delas. Portanto peça-lhe ajuda e Ele colocará em você o desejo de fazer o que é correto e o habilitará para tal (Filipenses 2:13).

Gelson de Almeida Jr.A Derrota de Davi – Final
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Ótimos argumentos

Eu tenho ótimos argumentos.

Por exemplo, se eu tenho 120 anos e Deus me pede para sacrificar meu único filho de 20 anos, que nasceu em cumprimento a uma promessa dEle, eu posso falar assim: “essa voz não é de Deus porque Deus não gosta de assassinato. Eu devo estar esquizofrênico”. E aí eu não vou.
Por exemplo, se eu estou no meio duma multidão em frente a uma estátua enorme com a cara do rei e ele avisa que quando a orquestra tocar todo mundo tem que se ajoelhar e adorar a estátua como se ela fosse um deus se não vai ser jogado numa fornalha ardente, eu posso falar assim: “bom, no meu coração eu sei que isso aí não é deus nenhum, é só um monte de ouro. Eu posso muito bem ajoelhar aqui e orar no meu coração ao Deus verdadeiro. Ele vai entender”. E aí eu ajoelho.
Por exemplo, se Deus pede para eu ir até o meio da favela, chegar na boca de fumo mais escondida e gritar que se aqueles traficantes não se arrependerem em 40 dias Ele vai fazer descer fogo do Céu, eu digo assim: “Eu tenho mulher e quatro filhos pra criar. Se aqueles caras realmente merecem ouvir essa mensagem, Deus pode muito bem mandar alguém que tem menos a perder lá, ou quem sabe trazer os caras pruma situação em que eu não vou certamente sair num saco preto”. E eu não vou.
Por exemplo, se Deus me pede pra ser puro e fiel o tempo todo eu posso dizer que “ninguém é de ferro”. einstein
Se Deus me pede pra honrar o sábado, eu posso dizer que “Ele certamente não quer que eu perca o emprego porque assim eu não poderia mais dar as ofertas lá na igreja”.
“Deus é amor e Ele vai entender”.
“É só uma fase”.
“Quando Ele diz não faça isso Ele na verdade quer dizer não faça aquilo”.
“Eu sou melhor que a maioria”.
“Deus não leva as coisas assim a ferro e fogo”.
“Ninguém é perfeito mesmo”.
“Meu casamento está uma droga mesmo, eu estou carente”.
“Deus sabe que isso eu herdei do meu sangue [espanhol/latino/italiano/alemão/russo/etc] e não dá pra mudar”.
E aí por diante.
Eu tenho ótimos argumentos.
E, pensando bem, eles nem precisariam ser tão ótimos pra me convencer a fazer algo diferente daquilo que Deus pede. Desde que seja exatamente isso que eu queira. Desde que o que Ele pede não seja o mais conveniente e confortável.
Eu tenho ótimos argumentos e sou um grande perito em me enganar.
Marco Aurélio BrasilÓtimos argumentos
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Tal pai, tal filho

Tu és o nosso Pai. Nós somos o barro; tu és o oleiro. Todos nós somos obra das tuas mãos. Isaías 64:8

O desejo de Deus é que sejamos simplesmente como Jesus…simples assim!

Não é uma grande novidade? Nós não estamos amarrados às nossas próprias características. Não existe uma condenação para que você viva entristecido. É possível ajustar sua personalidade. Por mais que você tenha sido uma pessoa ansiosa durante a vida toda, não precisa passar os próximos dias do mesmo jeito. E, mesmo que tenha nascido uma pessoa intolerante, não precisaria morrer assim.

Quem foi que afirmou que não podemos mudar? De onde surgiram equívocos como: “Eu sou uma pessoa ansiosa. Faz parte da minha personalidade” ou ainda “Serei sempre um pessimista. É meu destino” Quem falou? Faríamos discursos parecidos acerca de nossos corpos? “É da minha natureza ter uma perna fraturada. Não adianta tentar mudar”. Certamente não funciona deste jeito.

Quando temos algum problema físico, procuramos um médico. Isso também não deveria se aplicar aos problemas que temos na alma? O correto não é procurar corrigir nossas atitudes erradas e tratar nosso comportamento egoísta? O Eterno tem o poder de transformar nossos corações. Sua vontade é que possamos ter o mesmo sentimento de Cristo.

Sei que às vezes ficamos presos a maus hábitos…mas lembre-se “tal pai, tal filho”  ou “filho de peixe peixinho é” são dois ditados que servem para ilustrar a importância de vivermos de forma a expressar as mesma características de nosso Pai Celestial.

Adriano VargasTal pai, tal filho
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Utopia real

Pôr do sol no Unasp – EC

Já pensou um mundo onde não houvesse pecados? Você mesmo, recentemente, teve que lidar com seu pecado?

Na melhor das hipóteses você ter se queixado. Ou como eu mesmo, deve ter se preocupado. Pode ter acumulado, quando o correto era ter dividido. Ou se distanciou, quando o certo era ter socorrido…

O pecado fez você ofender alguém que ama e ser áspero com pessoas queridas. Por tudo isso você deve ter sentido vergonha, culpa ou mesmo amargura…

Milhares de pessoas não cumprem o que dizem e infartam por causa do peso da culpa. Seus desejos podem ser motivados pelo pecado. Seus receios podem ser seguidos de volta ao pecado. Intolerância, os crimes, a conduta sexual inadequada. Todas essas coisas acontecem devido a natureza de pecado.

No céu, sim mesmo eu falei céu, isso tudo porém não existirá…

Imagine um mundo onde não existe pecado. Se você consegue imaginar esse lugar, parabéns você está imaginando o céu.

Quando se fala em um mundo totalmente justo, as pessoas usam o termo “utopia” para defini-lo. Mas essa possibilidade é real. Basta imaginarmos o que nos espera no céu.

e morará o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará, e o bezerro, e o filho de leão, e a nédia ovelha viverão juntos. Isaías 11:6

Adriano VargasUtopia real
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